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PRAES, 15 ANOS: UNEB celebra história e conquistas da pró-reitoria em evento marcado pela emoção

Gestores, ex-gestores, representantes estudantis e comunidade acadêmica participaram da celebração.

Um evento marcado pela emoção dos participantes celebrou o aniversário de 15 anos da Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Praes) da UNEB, realizado ontem (11) no auditório do Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET) do Campus I, em Salvador.

Com transmissão ao vivo pelo canal da TV UNEB no YouTube, a celebração foi prestigiada pela reitora Adriana Marmori, a vice-reitora Dayse Lago, pró-reitores e outros gestores, representantes estudantis, docentes e técnicos administrativos da universidade.

Além da reitora e da vice-reitora, compuseram a mesa de honra o pró-reitor Magno Merces (Praes) e as representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Mariela Santos, e do Movimento das Casas de Estudantes (MCE) da universidade, Gabriela Mendes.

Com o tema “15 anos Praes: movimento, acolhimento e luta”, a programação teve início com uma apresentação musical do Grupo Jam e exibição de um vídeo comemorativo da data (veja abaixo).

“Estou aqui tomada pela emoção e, ao mesmo tempo, pela alegria de estarmos comemorando os 15 anos da Praes, uma história da qual participei ativamente e afetivamente antes mesmo da criação da pró-reitoria”, afirmou Adriana Marmori.

Reitora Adriana Marmori recebeu agradecimento especial do pró-reitor Magno Merces: atenta e perspicaz.

A reitora fez uma breve retrospectiva dos movimentos e processo histórico que resultou na constituição da Praes em 2009, na gestão do ex-reitor Lourisvaldo Valentim, quando Adriana Marmori era pró-reitora de Extensão (Proex) da UNEB, saudando “todos os pró-reitores e as pró-reitoras que estiveram à frente da Praes e que, com os estudantes, contribuíram para a construção coletiva da pró-reitoria e das políticas de assistência e permanência estudantil nesses 15 anos”.

Avançamos em muitos pontos nessa trajetória, mas precisamos avançar em outros. O mais importante é que precisamos viver a Praes – e viver a Praes é viver o sentimento e o sentido de ser estudante, hoje e sempre, para estarmos sempre aprendendo, contando com outras mãos, outras cabeças, outros olhares, para que a gente se constitua enquanto gente. Agradeço e parabenizo todas e todos que estão nessa trabalho e nessa luta”, ressaltou Adriana Marmori.

Emocionada também, a vice-reitora Dayse Lago relembrou as dificuldades que enfrentou para se manter como estudante na universidade, quando não havia politicas de assistência estudantil.

“Hoje temos essa perspectiva de os estudantes serem protagonistas, de estarem fazendo conosco, gestores, e construindo a universidade conosco. E isso é fruto do compromisso que esta gestão tem com a escuta das demandas do estudantes. Que a Praes continue nesse movimento de escuta constante, se aperfeiçoando, para que possamos oferecer o melhor para os estudantes”, enfatizou Dayse Lago.

Agradecendo a presença de todos, em especial dos estudantes e dos ex-pró-reitores da Praes, Magno Merces destacou o apoio recebido da reitora Adriana Marmori e de sua equipe de gestão para desenvolver as atividades e programas da pró-reitoria.

Adriana Marmori e Magno Merces (ao centro) parabenizaram os ex-pró-reitores da Praes pela dedicação e legado.

“Quero agradecer a essa gigante que é a nossa reitora, por todo à Praes, uma gestora sempre atenta e perspicaz com a pauta estudantil. Tanto que foi ela, na época como pró-reitora de Extensão, que criou a Praes, claro que em uma construção coletiva, mas foi ela que liderou esse movimento”, reforçou Magno Merces.

O pró-reitor apresentou ainda o selo “Inspira Praes“, um projeto que “se destina a promover encontros de integração entre os membros da equipe da pró-reitoria, momentos de aproximação com temáticas que circundam as políticas de assistência estudantil e as demandas atuais da comunidade discente”.

As representantes discentes também reconheceram a relevância do trabalho da Praes. “Eu sou filha do Universidade para Todos (UPT), filha das cotas da UNEB, e sempre pude contar com a Praes nessa luta pela permanência na universidade”, contou Mariela Santos, do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

“Esta é uma data especial para parabenizar e agradecer. Reconhecemos o empenho da gestão da UNEB e os avanços concretos que tivemos. Acima de tudo, o acolhimento e escuta ativa de nossas inquietações. Nosso muito obrigado por transformarem vidas e sonhos em realidade“, ressaltou Gabriela Mendes, do Movimento das Casas de Estudantes (MCE) da universidade.

No encerramento da celebração, foram entregues placas de homenagem à reitora, vice-reitora e outros gestores, além de ex-pró-reitores e do atual pró-reitor da Praes, e de representantes estudantis da UNEB.

Veja vídeo com depoimentos sobre os 15 anos da Praes:

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira/Ascom.

Campus XVIII comemora 25 anos com evento reunindo comunidades interna e externa: dia 13/08

O Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) do Campus XVIII da UNEB, em Eunápolis, vai realizar evento comemorativo dos 25 anos de fundação da unidade.

A iniciativa, que está agendada para o próximo dia 13 de agosto, das 19h às 21h30, no auditório do departamento, vai reunir a comunidade acadêmica e convidados da comunidade externa.

A mesa de abertura será composta por ex-diretores do DCHT e pelo atual diretor, Charles Nascimento, que discorrerão sobre a trajetória do campus e perspectivas futuras.

Na sequência da programação, serão homenageados ex-diretores, docentes, técnicos administrativos e profissionais terceirizados que contribuíram ou contribuem para a excelência do campus universitário. No encerramento do evento, estão previstos um momento cultural e a confraternização final.

Além de gestores e comunidade acadêmica do departamento, o evento contará com a presença de empresários e agentes do setor público do município e do chamado Território do Descobrimento do estado.

“O objetivo desse evento é fomentar a reflexão sobre a importância do Campus XVIII, proporcionando uma oportunidade única para celebrar a história da UNEB em Eunápolis. Desde a implantação do campus, em 1998, os cursos de licenciatura em Letras e História e de bacharelado em Turismo e Administração têm desempenhado papel fundamental na formação de professores, líderes e gestores capacitados para enfrentar os desafios do mercado de trabalho. Ao longo dessa trajetória, nossos cursos alcançaram diversas conquistas significativas que demonstram o compromisso com a excelência acadêmica e a relevância para a comunidade local e regional”, destaca o diretor Charles Nascimento.

Texto: DCHT/Campus XVIII, com edição da Ascom. Imagem: Divulgação.

Sessão especial da Assembleia Legislativa (Alba) comemora os 40 anos da UNEB; comunidade acadêmica é aclamada

Gestores, representantes da comunidade acadêmica e parlamentares compuseram a mesa solene.

A UNEB mereceu hoje (29) mais uma relevante homenagem por seu aniversário de 40 anos, celebrado neste mês.

Em sessão especial, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) comemorou a data, com a presença de gestores, técnicos administrativos, docentes e estudantes da universidade, parlamentares, autoridades, lideranças e outros convidados.

O evento, realizado no plenário da casa legislativa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, e transmitido ao vivo pela TV Alba e TV UNEB, foi proposto pelo deputado estadual Robinson Almeida.

“A UNEB, maior instituição pública de ensino superior multicampi do estado, tem as cores da Bahia e, como os festejos juninos, é diversa e está presente em todo o território baiano. A UNEB é essa aldeia que transforma vidas com educação inclusiva, o que faz dessa instituição uma universidade para todos e todas”, disse o parlamentar.

Robinson Almeida: conquistas não seriam possíveis sem a comunidade.

Detalhando em números a atuação e potência da universidade, o deputado citou que a instituição já formou 96 mil estudantes nestas quatro décadas de existência: “Com uma comunidade acadêmica atual de cerca de 30 mil pessoas, entre discentes, técnicos e docentes, distribuída por 31 departamentos em 26 campi na capital e interior, a UNEB forma hoje 2,1 mil profissionais por ano em 170 opções de cursos presenciais e a distância, tem 30 mestrados e doutorados, e mais de 800 projetos de extensão”.

E todas essas conquistas e realizações, concluiu Robinson Almeida, “não seriam possíveis sem essa comunidade acadêmica. Salve os docentes, os técnicos e os estudantes da UNEB! Vida longa para essa universidade pública, inclusiva e de excelência, que transforma vidas em toda a Bahia”.

A mesa solene da sessão, presidida pelo parlamentar, foi composta pela reitora Adriana Marmori, a vice-reitora Dayse Lago, e pelos representantes dos estudantes, Eduardo Arruda, dos docentes, Clóvis Piau, e dos técnicos administrativos da universidade, Cristina Vasconcelos, além da deputada federal Lídice da Mata, da deputada estadual Fátima Nunes, e do coordenador executivo da Secretaria da Educação (SEC) e ex-reitor da UNEB, José Bites, que representou o governador do estado, Jerônimo Rodrigues.

A homenagem foi aberta com cânticos do Coro Oyá Igbalé, projeto da UNEB coordenado pela professora Julice Oliveira.

“Não mexe comigo, que eu não ando só”

Com plenário cheio, a Alba realizou mais uma relevante celebração do aniversário da UNEB.

Em fala marcada pela emoção, afirmação e gratidão, a reitora Adriana Marmori, após saudações e agradecimentos a todos os presentes, em especial ao deputado proponente da sessão, lembrou versos de música cantada por Maria Bethânia: “‘Não mexe comigo, que eu não ando só. (…) Pensou que eu ando só? Atente ao tempo. Não começa, não termina, é nunca, é sempre. É tempo de reparar na balança de nobre cobre que o Rei equilibra. Fulmina o injusto. E deixa nua a justiça’. A UNEB tem o coletivo como riqueza e a multicampia como orgulho. Somos um e somos todos”.

Para evidenciar a presença e contribuição da universidade na Bahia, a reitora salientou que “não há como traduzir desenvolvimento do estado sem pensar na UNEB, não há como pensar políticas sociais e econômicas sem pensar na UNEB, não há como pensar em inovação e desenvolvimento tecnológico sem pensar na UNEB. Porque somos uma instituição pioneira, que rompe barreiras“.

Segundo Adriana Marmori, “a UNEB se ancora hoje basicamente em seis pontos: na sua capilaridade, que alcança o interior do estado; na implantação e defesa de ações afirmativas há mais de 20 anos; na formulação e oferta de cursos que são voltados para povos e comunidades indígenas, quilombolas e outros historicamente excluídos da educação superior; no pioneirismo dos estudos voltados para a educação a distancia (EaD); nos estudos sobre gênero e sexualidade, com sobrevagas de acesso aos nossos cursos para todas as comunidades; e na formação e preparação de jovens para o ingresso na universidade pública, a exemplo do programa Universidade para Todos (UPT), em que mobilizamos mais de 10 mil jovens em mais de 180 turmas do preparatório para vestibular”.

Reitora Adriana Marmori: rumo da UNEB é se fortalecer.

Referindo-se ao painel conhecido como “Galeota Gratidão do Povo“, do artista plástico baiano Carlos Bastos, pintado em parede do plenário da Alba, a reitora destacou: “Assim como essa galeota, a UNEB também tem rumo. O rumo da UNEB é se fortalecer a cada dia pelo que ela já se constituiu até o presente; o rumo da UNEB é inovar também os seus cursos, os seus currículos, os fluxos, atendendo as demandas acadêmicas e administrativas; e o rumo da UNEB é implantar efetivamente o campo das artes como um campo de produção do conhecimento (para além do teatro e da musica, que já implantamos)”.

E citando, por fim, o educador baiano Anísio Teixeira, o qual afirmou que “Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública”, Adriana Marmori acrescentou: “Essa máquina é a da universidade pública”.

Intitulando sua fala de “Educação, afeto e resistência: o trabalho coletivo da UNEB“, a vice-reitora Dayse Lago salientou que “é uma honra para mim, principalmente na condição de gestora, pertencer a uma das maiores universidades multicampi da América Latina”.

“Validar a UNEB, como aqui faz a Assembleia Legislativa da Bahia, significa a valorização das instituições públicas, sobretudo em tempos de descrédito da universidade pública e de negação da ciência”, asseverou a vice-reitora.

Para vice-reitora Dayse Lago, universidade transforma vidas.

De acordo com Dayse Lago, com base no lema da universidade (Hominem augere), a UNEB foi criada para o aperfeiçoamento do ser humano: “Há 40 anos a UNEB transforma vidas, realiza sonhos, traz oportunidades e forma profissionais em todo o estado. A UNEB me ajudou a escolher o lado certo. Viva a UNEB!”

Atualmente assumindo uma coordenação executiva na SEC, o ex-reitor José Bites parabenizou a reitora e vice-reitora pela gestão da UNEB, reconhecendo os avanços que vem sendo alcançados. “A UNEB está entre as universidades mais qualificadas do Brasil e, seguramente, é a mais inclusiva do país. Parabéns à UNEB! Parabéns à Bahia por esse patrimônio!”, congratulou.   

Ao final do evento, a Alba homenageou também os ex-reitores da UNEB Edivaldo Boaventura (in memoriam), Lourisvaldo Valentim (in memoriam), Ivete Sacramento e José Bites, e a atual reitora, Adriana Marmori, concedendo-lhes uma placa comemorativa da sessão.

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira/Ascom.

UNEB será homenageada pela ALBA em sessão especial pelo seu 39º aniversário

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) vai realizar, na próxima segunda-feira (6), às 10h, a Sessão Especial em Celebração aos 39 Anos da UNEB, no Plenário do Palácio Deputado Luis Eduardo Magalhães, no Centro Administrativo da Bahia (CAB). A atividade contará com transmissão ao vivo pelo canal da TV UNEB, no YouTube.

O ato comemorativo foi proposto pelo deputado estadual Bobô Tavares e pelo vereador Augusto Vasconcelos. A universidade vai disponibilizar um ônibus para transporte de membros da comunidade acadêmica, com saída única do Campus de Salvador às 9h.

A Universidade do Estado da Bahia conta com cerca de 26 mil estudantes em cursos de graduação e pós-graduação, ofertados nos 24 campi e em dois avançados, na capital e no interior. Ela está instalada fisicamente em 19 territórios de identidade do estado, e seu quadro profissional é de 872 servidores técnico-administrativos e 2.546 docentes.

Em mês de celebrações, a UNEB segue também com a sua campanha “A Universidade de Toda a Bahia”, com destaque para a multicampia institucional, para a valorização da pluralidade cultural baiana e para a sua participação no desenvolvimento dos territórios de identidade do estado. Acompanhe a programação nas páginas e perfis oficiais da UNEB nas redes sociais: @oficialuneb!

39 ANOS: UNEB celebra aniversário em evento que destacou a importância histórica da universidade de toda a Bahia

Mesa do evento contou com presença feminina hegemônica: gestoras, legisladoras e representantes

“Contar uma história significa levar as mentes no voo da imaginação e trazê-las de volta ao mundo da reflexão. Estamos aqui contando uma história, uma história de 39 anos. E a reflexão que fazemos é de que estamos no caminho certo! Salve a UNEB! Salve a universidade popular!”  

Citando versos da escritora moçambicana Paulina Chiziane, com essas palavras a reitora Adriana Marmori celebrou os 39 anos da instituição, antes de convidar a Escola Olodum para tocar com seus tambores e vozes o tradicional “Parabéns para você”, emocionando todos os presentes.

A celebração foi marcada por forte emoção dos convidados e do público

A celebração, marcada por forte emoção dos convidados e do público, foi realizada na tarde de ontem (1°), dia em que a universidade faz aniversário, no Teatro UNEB, no Campus I, em Salvador, sendo transmitida ao vivo pelo canal da TV UNEB, no YouTube.

Esta é uma universidade que nasceu para servir à Bahia, para produzir ciência em todas as áreas do conhecimento em todos os territórios do estado. Uma universidade popular, inclusiva, aberta às comunidades e pessoas mais vulneráveis, mulheres, LGBTQIA+, negros, quilombolas, indígenas, idosos, pessoas com deficiência, enfim todas, todos e todes. Porque somos multicampi, multirregional, estamos em toda a Bahia!”, comemorou a reitora.

Dirigindo-se aos estudantes da rede pública do estado, convidados ao evento, Adriana Marmori asseverou: “Esta universidade é de vocês, e vocês devem se apropriar deste espaço!”.

Para exemplificar a potência e relevância atual da UNEB, a reitora destacou também alguns quantitativos que tornam a universidade uma das maiores do país: “Temos 147 cursos de graduação, entre bacharelados e licenciaturas; 30 cursos de pós-graduação stricto sensu, entre mestrados e doutorados; e 20 centros de pesquisas em vários campi. No programa UPT (Universidade para Todos), a UNEB está em 209 locais na Bahia, ofertando esse curso pré-vestibular gratuitamente a 10,1 mil estudantes da rede pública. E vamos avançar muito mais”.

Adriana Marmori: “Esta é uma universidade que nasceu para servir à Bahia”

Além da reitora, compuseram a mesa da homenagem, a vice-reitora Dayse Lago; as secretárias estaduais da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, e de Políticas para Mulheres (SPM), Julieta Palmeira; a diretora-geral do Instituto Anísio Teixeira (IAT), Cybele Amado; o coordenador executivo de Programas e Projetos Estratégicos da Secretaria da Educação (SEC), Marcius Gomes; representantes dos três segmentos da comunidade acadêmica: Eduardo Arruda (discentes), Flávia Lorena (docentes) e Sônia Bamberg (técnicos administrativos); e a coordenadora do Fórum de Diretores e Diretoras de Departamento da UNEB, Érica Macedo.

Os deputados estaduais Osni Cardoso, Fátima Nunes, Bira Coroa e Olívia Santana e a vereadora Maria Marighella prestigiaram o evento presencialmente, enquanto a deputada federal Alice Portugal enviou mensagem gravada – todos parabenizaram a comunidade universitária e seus gestores e a presença feminina hegemônica na mesa, reafirmando o compromisso de apoiar projetos e iniciativas da universidade nas casas legislativas.

Também participou da mesa a professora da UNEB Yeda Pessoa de Castro, umas das mais respeitadas pesquisadoras de línguas e culturas africanas. Muito aplaudida pelos presentes, a pesquisadora lançou seu novo livro Camões com dendê: o português do Brasil e os falares afro-brasileiros.

Compareceram ao teatro estudantes, técnicos e professores da UNEB, outros gestores da administração central da instituição, além de muitos convidados que participam de projetos da universidade. Na abertura, apresentaram-se o Coro Oyá Igbalé, coordenado pela docente da casa Julice Oliveira, e a Escola Olodum.

Transformando vidas, emancipando pessoas

Muitos pronunciamentos durante a celebração aos 39 anos da UNEB enfatizaram o pioneirismo da universidade na implantação de ações afirmativas, a multicampia e atuação da instituição em todo o estado, e a presença hegemônica das mulheres em espaços de poder tanto na gestão universitária, na comunidade acadêmica e mesmo na mesa do evento.

Dayse Lago: “Os 39 anos da UNEB se entrelaçam com a nossa história de vida e de muitas pessoas”

Por tudo isso, na avaliação da vice-reitora Dayse Lago, a “história da UNEB é uma história de transformação de vidas e de emancipação de pessoas”.

Meu coração está igual ao repique do Olodum, de tanta emoção! Os 39 anos da UNEB se entrelaçam com a nossa história de vida e de muitas pessoas. Fui egressa desta casa e me lembro de quantas coisas eu conquistei por estar nesta universidade. Aqui, eu me compreendi como mulher, para lutar pelos meus direitos e de tantas outras. Vida longa à UNEB”, salientou a vice-reitora.

O representante discente, Eduardo Arruda, defendeu que “esta universidade cumpre um lugar estratégico em nosso estado, como uma instituição interiorizada, que potencializa a cultura e o desenvolvimento intelectual e humano, formando no tripé do ensino, da pesquisa e da extensão, com qualidade em todos os campi do interior”. E completou: “Eu tenho muito orgulho de dizer que sou unebiano. Esta instituição representa o povo baiano“.

Coordenadora do projeto extensionista da UNEB Universidade Aberta à Terceira Idade (Uati), Sônia Bamberg, que representou o corpo técnico administrativo na mesa, também ressaltou “a grandeza da nossa instituição hoje“.

Escola Olodum e o Coro Oyá Igbalé mobilizaram o povo na comemoração do aniversário

“Como uma das fundadoras desta universidade, eu acompanhei essa história e percebo isso em todos os lugares em que chegamos. A nossa universidade está no caminho certo da inclusão social e da preocupação com os que mais precisam, com o olhar político e social da nossa comunidade. Estou muito feliz de estar vivenciando um novo ciclo da nossa universidade“, reforçou Sonia Bamberg.

A representante do corpo docente na mesa, Flávia Lorena, disse que “falar e parabenizar a UNEB neste aniversário é falar de vida e transformação. Vida também minha, que fui aluna da graduação e da pós-graduação, agora sou professora e componho o sindicato da nossa categoria (Aduneb) desta universidade. Devemos continuar nossa luta para garantir nossos direitos e a autonomia universitária, para que a UNEB continue cuidando da vida de seus professores, técnicos e discentes“.

Sonia Bamberg: “A nossa universidade está no caminho certo da inclusão social”

Na mesma linha de outras falas, a representante do Fórum de Diretores e Diretoras de Deptamento da UNEB, Érica Macedo, lembrou: “se não fosse a UNEB eu não conseguiria fazer minha graduação no interior”.

“Vamos caminhar na certeza de que estamos trilhando aqui o caminho do desenvolvimento, da pesquisa, da tecnologia e da ciência. Vamos avançar mais na interiorização, agora também da pós-graduação. Agradeço a todo corpo discente e docente e a todos os técnicos e analistas que, desde a fundação desta casa, tanto fizeram e fazem para continuarmos esta história”, concluiu Érica Macedo.

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom
Com colaboração de Danilo Cordeiro/Ascom
Fotos: Leandro Pessoa e Caio Santos/ Ascom

Em seu 38º aniversário, UNEB defende a vida, a educação, a ciência e a transformação social

Fundada em 1º de junho de 1983, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) completa hoje 38 anos de institucionalização. Frente ao cenário pandêmico e de calamidade pública, a instituição reafirma nesta data a sua defesa pela ampla vacinação de toda a população brasileira, pela liberdade de cátedra e pela inviolabilidade do direito à saúde.

Portanto, para a comunidade da UNEB: “O Nosso Presente é o seu Futuro”. E, assim, durante todo o mês serão exaltadas as trajetórias e vidas que se viram transformadas pela instituição e que também contribuem para a transformação e excelência institucional.

Em reconhecimento a essa história de inovação e de valorização das singularidades culturais, das manifestações populares e dos conhecimentos tradicionais, a campanha dos 38 anos da universidade vai contar com registros e repercussões de décadas de lutas e sucessivas conquistas coletivas da universidade e do povo da Bahia.

Durante as semanas do mês de junho, serão compartilhados relatos e depoimentos nos perfis e páginas oficiais da instituição nas redes sociais. Também ocorrerá a divulgação de reportagem especial e perfil no Portal UNEB, além da realização do lançamento de duas edições especiais do podcast “Fala, Balbúrdia!”, da Assessoria de Comunicação (Ascom).

Esta universidade, através da democratização do conhecimento e do acesso ao ensino superior, se tornou uma impulsionadora de transformações sociais. Possibilitando, assim, às baianas e aos baianos, perspectivas de prosperidade e vida. Esse é o presente institucional e o futuro da sociedade baiana! Acompanhe, curte e compartilhe as nossas ações!

Arte (home): Adriano Reis/Ascom

 

Colóquio virtual celebra os 40 anos do campus de Santo Antônio de Jesus

No próximo dia 30 de junho, o Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus V da UNEB, em Santo Antônio de Jesus, completará 40 anos de atividades. A data será celebrada com a realização do Colóquio UNEB 4.0 – uma série de transmissões virtuais através das redes sociais do Departamento.

Na programação, que acontece entre os dias 29 de junho e 2 de julho, estão previstas mesas temáticas, exibição de vídeos e um sarau artístico. Os interessados devem realizar inscrição online. O número de vagas para as mesas segue os limites do aplicativo Google Meets. Algumas das atividades contarão com emissão de certificado de 2hs.

O Centro Acadêmico de História Maria de Lourdes de Jesus (CAHIS) também homenageou o departamento contando sua história por meio de memes – texto visual comum às redes sociais.

“A ideia surge das nossas pesquisas sobre o uso de recursos tecnológicos e atuações na sala de aula, encontramos no meme um formato que dialoga com a contemporaneidade. Nesse contexto, decidimos contar a história do Campus V nessa linguagem, resgatando narrativas e pessoas que compõem a trajetória da instituição, em mescla com as datas oficiais”, explica Juliana Silva, atual presidenta do CAHIS-Maria de Lourdes de Jesus.

História – O Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus V começou suas atividades como a Faculdade de Formação de Professores (FFP) de Santo Antônio de Jesus. Em seus 40 anos promovendo a educação de ensino superior de qualidade, já diplomou cerca de 2.600 profissionais de diferentes áreas de atuação: educadores nas áreas de Espanhol, Geografia, História, Inglês e Português, além de bacharéis em Administração.

“Nós nos orgulhamos de nossa história e sabemos que podemos contribuir muito com a sociedade, sempre garantindo o respeito às diferenças e a liberdade democrática como lemas inegociáveis”, destacou o professor João Evangelista, diretor do DCH V.

Atualmente, o Departamento conta com 61 colaboradores, 110 professores e mil alunos, dentre graduação, especialização e mestrado. São oferecidos seis cursos de graduação e três programas de pós-graduação (Especialização em Gestão Estratégica e Negócios, Mestrado Profissional em Letras e Mestrado em História Regional e Local).

UNEB celebra seus 37 anos de compromisso com a Ciência e o desenvolvimento social

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) foi institucionalizada em 1º de junho de 1983, fruto da mobilização popular e de uma visão vanguardista de interiorização do ensino superior. Na última segunda-feira, a sua comunidade celebrou, de maneira diferente, os seus 37 anos de compromisso com a Ciência e com o desenvolvimento social brasileiros.

Profissionais do Programa de Residência da UNEB mantêm atividades frente à pandemia

Houve aqueles que estiveram na linha de frente do combate ao novo Coronavírus. Outros ofereceram ajuda aos mais vulneráveis a essa pandemia, ou planejaram e executaram ações administrativas, de ensino, pesquisa, extensão e inovação de modo presencial ou remoto.

Todos eles, cientes ou não, celebraram a UNEB, já que foram transformados por essa instituição e a continuam transformando. Assim, o que tem se modificado são as realidades do estado da Bahia. Em sua multicampia, a universidade hoje está em todos os territórios de identidade baianos, com 25 campi e em diversos polos, programas e projetos.

“Os desafios ainda são muitos. Mas, neste momento, mais do que nunca, é importante agradecer a toda a comunidade unebiana: estudantes e servidores que se empenham diariamente na construção dessa universidade comprometida com o desenvolvimento do nosso Estado”, destaca o reitor, José Bites de Carvalho.

São 37 anos de muita luta, de inúmeros desafios e de relevantes conquistas. A sua história se confunde com a do ensino superior no estado, e o seu compromisso continua sendo pela garantia de uma universidade pública, gratuita, de qualidade, diversa e popular.

O papel da Ciência!

Especialmente frente à pandemia da Covid-19, a universidade pública reafirma o seu caráter transformador e a importância da produção científica para o combate às atuais crises sanitárias e de saúde pública, assim como para o desenvolvimento local, regional e nacional.

Servidores e estudantes de diversos campi produzem protetores faciais

Ciente disso, a comunidade acadêmica da UNEB tem empreendido esforços em todos os cantos da Bahia. Em vários campi, impressoras 3D trabalham incessantemente sob orientação de especialistas para o desenvolvimento de equipamentos de proteção individual (EPI).

Muitos estudantes e professores utilizam seus telefones e computadores para monitorar pacientes com sintomas da Covid-19, ou se articulam para arrecadação e distribuição de cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Colaborações também têm sido ofertadas para o funcionamento dos abrigos de campanha do Governo do Estado ou para a compreensão do momento vivido, através de lives, eventos virtuais e videoconferências.

Há ainda edital específico para contemplar projetos de enfrentamento à pandemia, como também deliberações institucionais para a garantia do trabalho remoto. Diante de uma demanda inédita por isolamento social, a comunidade da UNEB passou a contar com acolhimento psicológico.

Veja as ações desenvolvidas pela UNEB frente à pandemia da Covid-19

A universidade tem, dessa forma, atuado de forma importante, criando ações que buscam atenuar a escalada da contaminação. Ainda assim, os boletins epidemiológicos da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) mostram a progressão da doença no estado e revelam milhares de pessoas enlutadas pela perda de familiares e amigos.

Estudantes de Medicina da UNEB monitoram pacientes atendidos em unidades de Saúde

Por isso, a UNEB manterá por sete dias, até 8 de junho, a bandeira da universidade hasteada a meio-mastro em todos os seus campi. A medida consiste em um ato de solidariedade e respeito à dor das famílias baianas que perderam seus entes queridos, sem poder render-lhes as devidas homenagens.

Universidade pública e popular

Ao ampliar, nessas quase quatro décadas, o seu fazer para além da sua vocação primeira – a formação de professores-, a instituição tem também fortalecido a interiorização da pesquisa, através da consolidação de Programas de Pós-Graduação em diferentes cidades do estado.

Mobilização que reforça a tendência institucional vanguardista, já comprovada pela seu funcionamento multicampi e, sobretudo, quando da criação do sistema de cotas para negros e negras, hoje ampliado com reserva de sobrevagas para indígenas e outras populações historicamente sem acesso ao ensino superior.

A UNEB é um patrimônio do povo baiano. A partir do desenvolvimento da pesquisa, do ensino de graduação e pós-graduação e da extensão universitária, ela se consolida como uma instituição promotora de direitos sociais e humanos, de respeito à diversidade e de desenvolvimento da Ciência não só para o estado, como para o Brasil”, ressalta o secretária da Educação (SEC-BA), Jerônimo Rodrigues.

Drive Thru Solidário arrecadou 1,2 tonelada de alimentos e itens de higiene

Associada à política de cotas, a UNEB criou programas próprios destinados à assistência estudantil, bem como iniciativas junto ao Governo do Estado para a garantia não somente do acesso desses indivíduos à educação superior, como também de meios para a sua permanência.

Esse projeto de vanguarda, que segue ainda em curso, ampliou a interlocução da universidade com as comunidades locais, interação estreitada por meio de ações de extensão e através da criação de projetos sociais pela universidade.

Comprometida com a democratização da educação superior, a instituição mantém-se entre as parceiras do projeto Universidade para Todos (UPT), da SEC-BA, que prepara estudantes ou egressos da rede pública para vestibulares e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  

Durante esse período de isolamento social, a iniciativa desenvolveu a plataforma aberta e gratuita UPT/UNEB – Estudante em Casa, com conteúdos especialmente desenvolvidos para auxiliar pré-vestibulandos que possuam dispositivo com acesso à internet. 

UPT/UNEB disponibiliza plataforma preparatória gratuita para pré-vestibulandos

“Celebrar os 37 anos da UNEB é necessário para reconhecer a contribuição da maior universidade pública do Norte e Nordeste para a formação de professores e para o fortalecimento das condições de melhoria de vida de milhares de jovens, que tiveram a oportunidade do acesso à educação superior a partir da sua implantação nos mais diversos territórios da Bahia”, destaca o coordenador executivo de Projetos Estratégicos da SEC-BA e professor da instituição, Marcius Gomes.

Diante de todos os desafios impostos pela atual conjuntura, a UNEB mantém-se firme e segue fazendo a diferença em todos os cantos do estado, pautada pela atenção à saúde e à segurança dos seus públicos, com a regulamentação do seu Plano de Ação para o enfrentamento à pandemia da COVID-19 (Resolução CONSU Nº 1.406/2020),  e com os trabalhos para o desenvolvimento de documentos norteadores para a superação do período pandêmico.

Imagem (home): Arte de Adriano Reis/Ascom

UNEB completa 36 anos de institucionalização: “Uma história de toda a Bahia”!

A história da UNEB consiste em importantes registros da educação superior baiana. Sua institucionalização foi vanguardista e uniu instituições da capital e do interior do estado em prol de um projeto multicampi, multipolar, de Universidade pública, gratuita, de qualidade e popular.

Assim, a partir de 1983, o aniversário da Universidade do Estado da Bahia passou a ser comemorado em 1º de junho. Nestes 36 anos, a UNEB consolidou a sua atuação social na interiorização da educação superior, com a consolidação dos seus 24 campi (em 19 territórios de identidade do estado) e a recente criação de dois campi avançados; e na formação de professores para a educação básica, com sua fortalecida graduação e com a execução de programas como o Rede UNEB 2000.

Outra prioridade é a inclusão social, sobretudo, através da adoção de políticas de ações afirmativas. Destaca-se que esta foi a primeira Universidade do Brasil a implementar, por deliberação própria, o sistema de cotas para negros e negras e, posteriormente, para indígenas.

Hoje, também são contemplados com reserva de sobrevagas quilombolas; ciganos; pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista e altas habilidades; transexuais, travestis e transgêneros, reafirmando o caráter popular, inclusivo e socialmente referenciado da UNEB.

A interiorização da pós-graduação stricto sensu, os cursos de mestrado e doutorado, e a internacionalização das suas iniciativas acadêmico-científicas também são pautas institucionais e estão em crescimento, sobretudo, desde a última década.

Essas políticas, que se tornaram princípios institucionais, contribuíram decisivamente para o seu reconhecimento e legitimidade perante a sociedade baiana, que tem nesta Universidade uma referência de instituição comprometida com a formação cidadã e com o desenvolvimento humano e social.

Os desafios ainda são muitos, a exemplo do fortalecimento das políticas de acesso e permanência estudantis com qualidade; da viabilização de alternativas de valorização do trabalho e ampliação das políticas de formação e qualificação dos servidores; da definição da política de permanência docente nos campi do interior e, em especial, de um novo modelo de financiamento público para a sua sustentabilidade, de forma a atender as demandas desta sociedade contemporânea.

Essencial é o fato de que a Universidade do Estado da Bahia e o povo baiano mantêm-se firmes. Lutam e sempre lutarão pelo direito à Educação Superior de qualidade e gratuita. São 36 anos de inúmeras conquistas. São mais de três décadas de uma história de toda a Bahia, que continuará a ser escrita por quem transforma e se vê transformado pela Educação!

Universidade do Estado da Bahia (UNEB)