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UNEB realiza 15ª edição do projeto Luzes de Natal e convida comunidade à solidariedade; doações até 15/12

A UNEB está realizando, neste mês, mais uma edição do projeto Luzes de Natal 2025, que visa congregar a comunidade acadêmica ao espírito natalino de amor e solidariedade ao próximo.

A campanha, uma iniciativa da Reitoria com organização da Assessoria de Comunicação (Ascom) da universidade, está completando 15 anos de existência trazendo o lema “Luzes de Natal 2025: Semeie amor, colha sorrisos“, para promover o espírito de gentileza e cuidado na comunidade acadêmica.

Nessa edição, o projeto vai acolher em Salvador a Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM), a qual atende cerca de 80 crianças de zero a cinco anos de idade que vivem ou convivem com o vírus do HIV. Além disso, a instituição assiste 30 famílias em casas de apoio e distribui cerca de 750 cestas básicas por mês a famílias em situação de vulnerabilidade social.

Assim, para o IBCM a comunidade unebiana da capital pode doar – até o dia 15 de dezembro – pacotes de leite em pó integral e brinquedos infantis, na sala da Ascom, localizada no térreo do Pavilhão de Aulas Multidisciplinar (PAM), no Campus I.

Os brinquedos também podem ser doados na Brinquedoteca Universitária Paulo Freire, sediada no Departamento de Educação (DEDC) do campus, porque, nessa edição, o Luzes de Natal está apoiando a campanha “Gesto Concreto”, da brinquedoteca.

Para facilitar as doações, entre os dias 12 e 15 de dezembro, equipe da Ascom visitará os setores e unidades do Campus I para coleta.

Outra novidade neste ano é a parceria do Luzes de Natal com a Editora da UNEB (EdUNEB): no lançamento coletivo de livros da editora, que vai acontecer no dia 15 de dezembro, às 14h, no auditório do Centro de Pesquisa em Educação e Desenvolvimento Regional (CPEDR), no campus, quem doar um pacote de leite pode adquirir um livro pelo valor de R$ 15.

Como a proposta do Luzes de Natal é alcançar também a multicampia da UNEB, como ocorreu em edições anteriores, no caso dos campi no interior do estado, o projeto recomenda a doação de brinquedos infantis nas brinquedotecas locais, para serem distribuídos a creches e instituições beneficentes escolhidas por cada brinquedoteca.

Veja o card da campanha

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Imagens: Anderson Freire/Ascom.

ENTREVISTA: UNEB recebe a exposição “Zona Dolorosa”, de Mariana Meireles

ASCOM ENTREVISTA

Mariana Meireles concedeu entrevista em sua exposição na Reitoria da UNEB

A dor que atravessa silenciosamente o cotidiano docente dificilmente cabe em palavras. É esse o ponto de partida da exposição “Zona Dolorosa – Quando a dor passa a existir“. A mostra resulta da pesquisa de pós-doutorado “Visualidades da dor: um ensaio sobre condições de trabalho e mal-estar docente no ensino superior”, desenvolvida no Grupo de Pesquisa (Auto)Biografia, Formação e História Oral (Grafho), da UNEB, e vinculada ao Instituto Nacional de Política Educacional e Trabalho Docente (INCT Gestrado), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sob supervisão dos professores Elizeu Clementino (UNEB) e Jorge Ramos do Ó (Universidade de Lisboa, Portugal).

Após estrear na Capela da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, em setembro de 2024, e ser exibida no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em julho deste ano, “Zona Dolorosa” chega agora ao Brasil. A exposição pode ser visitada até o próximo dia 19 de novembro, no Hall da Reitoria da UNEB, Campus I, em Salvador, das 8h às 18h.

De modo poético, a mostra transforma a dor docente em metáfora visual, destacando a crescente preocupação com a saúde e o mal-estar no trabalho. Segundo a professora Mariana Meireles, o objetivo é dar forma ao que é íntimo, sensível e majoritariamente invisível no cotidiano dos professores.

“Zona Dolorosa” integrou ainda a programação do XIV Encontro Internacional da Rede Estrado, realizado entre 11 e 14 deste mês, no mesmo campus da UNEB.

Como surgiu esse projeto?

Mariana Meireles – O projeto da exposição surgiu de uma análise profunda dos dados biográficos compartilhados por professores universitários. A partir desse processo de depuração, desenvolvi a performance e o roteiro narrativo, que foram capturados pelo olhar sensível do fotógrafo Itarcio Lima. Ao usar meu próprio corpo como extensão da pesquisa, observei as nuances da profissão presentes nos 213 docentes participantes. Pela escuta atenta, procurei compreender tanto os corpos automatizados pelo trabalho quanto a forma como cada professor lida com suas sensibilidades ao narrar sua experiência profissional.

O que representa a “zona dolorosa”?

Mariana Meireles – A expressão legitima a experiência subjetiva da dor, oferecendo a possibilidade de explorar, por meio da imagem, a realidade vivenciada pelos docentes universitários. Nesse contexto, o trabalho com a fotografia se configura como uma tentativa não apenas de representar o fenômeno em questão, mas, principalmente, de extrair delas (fotografias) um conhecimento.

Que corpo você busca apresentar na exposição?

Mariana Meireles – O corpo dos professores, revelado em um processo poético que ativa camadas de significados por três vias: sensorial, óptica e tátil. A exposição evidencia as relações circunstanciais e intersubjetivas que marcam esses corpos, mostrando como eles enfrentam, de modo frequentemente desconcertante, o ato de ensinar e produzir ciência na contemporaneidade.

Como foi transformar algo tão íntimo, a dor, em imagem?

Mariana Meireles – Foi um processo profundamente poético e cuidadoso. Trabalhamos a partir da visão, da escuta e da sensibilidade corporal, permitindo que o próprio corpo se expressasse por meio das imagens. A intenção jamais foi estetizar ou espetacularizar a dor, mas torná-la visível de maneira ética, sensível e reflexiva.

Como foi o processo criativo?

Mariana Meireles – Após um processo criativo e investigativo de cerca de um ano e meio, o projeto resultou em um único ensaio fotográfico. Depois, o trabalho de curadoria, em que foram selecionadas 18 imagens e organizadas em seis séries temáticas: Corpo condicionado e suas ressonâncias; Cartografia de uma imensidão íntima; Exercícios para mensurar a dor; Sintomas do mal-estar, manejos da dor; Exercícios para desatar a dor; e Sombras libertadoras.

Que elementos simbólicos aparecem nas imagens?

Mariana Meireles – Uma placa de potência oxidada que sugere a tensão entre a automação e a falência dos corpos. A fita métrica que alude à tentativa de medir a dor. A linha que reúne pontos de encontro entre o limite do que fere e as possibilidades de sutura. Um prato de moedas que expõe o trabalho como meio de vida e de morte. E, por fim, comparecem as tentativas de silenciar a dor, por meio do uso de medicamentos.

Por que as fotos são, em sua maioria, em preto e branco?

Mariana Meireles – Porque buscamos uma poética da dor que evitasse distrações. O percurso em tons monocromáticos conduz, demoradamente, o espectador pela “zona dolorosa”. Apenas duas séries fotográficas são propositalmente coloridas: as imagens de entrada da exposição, que apresentam tons avermelhados, evocando a intensidade da dor, e as imagens de saída, que optam por exibir tons esverdeados, associados à cura e ao apaziguamento.

Quais foram os principais achados da pesquisa com os professores?

Mariana Meireles – A pesquisa evidenciou que professores do ensino superior, tanto no Brasil quanto em Portugal, vivenciam forte precarização das condições de trabalho. Esse cenário impacta diretamente seus corpos, sua saúde mental e seu bem-estar, constituindo um quadro amplo de mal-estar docente. As reflexões dos próprios professores sobre essas vivências mostram que os modelos neoliberais que estruturam a academia intensificam esse sofrimento, revelando a necessidade de repensar formas de organizar o trabalho docente. Por fim, o estudo aponta para a urgência de ações conjuntas voltadas à prevenção e promoção da saúde dos docentes, fundamentadas em melhorias reais nas condições laborais.

Como essa discussão se relaciona com o contexto atual?

Mariana Meireles – A discussão conecta-se diretamente ao contexto contemporâneo, marcado por velocidade, competição, exigência de desempenho e hiperprodutividade. Esses valores, característicos da cultura contemporânea, foram incorporados à vida universitária, produzindo cansaço, sobrecarga e esgotamento entre os docentes. O hiperprodutivismo, ao priorizar quantidade em detrimento de qualidade, enfraquece o próprio papel intelectual do professor, empobrece o sentido da docência e acelera a produção do conhecimento de forma superficial. Assim, mesmo que esse modelo seja adotado para elevar indicadores e melhorar rankings institucionais, ele acaba colocando em risco ou mesmo suspendendo a função científica, política e intelectual das universidades.

Qual é o objetivo último do projeto?

Mariana Meireles – O objetivo desse trabalho é humanizar a figura do professor, recolocando o corpo e sua dor no centro das discussões sobre a profissão docente. Ao tensionar a ideia de automatização e o apagamento das experiências corporais, o acervo imagético expõe como o trabalho docente captura a vitalidade dos corpos e produz sofrimento. Em “Zona Dolorosa”, a dor ganha forma estética, tornando-se visível e pensável; ao deixar de ser apenas íntima e incomunicável, ela se torna matéria palpável nas imagens, revelando não só um sofrimento individual, mas um mal-estar compartilhado por muitos docentes. Assim, o projeto busca evidenciar que essa dor, embora pessoal, constitui também um problema coletivo e de saúde pública, cuja atenção é urgente e indispensável.

Entrevista concedida a Marcus Gomes/Ascom, com edição de Scheilla Gumes/Ascom.
Fotos: Ascom. Imagem: divulgação.

Abertura do ‘UNEB Folia Espaço Cidadania’ marca estreia da UNEB no circuito do Carnaval de Salvador

Espaço terá ações educativas para foliões e comunidade unebiana durante os dias de folia

Em clima de celebração, a UNEB fez sua estreia oficial no circuito do Carnaval de Salvador com a abertura do “UNEB Folia – Espaço Cidadania”, na última sexta-feira (28), na Biblioteca Anísio Teixeira, localizada na Avenida Sete de Setembro.

O evento de abertura do espaço foi acompanhado por estudantes, docentes, técnicos e gestores da Universidade. Representando a reitora, Adriana Marmori, a vice-reitora, Dayse Lago, comemorou a participação da instituição no circuito da folia.

“É fundamental que a UNEB participe da maior festa de rua do planeta, acompanhando os festejos e acolhendo as folionas e os foliões, pois nossa instituição defende uma gestão humanizada para todas e todos. A reitora Adriana Marmori teve a brilhante ideia de trazer a Universidade para o circuito da folia, oferecendo ações sociais e educativas para o público. Estamos com expectativas muito positivas de que, durante esses dias de festa, possamos acolher e promover ações de conscientização no combate à violência contra a mulher, à comunidade LGBTQIAPN+, ao racismo e ao machismo, produzindo saberes e trocas de experiências, contribuindo assim para uma festa verdadeiramente democrática”, destacou a vice-reitora da instituição, Dayse Lago.

Em agenda no município de Barreiras, a reitora da Universidade, Adriana Marmori, não pôde participar da cerimônia. A gestora deixou mensagem por vídeo agradecendo a toda equipe unebiana pelo empenho na organização do espaço.

“Estou muito feliz em saber que hoje estamos inaugurando um espaço de alegria e trabalho social educativo da nossa UNEB no circuito do Carnaval da Bahia, em Salvador. Agradeço a toda a equipe da universidade pelo empenho e dedicação para que esse projeto se tornasse realidade. Durante os dias de folia, esperamos levar campanhas educativas aos foliões, abordando temas como combate à violência contra a mulher, ao racismo, à transfobia, à lgbtfobia e a qualquer tipo de discriminação. Desejamos que esse espaço seja acessível a todos os membros da nossa comunidade acadêmica. Agradecemos a todas as instituições parceiras que contribuíram para a abertura desse espaço”, afirmou a reitora da Universidade, Adriana Marmori.

A iniciativa foi viabilizada em parceria com a Secretaria estadual de Cultura (Secult) e a Fundação Pedro Calmon (FPC), além de contar com o apoio das Secretarias estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), de Políticas para as Mulheres (SPM), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o Casarão da Diversidade e o Instituto Beneficente Conceição Macêdo (IBCM).

“A Fundação Pedro Calmon e a Secult acreditam que essas parcerias auxiliam na democratização da informação  e compreendem que essa proposta da UNEB está em consonância com o papel social da biblioteca pública, que deve ser caracterizada como um equipamento cultural, recebendo ações como essa, envolvendo atividades da educação e da cultura em conjunto, em prol da tradição baiana e dos festejos de uma atividade histórica e memorialística que é o Carnaval da Bahia”, frisou Tamires das Neves, representante da FPC, órgão vinculado à Secult e que administra a Biblioteca Anísio Teixeira.

Ações educativas

O espaço foi idealizado como um ambiente acolhedor e de apoio, proporcionando orientação e suporte aos foliões e à comunidade unebiana. Durante o período de funcionamento, serão distribuídos informativos, cartilhas e materiais educativos sobre prevenção e combate às violências enfrentadas por populações em situação de vulnerabilidade, violência contra a mulher, racismo, população LGBTQIAPN+, Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), além de informações sobre direitos e acesso à educação, ciência e tecnologia. Haverá ainda orientações específicas sobre saúde e prevenção voltadas para a população LGBTQIAPN+ e trabalhadores do Carnaval.

Também serão realizadas ações de divulgação do programa Universidade Para Todos (UPT), que tem como objetivo democratizar o acesso à educação, preparando cada vez mais jovens para o ingresso nas universidades públicas.

“A presença da UNEB no Carnaval não é apenas uma oportunidade de sociabilidade para a comunidade acadêmica, mas também uma forma de estar próxima da população, mostrando às populações mais vulnerabilizadas que existe uma universidade inclusiva e extremamente diversa para elas”, disse a Pró-Reitora de Extensão (Proex) da UNEB, Rosane Vieira.

A monitora do Programa UPT, Jenifer Neres, salientou a importância da presença da UNEB no Carnaval da Bahia. “Estar aqui é uma experiência única. A UNEB sempre promove a integração entre a comunidade interna e externa, levando o espaço da universidade para diversos locais da Bahia. É maravilhoso ver os foliões reconhecerem a presença da instituição no Carnaval, pois isso demonstra que a UNEB está inserida na sociedade e vai além de seus próprios muros”, considerou.

A organização do UNEB Folia Espaço Cidadania é realizada pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Assessoria Especial de Cultura e Artes (Ascult), Assessoria de Comunicação (Ascom) e o Gabinete da Reitoria da Universidade.

O espaço funcionará diariamente até o dia 4 de março, a partir das 15h. O local estará aberto à comunidade unebiana que deseja aproveitar o evento, oferecendo um local seguro e estruturado durante os dias de folia. O espaço está sujeito à lotação. Acompanhantes externos também devem se inscrever, e menores de idade só poderão acessar o ambiente acompanhados de seus responsáveis.

Confira todos os registros fotográficos da abertura do UNEB Folia Espaço Cidadania

Cobertura realizada por Rozin Daltro/Ascom, com edição de texto de Danilo Cordeiro/Ascom
Fotos: Danilo Oliveira/Ascom

UNEB firma parceria com Associação Beneficente Bembé do Mercado para implantação de Centro de Referência

Evento consolida parceria entre UNEB e Associação Bembé do Mercado para Centro de Referência.

Com o objetivo de preservar a cultura afro-brasileira, a UNEB firmou parceria com a Associação Beneficente Bembé do Mercado para criação e implantação do Centro de Referência Bembé do Mercado.

Em atividade, realizada no último dia 12 de fevereiro, no município de Santo Amaro, os representantes das duas instituições promoveram o seminário “Guardiões da tradição: diálogo para a construção do Centro de Referência Bembé do Mercado”.

O evento teve como objetivo apresentar os detentores do Bembé do Mercado e da comunidade em geral, a parceria formada entre a Universidade e a Associação.

O encontro foi marcado pela escuta aos membros do Bembé para definição de objeto, objetivo, áreas temáticas, serviços e metas de implantação, indicação de grupos de trabalho, cronograma anual de atividades para a concretização do citado centro.

“Esta colaboração entre a UNEB e a Associação Beneficente Bembé do Mercado é um marco significativo em nossa missão de promover ações afirmativas e reconhecer a importância do conhecimento ancestral. Entendemos que a ação afirmativa é o reconhecimento de que nós somos os grandes sabedores deste mundo, pois as primeiras universidades são de África. Este centro de referência será um espaço dedicado à valorização e preservação da cultura afro-brasileira, um lugar onde o saber ancestral será celebrado e transmitido às futuras gerações”, destacou a pró-reitora de Ações Afirmativas, Dina Maria Rosário.

José Raimundo Lima Chaves, conhecido como Pai Pote e presidente da Associação Beneficente Bembé do Mercado, celebrou a concretização da parceria com a Universidade. “É importante termos essa parceria com a UNEB porque fortalece não só a comunidade, mas também a associação. Além disso, nos proporciona educação e conhecimento mais elevado para a construção do nosso centro científico. Estou muito feliz com essa iniciativa, que poderá render ótimos frutos”, frisou.

A parceria para implantação do Centro de Referência conta com apoio das Pró-Reitorias de Ações Afirmativas (Proaf), de Infraestrutura (Proinfra), Sistema de Bibliotecas (Sisb), TV UNEB e da Assessoria de Comunicação (Ascom) da Universidade.

Centro de Referência será espaço científico cultural afro-brasileiro

O Centro de Referência propõe ser um espaço científico cultural Afro-brasileiro assentado nos princípios cosmológicos e epistemológicos das religiões de matriz africana localizado em Santo Amaro da Purificação.

O centro tem como propósitos a preservação da memória e história da população negra, o combate ao racismo e à intolerância religiosa e no fortalecimento da identidade e autoestima da população negra.

O espaço estará organizado nos seguintes eixos de trabalho: centro memória, centro de pesquisa e documentação, biblioteca, museu, observatório Bembé do Mercado e Núcleo de Formação Científico – Cultural.

A Associação Beneficente Bembé do Mercado é a instituição conhecida por organizar o “Bembé do Mercado”, maior celebração de candomblé de rua do mundo. A Associação reúne aproximadamente 65 terreiros de candomblé, com a finalidade de preservar os ritos e preceitos presente na festa, que é reconhecida como Patrimônio Imaterial do município de Santo Amaro, do Estado da Bahia e do Patrimônio Cultural Nacional.

Texto: Danilo Cordeiro/Ascom
Fotos: Antônio Carvalho/Ascom

CULTURA e DEVOÇÃO: Comunidade acadêmica da UNEB participa das celebrações à Iemanjá

Festa para reverenciar a Rainha do Mar, em Salvador, completou 103 anos de existência.

A UNEB marcou presença na tradicional Festa de Iemanjá, celebrada no último domingo (2), no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. A festa, que completou 103 anos de existência, reuniu milhares de baianos e turistas para homenagear a Rainha do Mar, em um evento que mescla o sagrado e o profano. 

A participação da Universidade na celebração já se tornou uma tradição e reforça o reconhecimento e a valorização da cultura do povo baiano. Estiveram presentes gestores, discentes, técnicos e professores, todos vestidos de branco e em comunhão para participar das homenagens à Rainha das Águas Salgadas. 

“É uma alegria participar deste momento com toda a comunidade acadêmica da UNEB, reverenciando a Deusa das Águas, Iemanjá. Nossa universidade é plural e diversa, comprometida com a reflexão sobre cultura e relações étnico-raciais. Este é um momento importante para mostrar que, além de produzir ciência, a Universidade defende os povos originários e a população negra, enfrentando a intolerância religiosa no Brasil e na Bahia. Estar aqui simboliza a união da comunidade acadêmica. Com o balaio que depositamos no mar, agradecemos por tudo o que realizamos em 2024 e levamos uma perspectiva de futuro, paz, união e alegria. A UNEB é de toda a Bahia, múltipla e plural, e deve estar presente nas festas populares, incentivando a população a refletir sobre o papel da universidade”, destacou a reitora, Adriana Marmori, que esteve presente na celebração. 

O chefe de Gabinete de Reitoria, Pedro Daniel Souza, destacou a importância da presença da Universidade nas festas populares. “Tivemos uma grande mobilização entre os setores da UNEB. A presença da Universidade reafirma o seu lugar nas festas populares da Bahia. A festa de Iemanjá é um grande momento de celebração da fé do povo baiano. Temos buscado marcar a presença da UNEB, uma universidade comprometida com o social e com as tradições do nosso estado e do nosso povo”, afirmou. 

O servidor da Universidade, Jorge Amaral, também ressaltou a relevância da participação da UNEB nas festas de largo: “Como servidor da universidade, considero fundamental que a UNEB esteja presente nas festas de largo, reverenciando e valorizando a cultura do nosso povo baiano”, disse. 

Para prestar homenagem à Rainha do Mar, a comunidade acadêmica da instituição montou um balaio com presentes naturais e biodegradáveis, que foi ofertado em alto-mar. 

Neste ano, a presença da UNEB na Festa de Yemanjá uniu devoção e solidariedade para ajudar quem mais precisa através da campanha Carnaval sem Fome, com arrecadação de alimentos não-perecíveis.

A organização para a participação da UNEB na festa mobilizou setores da instituição, entre eles o Gabinete da Reitoria, Pró-Reitoria de Administração (Proad), e as Assessorias Especial de Cultura e Artes (Ascult) e de Comunicação (Ascom).

Texto: Danilo Cordeiro/Ascom
Fotos: Danilo Oliveira/Ascom

 

Luzes de Natal 2024: UNEB firma parceria com Campanha Natal sem Fome e inaugura postos de arrecadação em 27 cidades baianas

A Reitoria, por meio da Assessoria de Comunicação (Ascom) da UNEB, lança a 14ª edição do Projeto Luzes de Natal. Neste ano, a iniciativa inaugura parceria com a Campanha nacional Natal sem Fome, da ONG Ação da Cidadania.

Com o tema “O afeto transforma vidas”, o projeto propõe uma grande mobilização estadual ressoando dos 27 campi unebianos, a partir de ações de combate à fome e a valorização do afeto, ampliando a abrangência da Campanha Natal sem Fome, na Bahia.

A reitora da UNEB, Adriana Marmori, reforçou a importância da parceria entre o projeto Luzes de Natal da UNEB e a Campanha Natal sem Fome, e destacou a relevância dessas ações também no combate à insegurança alimentar.

“O ato de doar vai além de um simples gesto de generosidade, é uma ação que envolve diversos aspectos de solidariedade, justiça social, sustentabilidade e bem-estar coletivo. A doação tem o potencial de transformar vidas ao garantir que os mais vulneráveis tenham acesso a uma alimentação saudável e digna”, refletiu a reitora.

Raimundo Barbosa, coordenador executivo da Ação da Cidadania – Comitê Salvador, celebrou a adesão da UNEB ao Natal sem Fome. “Com o apoio da UNEB ampliamos exponencialmente nossa presença no interior do estado, com novos postos de arrecadação nas 27 cidades onde a universidade possui campus.  Assim, conseguiremos atender ainda mais pessoas, de diferentes regiões da Bahia, chegando cada vez mais perto de quem precisa.”, destacou

A proposta para 2024 é acolher instituições que trabalham com crianças, como casas de acolhimento ao menor, lares de crianças, associações de esporte e lazer, creches.

Cada departamento da universidade, na capital e no interior, será ponto de arrecadação de alimentos não perecíveis doados pela comunidade acadêmica e público externo. As doações serão encaminhadas para as instituições acolhidas pelo projeto Luzes de Natal, localmente.

Para participar da campanha, basta procurar o posto de coleta em um dos departamentos da universidade (ver lista de postos de coleta) e fazer a sua doação entre os dias 22 de novembro e 20 de dezembro.

Entre as ações previstas pelo Projeto Luzes de Natal está o DIA LUZ. Trata-se do momento de culminância do projeto, no qual visitamos a instituição acolhida para um momento festivo e amoroso, com interação lúdica com as crianças, brincadeiras, atividades culturais, lanche.

“O afeto também está no ato de brincar, está na ludicidade do encontro. Por isso, no DIA LUZ, contaremos com a participação de todas as brinquedotecas da UNEB, na capital e interior do estado, que irão desenvolver atividades que valorizam a infância, como contação de histórias, música, dança, arte, teatro, oficinas”, detalhou Wânia Dias, assessora de Comunicação da UNEB.

Papai Noel dos Correios – Neste ano também estimulamos a participação da comunidade acadêmica na Campanha Papai Noel dos Correios.

 A iniciativa consiste na adoção de cartinhas enviadas por crianças em vulnerabilidade social com pedidos de presentes natalinos. Confira no site https://blognoel.correios.com.br/adocao/ se a sua cidade teve cartinhas recebidas pelos correios e faça a sua adoção online.

Confira a lista de postos de arrecadação de alimentos não perecíveis da UNEB na Bahia:

Campus Salvador
Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET)
Departamento de Educação (DEDC)
Departamento de Ciências da Vida (DCV)
Departamento de Ciências Humanas (DCH)
Endereço: Avenida Silveira Martins, 2555, Cabula.

Campus Alagoinhas
Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET)
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Rodovia Alagoinhas / Salvador, BR 110.

Campus Juazeiro
Departamento de Ciências Humanas (DCH)
Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS)
Endereço: Av. Dr. Chastinet Guimarães, s/n – São Geraldo.

Campus Jacobina
Departamento de Ciências Humanas (DCH)
Endereço: Av. J.J. Seabra, 158 – Bairro Estação.

Campus Santo Antônio de Jesus
Departamento de Ciências Humanas (DCH)
Endereço: Loteamento Jardim Bahia, s/n.

Campus Caetité
Departamento de Ciências Humanas (DCH)
Endereço: Av. Contorno, s/n.

Campus Senhor do Bonfim
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Rodovia Lomanto Junior, BR 407, Km 12.

Campus Paulo Afonso
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Rua do Gongorra, 503.

Campus Barreiras
Departamento de Ciências Humanas (DCH)
Endereço: BR 242, Km 4 – Loteamento Flamengo.

Campus Teixeira de Freitas
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Loteamento Jardim Caraípe, Av. SS, s/n.

Campus Serrinha
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Rua Álvaro Augusto, s/n – Rodoviária.

Campus Guanambi
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Bairro Ipanema.

Campus Itaberaba
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Rua Doutor Orman Ribeiro dos Santos, s/n.

Campus Conceição do Coité
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Av. Luís Eduardo Magalhães, 988, Jaqueira.

Campus Valença
Departamento de Educação (DEDC)
Endereço: Rua Cecília Meireles, s/n, Centro.

Campus Irecê
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Rua Tiradentes, 54.

Campus Bom Jesus da Lapa
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Av. Agenor Magalhães, s/n – Bairro Amaralina.

Campus Eunápolis
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Praça Centauro, 305 – Centauro.

Campus Camaçari
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Rodovia BA 512, Km 1.5 – Bairro Santo Antônio.

Campus Brumado
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Avenida Lindolfo Azevedo Brito, 1170, Rodovia Brumado – Livramento, Km 001.

Campus Ipiaú
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Avenida Getúlio Vargas, 769 – Centro.

Campus Euclides da Cunha
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Rua Enock Canário de Araújo, s/n – Jeremias.

Campus Seabra
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Rua Justiliano Costa, s/n – Boa Vista.

Campus Xique-Xique
Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT)
Endereço: Rua João Guimarães, Nº 1.032, bairro São Francisco.

Campus Lauro de Freitas
Departamento Multidisciplinar de Ciências e Educação (DMCE)
Rua Carlos Alberto de Oliveira, 258B – Parque Santa Julia
R. Ver. Jone Kiss, 258 – Parque Santa Julia.

Campus Intercultural Opará
Rodovia BR-110, Km 94, em Jeremoabo.

Campus Avançado Canudos
Avenida JK, S/N, Centro.

UNEB realiza nova etapa para solicitação da identificação funcional dos servidores: de 05 a 25/09

A partir desta quinta-feira (5), os servidores da UNEB poderão solicitar o requerimento de identificação funcional.

O(a) servidor(a) deverá solicitar o crachá por meio da Central de Serviços UNEB (CSU), disponível no endereço www.centraldeservicos.uneb.br. Em seguida, deve fazer login com usuário e senha de rede. Clique no ícone ‘Identidade Funcional’ e anexe a foto, observando as especificações (fundo, tamanho, arquivo, etc.).

Nesta segunda etapa, a ação contemplará apenas os servidores que não receberam o documento na primeira edição. O prazo para requerimento do crachá será até o dia 25 de setembro.

Em caso de dúvidas sobre a CSU), o servidor poderá acessar o manual e tutoriais no endereço www.epp.uneb.br/centraldeservicosuneb.

A iniciativa é realizada em parceria com a Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), Unidade de Desenvolvimento Organizacional (UDO) e da Assessoria de Comunicação (Ascom) da Universidade.

Identificação funcional

A identitificação funcional tem objetivo assegurar maior segurança à comunidade acadêmica em todos os campi e espaços em que atua na Universidade.

A iniciativa contempla todos os servidores (técnicos administrativos e docentes) do quadro efetivo da instituição, cargos comissionados e estagiários com cadastro no sistema RH Bahia.

O crachá é de uso obrigatório em todos os espaços internos de relacionamento da instituição e em representações externas da comunidade acadêmica.

O documento preserva os dados pessoais do portador, expondo apenas seu nome, cadastro e uma foto de identificação.

UNEB realiza reunião ampliada com comunidade acadêmica para construção da Rede LGBTQIAPN+ da universidade

Encontro teve participação de cerca de 90 membros da comunidade acadêmica de vários campi.

A UNEB está construindo a Rede LGBTQIAPN+ da universidade, que vai conectar diversos coletivos e ações na instituição voltados para essa comunidade.

A iniciativa está sendo coordenada por um grupo de trabalho (GT) constituído pela Reitoria, a partir de proposta surgida durante a campanha institucional do Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, ocorrida em junho passado.

Para levar a proposta a toda a comunidade acadêmica, o GT realizou na noite de ontem (21) a 1ª Reunião Ampliada para Construção da Rede LGBTQIAPN+ da UNEB.

O encontro, amplamente divulgado em listas de e-mails e redes sociais, aconteceu remotamente, via aplicativo de internet, para possibilitar a participação de membros de todos os campi e unidades da universidade.

Com a presença de cerca de 90 pessoas, entre professores, técnicos administrativos, discentes e gestores da UNEB, a reunião contou com a participação da reitora Adriana Marmori.  

Reitora Adriana Marmori e vice-reitora Dayse Lago expressaram o apoio da gestão.

“Parabenizo a todas, todos e todes que idealizaram e estão à frente dessa proposta tão importante para nossa universidade. Penso que essa rede deve ter um desenho colaborativo, de interação com outras redes que a UNEB vem estabelecendo há muito tempo, com coletivos e grupos de pesquisa. Também pode ter articulação, por exemplo, com o Grupo Gay da Bahia (GGB), com a Parada do Orgulho LGBT+ da Bahia (para a qual a universidade leva um trio), com as ações focadas na campanha “16 Dias de Ativismo na UNEB pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, em todos os campi, com reflexões e discussões, entre outras”, destacou Adriana Marmori.

A reitora colocou o apoio institucional da gestão universitária à iniciativa da rede: “Infelizmente, ainda temos muito preconceito institucional e precisamos ficar vigilantes e avançar na inclusão. Esta UNEB que defendemos há 41 anos como pública, gratuita e inclusiva deve primar pelo princípio da inclusão de todas as formas – e uma delas é a construção dessa Rede LGBTQIAPN+ institucional”, reiterou Adriana Marmori.

Também prestigiou a reunião a vice-reitora Dayse Lago: “Eu fico muito feliz em ver essa rede institucionalmente se formar. Temos muitos membros da comunidade atuando e militando nessa área, mas práticas inclusivas são da responsabilidade de todas e todos nós. E temos observado que muitas vezes os nossos colegas – sejam técnicos, sejam professores, sejam estudantes – não sabem como lidar com certas situações relacionadas à comunidade LGBTQIAPN+. Então, vemos relatos marcados de muita dor. Essa rede pode contribuir muito para enfrentar essas questões. Contem comigo”, disse a vice-reitora.

Rozin Daltro (em performance no vídeo): “Na trama do coletivo não estamos sós”.

Teia de Nós

A reunião foi conduzida pela assessora de Comunicação (Ascom) da UNEB, Wânia Dias, que relatou breve histórico, contexto e objetivos da proposta de criação da Rede LGBTQIAPN+ da universidade.

“Não queremos aqui inventar a roda. Sabemos e valorizamos a longa história de lutas e conquistas de tantas pessoas desta universidade nessa questão. A UNEB é uma universidade comprometida com a diversidade e a inclusão, vide seus documentos institucionais. Essa rede vem para agregar, somar esforços, contribuir para um ambiente acadêmico mais seguro e inclusivo em todos os campi”, esclareceu Wânia Dias.

No início do encontro, a assessora apresentou o vídeo Teia de Nós“, de autoria de Rozin Daltro, que trabalha no Núcleo de Relações Públicas da Ascom. “Não somos apenas conexões, somos abrigo e escudo, onde a presença do outro nos reafirma em um mundo que frequentemente nos desumaniza. Nossa rede é a força que nos torna visíveis e livres (…) Na trama do coletivo não estamos sós”, diz Rozin Daltro em sua performance no vídeo-poema.

Assista ao vídeo “Teia de Nós”

Visando conhecer melhor e oportunizar a participação de quem deseje colaborar na construção da rede institucional, foi disponibilizado no encontro um formulário online, acessível a qualquer membro da comunidade universitária.

Diversos coletivos e membros de centros de pesquisa relataram ações e conquistas.

Diversos coletivos e membros da comunidade LGBTQIAPN+ da universidade participaram da reunião, relatando as atividades desenvolvidas, dificuldades enfrentadas e avanços alcançados.

Entre as participações, destacou-se a do Centro de Estudos em Gênero, Raça, Etnia e Sexualidade (Cegres/Diadorim), criado em 2003 na universidade. Uma das ações pioneiras do Cegres/Diadorim é a oferta do curso de pós-graduação lato sensu (especialização) em Gênero, Raça/Etnia e Sexualidade na Formação de Educadoras/es.

Também participaram do encontro o Coletivo de Estudantes Cotistas da UNEB (Cecun), Entre Elas – Educação e Culturas, Unetrans+, Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade (Mped), entre outros.

A parte final do encontro foi destinada aos próximos encaminhamentos para consolidação da Rede LGBTQIAPN+ da UNEB. Entre as sugestões, estão a elaboração da cartilha UNEB Diversa, para distribuição em toda a universidade.

Compõem o GT constituído pela Reitoria para construção da Rede LGBTQIAPN+ da UNEB a assessora Wânia Dias (Ascom), o funcionário da Ascom, Rozin Daltro, o chefe de Gabinete da Reitoria (ChefGab), Pedro Daniel, os pró-reitores de Extensão (Proex), Rosane Vieira, de Ações Afirmativas (Proaf), Dina Rosário, e de Assistência Estudantil (Praes), Jean Santos, o secretário especial de Relações Internacionais (Serint), Elizeu Clementino, e a assessora especial de Cultura e Artes (Ascult), Nelma Aronia, e a coordenadora da Agência UNEB de Inovação (AUI), Suely Messeder.

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Imagens (prints): Danilo Oliveira/Ascom.

Novo Relatório Individual de Trabalho (RIT) docente será lançado nesta segunda-feira (15/07); RIT digital traz facilidades e mais segurança

Em reunião na Reitoria, novo sistema de relatório da docência da universidade foi apresentado.

A partir da próxima segunda-feira (15), a UNEB vai contar com mais uma relevante ferramenta digital para facilitar as atividades da comunidade acadêmica.

Reitora Adriana Mamori: nova ferramenta vai ajudar o trabalho das professoras e professores.

O novo Relatório Individual de Trabalho (RIT) estará disponível para todos os docentes da universidade.

Inteiramente digital, a nova ferramenta vai estar por 30 dias em período de adaptação, para que os professores possam conhecer funcionamento do sistema e verificar dados pessoais e profissionais.

O RIT digital foi aprovado na tarde de hoje (12), em reunião na Reitoria, no Campus I, em Salvador, presidida pela reitora Adriana Marmori e com participação das pró-reitoras de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), Rosângela Matos, e de Extensão (Proex), Rosane Vieira, da assessora de Comunicação (Ascom), Wânia Dias, do chefe da Unidade de Desenvolvimento Organizacional (UDO), Benjamin Ramos, e da coordenadora do Escritório de Processos e projetos (EPP/UDO), Cristina Cal.

RIT digital será lançado dia 15 de julho, para conhecimento de todos os docentes da UNEB.

“Estamos muito satisfeitos em poder oferecer às nossas professoras e professores mais uma ferramenta digital que vai ajudar a melhor organizar, facilitar e agilizar o trabalho docente. Quero agradecer à comissão constituída para construir esse projeto pela dedicação e qualidade”, destacou Adriana Marmori.

A reitora salientou que a nova ferramenta vai possibilitar “melhor organização da carga horária do trabalho docente, com transparência, consistência e segurança“.

“O RIT digital vai oferecer aos nossos docentes o registro completo e seguro de sua vida acadêmica – ações de ensino, pesquisa, extensão, gestão e outras atividades da docência universitária –, para que possam acessar sempre que precisarem”, disse Adriana Marmori.   

De acordo com informações da UDO, unidade que desenvolveu a nova ferramenta, o novo Relatório Individual de Trabalho será gerado a partir das informações registradas nos sistemas PIT, Sagres, RH Bahia, SPGU e Plataforma Lattes, entre outros.

Por isso, esses sistemas precisam estar atualizados e corretamente preenchidos pelo docente para que o RIT seja gerado corretamente.

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira/Ascom.

UNEB realiza sessão de cinema especial ao mês do Orgulho LGBTQIAPN+: dia 17/06, em Salvador

A UNEB, por meio das Assessorias de Comunicação (Ascom) e Especial de Cultura e Artes (Ascult), promoverá a Sessão de Cinema Orgulho LGBTQIAPN+, no dia 17 de junho.

O evento será realizado, às 17h, no Teatro da Universidade, localizado no Campus I, em Salvador.

A iniciativa celebra o mês do Orgulho LGBTQIAPN+ e compõe a campanha da universidade “Celebro a mim, celebro a ti, celebro a todes”.

Serão exibidos os filmes “Sou Point 44, amor, um arco-íris”, “Cor de pele” e “Paola”, seguindo por um debate com a professora e pró-reitora de Ações Afirmativas (Proaf) da instituição, Dina Maria Rosário, e o docente e integrante do Centro de Estudos em Gênero, Raça, Etnia e Sexualidade (Cegres/Diadorim) da universidade, Osvaldo Fernandez.

Todos os filmes que serão apresentados na sessão fazem parte da Plataforma Ecofalante.

Informações: Instagram – @ascult.uneb