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UNEB marca presença no Dois de Julho com celebração da memória e da resistência baiana

Comunidade acadêmica da UNEB esteve reunida para integrar o tradicional desfile cívico do 2 de Julho.

A UNEB participou, nesta quarta-feira (2), das comemorações do Dois de Julho, data que celebra a Independência do Brasil na Bahia, com um cortejo vibrante e simbólico.

A comunidade acadêmica da universidade esteve reunida no Largo da Soledade, em frente ao monumento de Maria Quitéria, para integrar o tradicional desfile cívico que percorre o centro histórico de Salvador até o bairro do Campo Grande.

A presença da instituição foi marcada por faixas, camisas e banners com os dizeres “Luta, Liberdade e Afirmação!”, reforçando o compromisso da universidade com a memória histórica e a luta por justiça social.

O evento teve a presença da reitora da UNEB, Adriana Marmori, da vice-reitora, Dayse Lago, da assessora especial de Cultura e Artes (Ascult), Nelma Aronia, além de estudantes, professores, técnicos e gestores, que caminharam juntos, celebrando os 202 anos da expulsão das tropas portuguesas da Bahia.

“O 2 de Julho marca a independência do Brasil na Bahia, e a UNEB se insere nesse movimento histórico de celebração e resistência dos povos originários. Aos pés do monumento de Maria Quitéria, reafirmamos nosso compromisso com a produção científica e acadêmica. Como universidade multicampi, atuamos em diálogo com os movimentos sociais e populares. Celebramos o bicentenário com ciência, cultura e luta. A UNEB segue firme, produzindo conhecimento e fortalecendo a Bahia e o Brasil”, destacou a reitora, Adriana Marmori.

A vice-reitora, Dayse Lago, destacou a relevância da presença da universidade nas comemorações do 2 de Julho, enfatizando seu papel na valorização da memória histórica e na promoção da justiça social. “Estar presente nas celebrações do 2 de Julho é reconhecer a força do povo nas lutas históricas e a importância das mulheres como Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica. A UNEB cumpre seu papel ao rememorar essas trajetórias e divulgar pesquisas que evidenciam vozes historicamente silenciadas”, afirmou.

Segundo a assessora da Ascult, Nelma Aronia, a celebração da Independência do Brasil na Bahia carrega um profundo significado histórico e simbólico. “É uma festa que tem um significado muito grande, não só para a Bahia, mas para todo o Brasil, por representar a verdadeira conquista da nossa liberdade. O 2 de Julho é emblemático porque marca a independência de fato, protagonizada pelo povo baiano”, disse.

Nágila Duarte, estudante do curso de Física do Campus I da UNEB, participou da celebração do 2 de Julho e destacou o simbolismo do momento. “Faço parte do grupo de extensão do projeto Elas nas Exatas, que fortalece a presença feminina nas ciências. Participar desse momento é um ato simbólico de afirmação. Sinto-me realizada por integrar esse movimento e por representar a UNEB nesse momento histórico”, frisou.

Para Tatiana Nova, estudante do curso de Educação Escolar Quilombola do Parfor Equidade da universidade, vivenciar o 2 de Julho é uma forma de se conectar com a história e sentir a emoção das lutas e batalhas que antecederam a independência e que ainda hoje continuam. “Estar aqui é adquirir conhecimento, saberes e vivências que levaremos para as nossas unidades escolares. É um momento ímpar, emocionante, de aprendizado, de cultura e, sem dúvida, um compromisso — enquanto aluna e educadora — de manter viva a história do meu país, marcando a importância da Bahia na independência do Brasil”, salientou.

As celebrações da data histórica contaram com a participação de autoridades civis e políticas, representantes de movimentos sociais e a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Na última terça-feira (1º), o chefe de Estado encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que propõe instituir o dia 2 de Julho como o Dia Nacional da Consolidação da Independência do Brasil.

A proposta reconhece, oficialmente, o papel decisivo da luta travada em solo baiano, que se estendeu até julho de 1823, para garantir a separação definitiva do Brasil em relação à Coroa portuguesa, após a declaração formal de independência em setembro de 1822.

Cobertura realizada por Kamilly Benice/TV UNEB, sob supervisão de Danilo Cordeiro/Ascom
Fotos: Danilo Oliveira/Ascom

COM TIRANOS, NÃO COMBINAM BRASILEIROS CORAÇÕES! UNEB participa das comemorações da Independência na Bahia

A UNEB vai participar nesta quarta-feira (2) das comemorações dos 202 anos das lutas pela Independência do Brasil na Bahia.

Gestores e comunidade acadêmica da universidade se concentram, como em anos anteriores, no Largo da Soledade, na Lapinha, bairro histórico de Salvador, a partir das 7h. Depois, seguem o tradicional cortejo cívico do 2 de Julho, junto com autoridades, lideranças políticas e comunitárias e a população.

A comunidade unebiana vai ainda ao Largo do Carmo, no bairro de Santo Antônio Além do Carmo, onde está sediado o Centro de Estudos dos Povos Afro-Indígenas Americanos (Cepaia), pertencente à universidade.

Reitora Adriana Marmori: luta sobretudo das mulheres.

“Desejo a todas e todos um ótimo 2 de Julho, um dia de luta, de resistência, que marca sobretudo a luta das mulheres, como Maria Felipa, Maria Quitéria e Joana Angélica, em um processo de resistência histórica pela independência de nosso Brasil que ocorreu na Bahia”, destaca a reitora Adriana Marmori.

A vitória definitiva do povo baiano sobre o jugo português em 2 de julho de 1823 é considerada por historiadores a verdadeira Independência do Brasil pela intensa participação popular – representada nas figuras do caboclo e da cabocla no desfile atual – nas lutas que se prolongaram por mais de um ano. 

Segundo o professor Alfredo Matta, do Campus I da UNEB, na capital, pesquisador de história da Bahia, a principal luta contra o domínio português aconteceu neste estado. Para ele, o 2 de Julho valoriza a Bahia no cenário nacional. “Um grande problema que vejo é que o Brasil desconhece essa importância quase sempre: é tida como uma luta regional”, observa.

Docente Alfredo Matta: legitimidade da UNEB.

O professor alerta para o fato de que essa foi uma luta pluriétnica. “Todos os setores sociais baianos se envolveram, mulheres se envolveram, pessoas de todas as raças e cores. Isso é uma forma que o Sul e Sudeste do país têm de reduzir a importância do Nordeste brasileiro”, afirma o pesquisador.

Ainda na avaliação de Alfredo Matta, “a UNEB, sendo uma universidade plural e popular como é, que aceita toda a diversidade da população baiana em seu seio e desenvolve o conhecimento acadêmico e científico, mas também alternativo, expressa essa baianidade, que foi a mesma baianidade que provocou a luta, que venceu a luta da independência. Então, a UNEB tem uma legitimidade enorme para participar dessa comemoração do 2 de Julho. Portanto, acredito que, se a UNEB não estiver presente no desfile, a independência não vai estar convenientemente representada. Porque esta universidade representa exatamente o povo que lutou pela independência. E mais: continuamos aqui, hoje, lutando pela universidade e pela igualdade a que o povo almejava naquela época”.

Professor Charles Sá: setores mais marginalizados.

O historiador e professor Charles Sá, da UNEB em Eunápolis, também ressalta a participação de setores da população baiana nas lutas pela independência. O docente defende também que “a universidade, a academia, deve se fazer presente nas comemorações do 2 de Julho, particularmente a UNEB”.

Charles Sá põe em relevo o compromisso da universidade com o pensar a história, seus problemas e seus dilemas do ponto de vista da ciência e do conhecimento. “E, no nosso caso, a UNEB tem como característica esse olhar voltado para os setores mais marginalizados da nossa sociedade. A UNEB foi sempre pioneira em seu olhar para as mulheres, as pessoas da comunidade LGBTQIAPN+, as pessoas trans, os negros, os quilombolas, os indígenas, os participantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra). Enfim, para aqueles que são marginalizados, que são em grande parte os indivíduos que estiveram presentes naquelas lutas. Então, é importante que a UNEB esteja presente e que reflita sobre o significado do 2 de julho hoje”, analisa o historiador.

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Imagem: divulgação.
Fotos: Danilo Oliveira/Ascom (reitora) e arquivo pessoal (docentes).

Primeiro Aulão UPT/UNEB destaca o 2 de julho e a Independência do Brasil na Bahia

Atividade reuniu cursistas, monitores, gestores de polo, supervisores, docentes e a Equipe da Coordenação Geral do programa

O Teatro UNEB, no Campus I, em Salvador, recebeu a primeira edição do Aulão Show 2023, do Programa Universidade para Todos (UPT/UNEB), na manhã deste sábado (12).

Simone Wanderley: “Estamos juntos nessa caminhada maravilhosa rumo à universidade”

A iniciativa, que destacou o tema “Entre a história e a espacialização: 200 anos da Independência da Bahia“, reuniu dezenas de cursistas, monitores, gestores de polo, supervisores, professores especialistas e a equipe da coordenação geral do programa.

“Lançamos hoje a nossa programação de aulões 2023 para fortalecer ainda mais as aulas e atividades desenvolvidas nos polos, iniciadas em junho. Estamos juntos nessa caminhada maravilhosa rumo à universidade pública. Acreditem em vocês, invistam, estejam presentes. Se tornem sujeitos dessa ação que é para vocês, é de vocês”, motivou a coordenadora-geral do UPT/UNEB, Simone Wanderley.

Ana Vitória: aulões promovem recorte temáticos mais contextualizados, com abordagem mais leve

A gestora do polo Rômulo Almeida, Ana Vitória Paixão, explicou que os aulões dão continuidade as atividades ministradas de segunda a sexta-feira, nos polos.

“Nas salas de aula, trabalhamos as disciplinas a partir de um conteúdo programático específico. Já nos aulões conseguimos fazer recortes temáticos mais contextualizados, com abordagem mais leve e vinculada à realidade de nossos alunos, além de trabalharmos a interdisciplinaridade. São, portanto, ações complementares que possuem um objetivo único, que é fortalecer o percurso formativo de nossos cursistas”, afirmou.

É 2 de julho no UPT!

Na pauta desta manhã estavam as disciplinas História e Geografia, orientadas pelo tema “200 anos da Independência do Brasil: a Bahia e o 2 de julho” e “Espacialização do 2 de julho na Bahia: dinâmica territorial do conflito”, respectivamente.

A atividade foi transmitida ao vivo pelo canal oficial do UPT/UNEB, no YouTube (assista aqui!).

Atividade reuniu as disciplinas História e Geografia para abordagem do tema

Os monitores/professores Gleissia Santos (História) e Tasciano Solario (Geografia) destacaram a importância do 2 de julho na construção e conquista da Independência do Brasil. Citaram movimentos históricos e emblemáticos como a Revolta dos Búzios, além de personagens fortes e essenciais na luta pela independência, como Maria Felipa e Joana Angélica, os caboclos, indígenas e negros, que foram invisibilizados pela história.

“Grande parte da nossa história é contada a partir de acontecimentos com protagonistas homens e brancos, excluindo as minorias sociais, desconsiderado as narrativas de mulheres negras, dos indígenas, caboclos. Então, trazer essa temática para os espaços escolares é fundamental para entender a resistência das camadas populares e contar as histórias silenciadas”, frisou Gleissia.

Tasciano reforçou que “esse tema é central para lembrar que fazemos parte dessa história, reverberando e celebrando com os estudantes a beleza de suas próprias histórias, das histórias de seus antepassados, e valorizá-los enquanto parte desse processo de conquista, resistência e existência”, afirmou.

As apresentações foram coordenadas pela professora especialista Márcia Barreiros (História), com suporte da Coordenação Geral Pedagógica do UPT/UNEB.

Preparação e aprovação!

Dezenas de pessoas participaram do primeiro aulão de 2023, todos focados na preparação, buscando a tão sonhada aprovação na universidade pública.

Ana Beatriz segue firme, junto às equipes UPT/UNEB, para o sonho do curso de Direito

Ana Beatriz dos Santos participa pela segunda vez do Programa Universidade para Todos e segue firme na preparação para conquistar uma vaga no curso de Direito da UNEB.

“Essa equipe do UPT é incrível. A trajetória rumo à universidade é difícil, não apenas sobre a aquisição dos conhecimentos necessários, mas também sobre se manter firme, motivado, sem perder o entusiasmo, sem se perder do sonho que iniciou toda a caminhada”, destacou a cursista, moradora do Cabula.

Vanessa Bonfim foi aluna do Universidade para Todos, edição 2022, e, este ano, participa como visitante no aulão. A jovem adorou a temática abordada pelos professores neste sábado. “Conhecer a nossa história é fundamental. A Bahia teve um papel importantíssimo na Independência do Brasil e precisamos divulgar isso, precisamos reconhecer o papel de resistência do nosso povo, reconhecer e valorizar todos aqueles que estavam nas trincheiras, lutando por liberdade”, pontuou a estudante, moradora do Pero Vaz.

Vanessa Bonfim: “A Bahia teve um papel importantíssimo na Independência do Brasil”

Os cursistas foram convidados a interagir com os monitores/professores, participaram de sorteio de brindes e assistiram à apresentação cultural do artista Fall Clássico, que deixou o seu recado:

A mudança está nos estudos, o conhecimento liberta. Parabéns a todos vocês que estão aqui hoje lutando pela mudança, lutando para conquistar seus sonhos, seus espaços”, celebrou o artista.

Os Aulões Show são abertos ao público e acontecem sempre aos sábados, com divulgação prévia nos perfis e páginas oficiais do programa nas redes sociais

 A cada realização, novas disciplinas conduzem as atividades com o objetivo de ampliar as alternativas de preparação dos estudantes de escolas e colégios públicos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para processos seletivos de ingresso no Ensino Superior.

Fall Clássico: “A mudança está nos estudos, o conhecimento liberta. Parabéns a todos vocês”

Aulões nas escolas –  Através de uma parceria entre Secretaria da Educação (SEC) e o UPT/UNEB, estão sendo realizados aulões, todos os sábados, em escolas estaduais. Enquanto as atividades no Teatro UNEB aconteciam, secundaristas também participavam de aulões simultâneos em 25 escolas da capital baiana e em outras 123 instituições, em cidades do interior do estado.

Os aulões da SEC têm o objetivo de complementar a formação dos estudantes concluintes do Ensino Médio e auxiliá-los nas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Texto: Wânia Dias/Ascom
Fotos: Danilo Oliveira/Ascom

Eduneb lança coletânea sobre guerra na Bahia pela Independência do Brasil nesta quarta (26), no Teatro UNEB

Editora da UNEB (Eduneb) vai lançar a coletânea Bahia, 2 de Julho: uma guerra pela Independência do Brasil, no formato e-book, nesta quarta-feira (26), às 16h, no Teatro UNEB, Campus I, em Salvador.

Organizada pelas docentes Maria das Graças LealVirgínia Barreto e Avanete Sousa, a obra é composta por 14 textos inéditos de pesquisadores da Bahia, de outros estados do país e do Canadá, a partir de estudos historiográficos sobre a luta da Independência do Brasil na Bahia, que teve seu desfecho no dia 2 de julho de 1823.

Os textos abordam aspectos da história social, cultural, econômica, política e religiosa da época; tratam de temas como a escravização e questões de gênero, além de figuras como Maria QuitériaJoana Angélica e Maria Felipa, e representações de festividades comemorativas do acontecimento histórico.

“No mês e ano em que comemoramos o Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, essa edição é uma contribuição da Editora da UNEB para a ressignificação e disseminação da real história dessa luta, evidenciando nela o papel decisivo do povo baiano. Uma obra que impressiona pelo seu conteúdo e pela sua beleza estética. Concebida para tocar o coração dos brasileiros”, destaca Sandra Soares, diretora da Eduneb.

Segundo Maria das Graças Leal, a coletânea é “um espaço de reflexão historiográfica sobre a Independência na Bahia. Distribuída em cinco partes, compostas por textos de historiadores e historiadoras, a obra discute os contextos de transformações político-institucionais, econômicas, culturais, sociais e simbólicas, valorizando o importante marco fundador da história baiana e nacional. Também valoriza, por meio de obras literárias e imagéticas, a riqueza artística de autoras e autores baianos que produziram representações em torno da temática da Independência”.

A edição tem curadoria artística de Marielson Carvalho e conta com ilustrações de artistas de diversos estilos e técnicas, pinturas, grafismos, fotografias, cordel, poema e crônica, evidenciando a diversidade estética da cultura baiana e nacional.

A publicação é uma parceria da Editora da UNEB (Eduneb) com a produtora cultural Mwana Produções, contando com patrocínio da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) e do Governo do Estado, por meio do programa Fazcultura.

O projeto da obra, aprovado no Fazcultura, prevê a impressão de mil unidades do livro, inicialmente, a serem distribuídas gratuitamente em bibliotecas comunitárias e escolares, universidades, para parceiros, patrocinadores e equipe envolvida na criação da obra.

Texto: Mwana Produções, com edição da Ascom. Imagens: Divulgação.

Eduneb lança coletânea sobre guerra na Bahia pela Independência do Brasil: quarta-feira, 26/7, 16h, Teatro UNEB

A Editora da UNEB (Eduneb) vai lançar a coletânea Bahia, 2 de Julho: uma guerra pela Independência do Brasil, no formato e-book, na próxima quarta-feira (26), às 16h, no Teatro UNEB, Campus I, em Salvador.

Organizada pelas docentes Maria das Graças Leal, Virgínia Barreto e Avanete Sousa, a obra é composta por 14 textos inéditos de pesquisadores da Bahia, de outros estados do país e do Canadá, a partir de estudos historiográficos sobre a luta da Independência do Brasil na Bahia, que teve seu desfecho no dia 2 de julho de 1823.

Projeto prevê edição impressa da obra.

Os textos abordam aspectos da história social, cultural, econômica, política e religiosa da época; tratam de temas como a escravização e questões de gênero, além de figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa, e representações de festividades comemorativas do acontecimento histórico.

“No mês e ano em que comemoramos o Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, essa edição é uma contribuição da Editora da UNEB para a ressignificação e disseminação da real história dessa luta, evidenciando nela o papel decisivo do povo baiano. Uma obra que impressiona pelo seu conteúdo e pela sua beleza estética. Concebida para tocar o coração dos brasileiros”, destaca Sandra Soares, diretora da Eduneb.

Segundo Maria das Graças Leal, a coletânea é “um espaço de reflexão historiográfica sobre a Independência na Bahia. Distribuída em cinco partes, compostas por textos de historiadores e historiadoras, a obra discute os contextos de transformações político-institucionais, econômicas, culturais, sociais e simbólicas, valorizando o importante marco fundador da história baiana e nacional. Também valoriza, por meio de obras literárias e imagéticas, a riqueza artística de autoras e autores baianos que produziram representações em torno da temática da Independência”.

A edição tem curadoria artística de Marielson Carvalho e conta com ilustrações de artistas de diversos estilos e técnicas, pinturas, grafismos, fotografias, cordel, poema e crônica, evidenciando a diversidade estética da cultura baiana e nacional.

A publicação é uma parceria da Editora da UNEB (Eduneb) com a produtora cultural Mwana Produções, contando com patrocínio da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) e do Governo do Estado, por meio do programa Fazcultura.

O projeto da obra, aprovado no Fazcultura, prevê a impressão de mil unidades do livro, inicialmente, a serem distribuídas gratuitamente em bibliotecas comunitárias e escolares, universidades, para parceiros, patrocinadores e equipe envolvida na criação da obra.

Texto: Mwana Produções, com edição da Ascom. Imagens: Divulgação.

Editora da UNEB (Eduneb) lança coletânea sobre guerra na Bahia pela Independência do Brasil: dia 26/7

Obra reúne 14 textos inéditos de pesquisadores e rica ilustração.

A Editora da UNEB (Eduneb) vai lançar a coletânea Bahia, 2 de Julho: uma guerra pela Independência do Brasil, no formato e-book, no próximo dia 26 de julho, às 16h, no Teatro UNEB, Campus I, em Salvador.

Organizada pelas docentes Maria das Graças Leal, Virgínia Barreto e Avanete Sousa, a obra é composta por 14 textos inéditos de pesquisadores da Bahia, de outros estados do país e do Canadá, a partir de estudos historiográficos sobre a luta da Independência do Brasil na Bahia, que teve seu desfecho no dia 2 de julho de 1823.

Os textos abordam aspectos da história social, cultural, econômica, política e religiosa da época; tratam de temas como a escravização e questões de gênero, além de figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa, e representações de festividades comemorativas do acontecimento histórico.

“No mês e ano em que comemoramos o Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, essa edição é uma contribuição da Editora da UNEB para a ressignificação e disseminação da real história dessa luta, evidenciando nela o papel decisivo do povo baiano. Uma obra que impressiona pelo seu conteúdo e pela sua beleza estética. Concebida para tocar o coração dos brasileiros”, destaca Sandra Soares, diretora da Eduneb.

Segundo Maria das Graças Leal, a coletânea é “um espaço de reflexão historiográfica sobre a Independência na Bahia. Distribuída em cinco partes, compostas por textos de historiadores e historiadoras, a obra discute os contextos de transformações político-institucionais, econômicas, culturais, sociais e simbólicas, valorizando o importante marco fundador da história baiana e nacional. Também valoriza, por meio de obras literárias e imagéticas, a riqueza artística de autoras e autores baianos que produziram representações em torno da temática da Independência”.

A edição tem curadoria artística de Marielson Carvalho e conta com ilustrações de artistas de diversos estilos e técnicas, pinturas, grafismos, fotografias, cordel, poema e crônica, evidenciando a diversidade estética da cultura baiana e nacional.

A publicação é uma parceria da Editora da UNEB (Eduneb) com a produtora cultural Mwana Produções, contando com patrocínio da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) e do Governo do Estado, por meio do programa Fazcultura.

Texto: Mwana Produções, com edição da Ascom. Imagens: Divulgação.

UNEB participa do cortejo do 2 de Julho, homenageando a luta do povo baiano: domingo (2), concentração às 7h, na Lapinha – veja PROGRAMAÇÃO

Neste ano, os festejos comemoram os 200 anos da Independência do Brasil na Bahia.

Com tiranos não combinam brasileiros, brasileiros corações.

Esses versos do Hino ao 2 Julho, também Hino Oficial do Estado da Bahia, vão estampar banners, camisas e outras peças com que a comunidade acadêmica da UNEB, mais uma vez, participará do cortejo em celebração à data magna dos baianos.

Neste ano, a participação da universidade nos festejos – que marcam o Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia.

Gestores, servidores técnicos e docentes, estudantes e parceiros da comunidade acadêmica da UNEB vão se concentrar neste domingo (2), às 7h, no monumento a Maria Quitéria, localizado no Largo da Soledade, bairro da Lapinha, em Salvador.

Acesse aqui programação completa da UNEB no 2 de Julho

O cortejo, depois da abertura dos festejos, percorre diversas ruas e localidades do centro histórico da capital baiana, finalizando com a chegada à praça do Campo Grande.

Venha participar também do 2 de Julho com a UNEB!

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Imagem: Marina Marques/Ascom.

Ascom Recomenda: Prêmio Luís Henrique Tavares seleciona textos até 1º de outubro

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) prorrogou até o dia 1º de outubro, as inscrições para o Prêmio Luís Henrique Dias Tavares, instituído através da Portaria n° 464/2020, que tem o objetivo de selecionar textos alusivos à temática das lutas pela Independência da Bahia, que culminaram no Dois de Julho.

O material selecionado ganhará publicação digital em uma edição especial da Revista Estudos, do Instituto Anísio Teixeira (IAT). Podem participar docentes, discentes, profissionais da Educação Básica e da Educação Superior, além de pesquisadores/estudiosos da rede pública estadual de Educação Superior. As inscrições são online e seguem abertas até o dia 1º de outubro.

O prêmio é subdividido em dois grupos:

– Grupo I é composto por pessoal do suporte técnico-administrativo e discentes da Educação Básica, que deverão produzir textos do campo da literatura, nos seus variados gêneros, ou em linguagem imagética.

– Grupo II é composto por docentes da Educação Básica, pesquisadores, docentes, discentes e pessoal do suporte técnico-administrativo das Instituições Estaduais de Ensino Superior, envolvendo a produção de textos do campo da literatura nos seus variados gêneros; do campo técnico/científico; de registros de estudos e pesquisas; e linguagem imagética.

No ato da inscrição, o autor deverá fazer upload do texto com o arquivo salvo com o nome do autor em campo para esta finalidade, integrante do formulário eletrônico. O arquivo não deve ser superior a 10 MB. Somente serão aceitos textos nos formatos Word (textos escritos) e JPEG/PNG (textos imagéticos).

Ao realizar a inscrição, os autores concedem seus direitos autorais para a publicação na Revista Estudos IAT e ao Instituto Anísio Teixeira, com permissão para compartilhamento do trabalho em atividades educacionais e não comerciais, com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.

A relação dos autores e títulos dos textos selecionados será publicada no dia 18 de novembro. As produções serão publicadas na Revista Estudos IAT, no dia 8 de dezembro.

Mais informações sobre regras de participação e submissão podem ser encontradas no edital.

Academia de Ciências da Bahia comemora Dois de Julho em evento virtual

A Academia de Ciências da Bahia está articulando uma grande comemoração pela passagem do Dois de Julho, que marca as celebrações pelas lutas de Independência do Brasil na Bahia.

Desta vez, por conta da pandemia da Covid-19, a manifestação, que percorria o trajeto tradicional em bairros do Centro Histórico de Salvador, acontecerá de forma virtual, num grande encontro na rede, reunindo instituições entre universidades e entidades federais e estaduais.

A comemoração virtual do 2 de Julho será marcada por um ampla programação de atividades, das 9h às 17h. A abertura contará com pronunciamentos do presidente da ACB, Jailson Andrade, do presidente da Andifes, João Carlos Salles, da secretária da SECTI, Adelia Pinheiro, e outros convidados.

Na parte da tarde, estão concentradas as mesas de discussões, que abordarão temas como o próprio significado histórico, político e social da data, a pandemia da Covid-19 e seus reflexos sobre a ciência, além de questões relacionadas com a pesquisa e o desenvolvimento científico.

O sistema de transmissão online da programação será o mesmo adotado recentemente pelo Congresso Virtual da UFBA.

*Com informações da academia de Ciências da Bahia, no site cienciasbahia.org.br/vernoticias.