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O projeto “Hortos Medicinais Populares: Educação, Saúde, Agroecologia e Soberania Alimentar”, realizado em parceria com a UNEB, vai participar do VIII Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa.
O evento, que será realizado no mês de julho, em Manaus (AM), visa fomentar o diálogo e o compromisso na cooperação entre os países da lusofonia para o fortalecimento da Educação Ambiental que incida nas negociações internacionais, e na concretização, dentre outros, dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e do Acordo de Paris para a transição de sociedades ambientalmente responsáveis e socialmente justas.
Esta edição o evento terá como tema “Educação Ambiental e Ação Local: respostas à emergência climática, justiça ambiental, democracia e bem viver”. O congresso reunirá representantes de governos e da sociedade civil, contribuindo para debates que ocorrerão na COP30 em Belém (PA), no mês de novembro, com foco nas ações da sociedade civil frente à crise climática.
O projeto “Hortos Medicinais Populares: Educação, Saúde, Agroecologia e Soberania Alimentar” visa promover a recuperação de parte desmatada da Área de Proteção Ambiental (APA) Bacia do Cobre/ São Bartolomeu em Salvador, por meio da implantação de sistemas agroflorestais medicinais. O projeto é uma iniciativa do Movimento Sem Teto da Bahia (MSTB), da Teia dos Povos e do, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA).
A execução foi iniciada em junho de 2024 sob a coordenação da UNEB, em parceria com os movimentos proponentes, além do Coletivo Guardiões da APA Bacia do Cobre/ São Bartolomeu, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) e de emenda parlamentar do deputado estadual, Hilton Coelho.