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Centro de pesquisa da UNEB promove nova live da “Terça da Tese” sobre audiodescrição e linguagem cinematográfica: dia 03/09

A UNEB, por meio do Centro de Pesquisa em Educação e Desenvolvimento Regional (CPEDR), vai realizar nova live do projeto Terça da Tese, no próximo dia 3 de setembro, das 15h às 17h, via plataforma Microsoft Teams.

Dessa vez, a apresentação virtual trará o tema “Audiodescrição e a poética da linguagem cinematográfica: um estudo de caso do filme Atrás das Nuvens‘”, com a palestrante Sandra Farias, docente da UNEB.

A coordenadora do CPEDR, Leliana Sousa, idealizadora do projeto, será mediadora da live, cujo público-alvo são pesquisadores, grupos de pesquisa e comunidade acadêmica em geral.

O projeto “Terça da Tese” visa difundir a produção científica de pesquisadores da universidade (docentes, técnicos administrativos e discentes) e de outras instituições, trabalhos que contribuem para a pesquisa, o ensino e extensão universitária.

Os interessados em participar do projeto devem enviar solicitação para o e-mail cpedrtercadatese@listas.uneb.br, contendo o título e resumo do trabalho (tese) e dados do(a) autor(a).

Informações: CPEDR – tels. (71) 3117-2469/2406.

Texto: CPEDR, com edição da Ascom. Imagem: Divulgação.

Salvador: UNEB realiza curso de introdução à audiodescrição; inscrições abertas

"Curso de Introdução à Audiodescrição, às terças feiras, de 06 a 27 de agosto, das
14:00 às 18:00h, no Núcleo de Educação Especial – NEDE. O NEDE fica no corredor
atrás da Biblioteca, no Campus 1 UNEB, na Av. Silveira Martins, nº 2555, Cabula. 20
vagas. Inscrição no link: https://forms.gle/GzdSLy6aaW9A9EJUA Ministrantes:
profa. Dra. Sandra Rosa Farias e Profa. Dra. Elaine Souza (consultora).
Card de fundo branco, com recortes triangulares verticais nas laterais, em tons
marrons. O título na parte superior central, também é na mesma cor. Logo abaixo
o nome das professoras e mais abaixo os dias e horários, em marrom mais escuro.
No canto superior direito o brasão da UNEB e no inferior direito, as logos da
realização: Departamento de Educação – DEDC1; Grupo de Pesquisa e Extensão
Acessibilidade & Arte – GA&A; NEDE e Grupo de Pesquisa Inclusão e Sociedade."
Imagem acima contém audiodescrição

A UNEB, por meio do Departamento de Educação (DEDC) do Campus I, em Salvador, vai abrir inscrições para o Curso de Introdução à Audiodescrição do Núcleo de Educação Especial (Nede) da instituição.

As aulas serão realizadas nas terças-feiras do mês de agosto, das 14h às 18h, na sala do Nede, localizada atrás da Biblioteca, no Campus I. Os interessados devem preencher formulário online para realizar inscrição. A formação, à princípio, é limitada a 20 vagas.

As aulas serão ministradas pelas professoras Sandra Rosa Farias e Elaine Souza na sala do Núcleo.

A formação é uma realização do DEDC do Campus I, através do Nede e dos Grupos de Pesquisa e Extensão Acessibilidade Arte (GA&A) e de Inclusão e Sociedade.

Texto: Leandro Pessoa/Ascom

Evento sobre audiodescrição e acessibilidade acontece dia 16/11; inscrições abertas!

Os cursos de Letras/Espanhol do Departamento de Ciências Humanas (DCH) dos campi I e V, em Salvador e Santo Antônio de Jesus, respectivamente, realizam o evento “Entendendo a Audiodescrição como Integrante da Acessibilidade”, dia 16 de novembro, às 19h, no Canal da TV UNEB, no YouTube.

A live é gratuita e os interessados devem realizar inscrição no site www.sge.uneb.br.

A atividade integra o currículo das disciplinas Tópicos em tradução e Práticas de tradução e contará com a presença das professoras Sandra Rosa e Maria Auxiliadora Ferreira, com mediação da monitora Rafaela Silva.

O papo irá tratar da audiodescrição, uma das técnicas tradutórias da atualidade, comumente conhecida como descrição de imagens visuais e que já se faz presente em materiais didáticos, museus, teatros e páginas de internet.

Os participantes receberão certificado.

Informações: www.sge.uneb.br.

Projeto oferece formação em acessibilidade audiovisual para agentes culturais

A UNEB, através do Núcleo de Educação Especial (Nede), participa do projeto “Editando Sonhos: Jornada Formativa em Acessibilidade Audiovisual”. A iniciativa irá reunir virtualmente, durante o mês de fevereiro, agentes da cadeia produtiva do audiovisual para palestras, minicursos, oficinas e mostra de filmes, qualificando os recursos de acessibilidade em suas produções.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia), via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.

Os interessados devem se inscrever até os próximos dias 21 de fevereiro (nas mostras de cinema) e até 18 de fevereiro (nas oficinas). Mulheres, população LGBTQI e pessoas com deficiência atuantes no setor do audiovisual da Bahia são segmentos prioritários da ação, que visa também possibilitar o diálogo entre agentes do mercado audiovisual e produtores de acessibilidade cultural.

Serão cinco oficinas sobre os variados tipos e modalidades de recursos de acessibilidade cultural com especialistas e pesquisadores do mercado local e nacional. Dentre eles, representando a UNEB, estarão a professora Sandra Rosa Farias, que desenvolve a pesquisa Audiodescrição e Linguagem Cinematográfica e a professora Iracema Vilaronga, que possui experiência como audiodescritora em diferentes linguagens artísticas. Isaac Donato, egresso da universidade, também participará da ação ministrando uma oficina de roteiro.

A programação contará também com um festival virtual de cinema, com mostra de curtas baianos produzidos a partir de 2018 com acessibilidade, com quatro filmes a serem premiados no valor de R$ 500. Durante a programação serão exibidos diariamente três filmes de curta-metragem e um de longa-metragem, seguidos de debate entre a equipe e o público.

“Nós fomos motivados pela escassez de formação na área da acessibilidade cultural na Bahia. Existe uma demanda importante por parte do mercado cultural em relação à acessibilidade de seus produtos. Portanto, foi uma oportunidade que a Lei Aldir Blanc nos trouxe e, por outro lado, uma necessidade de promoção dessa formação”, afirma Ednilson Sacramento, um dos produtores do projeto.

Mais informações: projetoeditandosonhos@gmail.com.

 

Núcleo de Educação Especial inscreve para curso gratuito de introdução à audiodescrição

O Núcleo de Educação Especial (Nede) da UNEB está com inscrições abertas para o curso de Introdução à Audiodescrição.

A iniciativa tem como objetivo promover a iniciação de novos audiodescritores no processo de produção de traduções visuais/áudiovisuais, em materiais artísticos e eventos de qualquer natureza que requeira o visual como artefato de conhecimento.

Os interessados devem se inscrever gratuitamente  no site www.sge.uneb.br  até o dia 23 de julho. Estão sendo oferecidas 25 vagas.

O público-alvo são profissionais, estudantes e demais interessados, que buscam conhecimentos na áreas de inclusão e acessibilidade ou que atuam com os temas arte e educação. As aulas serão ministradas entre os dias 23 e 27 de julho, nas instalações do núcleo, das 8h às 17h, no laboratório do Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET). O curso conta com carga de 40 horas-aula.

A audiodescrição é um recurso tecnológico que possibilita o acesso aos conteúdos imagéticos através da descrição. O objetivo é auxiliar as pessoas com deficiência visual no contato com materiais e produções que tenham imagens como parte do conteúdo, a exemplo de exposições, cinema, teatro, dança, livros, conteúdos escolares e fotografias.

Informações: nede@uneb.br.

UNEB oferece oficina gratuita de voz para audiodescritores: 25 vagas

A UNEB, por meio do Núcleo de Educação Especial (Nede) está com inscrições abertas para Oficina de Voz.

Estão sendo ofertadas 25 vagas, exclusivamente para audiodescritores. Os interessados devem realizar inscrição online e enviar comprovante de formação na área de audiodescrição para o e-mail nede@uneb.br.

A atividade é gratuita e será ministrada pelos fonoaudiólogos Kaline Lemos, Raquel Marques e Iam Cerqueira, no dia 24 de janeiro, das 9h às 18h, na sede do Nede, no Campus I da universidade, em Salvador.

O certificado será emitido para aqueles que obtiverem o mínimo de 75% de participação no curso.

Informações: nede@uneb.br.

Curso da UNEB prepara participantes para trabalhar com audiodescrição

Os cursistas participaram de atividades teóricas e práticas. Trabalharam com desenhos, pinturas e produtos audiovisuais

Atualmente, a cegueira afeta 36 milhões de pessoas em todo o mundo. A projeção é de que, até 2050, o número cresça para 115 milhões. Esses são alguns dos dados apresentados pelo estudo publicado neste mês de agosto pela revista médica The Lancet.

Atento ao crescimento global de deficientes visuais e à ampliação da demanda por recursos de acessibilidade, o Núcleo de Educação Especial (Nede) da UNEB promoveu, entre os dias 31 de julho e 4 de agosto, o Curso de Introdução à Audiodescrição.

A iniciativa teve como objetivo divulgar as possibilidades e potencialidades do recurso comunicacional, que foi desenvolvido para dar acesso a produtos visuais ou audiovisuais para qualquer indivíduo e, sobretudo, para aqueles afetados pela cegueira ou pela baixa visão.

Sandra Regina Rosa: “a demanda é grande e será ainda maior”

De acordo com a coordenadora do Nede e do curso, Sandra Regina Rosa, a UNEB conta com 33 estudantes matriculados com algum tipo de deficiência visual. “Cada vez mais, os estudantes com deficiência estão chegando na universidade. Então, a demanda é grande e será ainda maior. Isso nos mostra o quão importante é formar mais pessoas para trabalhar em ações voltadas à acessibilidade”, salientou a docente.

Foram ofertadas inicialmente 15 vagas para esta edição, que foi a quarta promovida na universidade. Entretanto, em virtude das 35 inscrições, as oportunidades foram ampliadas para 19 participantes.

“Neste curso, fazemos questão de que todos passem pelas etapas necessárias para se fazer uma audiodescrição, mesmo que de forma inicial. São elas: pesquisa, construção do roteiro, revisão por um audiodescritor consultor (deficiente visual), gravação e edição”, explicou a pesquisadora.

Laís Lima Penha: a audiodescrição “é um mercado que está em expansão”

Os cursistas participaram de atividades teóricas e práticas. Trabalharam com desenhos, pinturas e produtos audiovisuais, sempre em busca da tradução das imagens em palavras.

Ampliação de campo

Em 2014, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) publicou instrução normativa que determina que todos “os projetos de produção audiovisual financiados com recursos públicos federais geridos pela Ancine deverão contemplar nos seus orçamentos serviços de legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais”.

Além de iniciativas como essa, o crescimento de pessoas com algum tipo de deficiência visual tem estimulado a ampliação do campo no mercado de trabalho para profissionais com qualificação em recursos de acessibilidade.

Essa foi uma das motivações de Laís Lima Penha, graduada em Letras Vernáculas e Língua Estrangeira Moderna (Espanhol) pela Ufba, para participar do curso. “Esse é um campo que ainda tem pouca gente capacitada, é um mercado que está em expansão”, avaliou.

“Tive uma experiência maravilhosa. Pena que o tempo foi curto. Mas, mesmo sendo um curso introdutório, ele nos municiou para poder pensar sobre o produto, com partes teóricas e práticas. Nos deparamos com os problemas e, na prática, chegamos às soluções de forma colaborativa”, destacou Laís.

Paulo Ricardo Cerqueira: “o curso trouxe outras maneiras de ver o recurso da audiodescrição”

A participante frisou também  que tem notado que corporações estão se aplicando para ofertar recursos como a audiodescrição para os seus clientes, a exemplo da gigante dos serviços de streaming Netflix.

A proposta metodológica do curso foi aprovada por Paulo Ricardo Cerqueira, colaborador do Núcleo de Apoio à Inclusão do Aluno com Necessidades Educacionais Especiais (Nape) da Ufba.

“Já tenho um breve conhecimento sobre audiodescrição, por ter contato com deficientes visuais no Nape, mas, o curso trouxe outras maneiras de ver o recurso. As atividades foram muito proveitosas, principalmente a parte de edição de vídeo, que eu não tinha nenhum contato”, salientou o participante.

Audiodescritor consultor

Para que todas as etapas da audiodescrição sejam cumpridas de forma adequada, existe a necessidade da participação de um deficiente visual como audiodescritor consultor. Ele deve revisar o roteiro e garantir que o produto irá comunicar, de forma efetiva para o espectador, o que se pretende.

Josevan Barbosa Fernandes: “Além de poder trabalhar na produção, sou também usuário”

Com a proposta de investir nessa carreira, Josevan Barbosa Fernandes participou do curso ofertado pelo Nede. Diagnosticado com retinose pigmentar, doença que causa a degeneração da retina, o professor tem baixa visão desde os 14 anos de idade.

Isso não impediu que ele investisse na conclusão dos seus estudos nos ensinos fundamental, médio e superior. Atualmente, já possui duas especializações e trabalha como docente de Língua Portuguesa no Colégio Estadual Vitor Soares, no bairro da Ribeira, em Salvador.

“O curso foi muito enriquecedor, nos passou muitas informações importantes que até eu, apesar de ser cego e usuário, não sabia. A prática só não adianta, precisamos também da teoria para nos desenvolvermos na audiodescrição”, ressaltou Josevan.

Após as experiências vivenciadas em uma semana de curso, o professor já se colocou à disposição do Nede para auxiliar como audiodescritor consultor: “Além de poder trabalhar na produção, sou também usuário. Posso ajudar de duas formas”.

O curso é ofertado gratuitamente e para participar basta possuir Ensino Médio completo e repertório ampliado da língua portuguesa. Nova turma deve ser ofertada no primeiro semestre de 2018.

Fotos: Cindi Rios/Ascom