O projeto de extensão Leitura de narrativas sobre as (homo)sexualidades no Brasil, vinculado ao Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus I da UNEB, em Salvador, vai realizar o lançamento da coletânea “Infância queer“, neste sábado (13), às 10h30, no Museu de Arte da Bahia (MAB), na capital.
Organizada pelo professor Nilton Milanez, do departamento, a obra literária reúne contos, crônicas e poemas de 26 pessoas, entre as quais docentes, estudantes, técnicos administrativos e egressos da UNEB, além da comunidade externa. A publicação traz “vozes que revisitam o início da vida sob novas luzes: as cores, as dores e as descobertas que atravessam corpos dissidentes desde cedo“, afirma card de lançamento. O selo é da Editora Arpillera.
A coletânea é o resultado das discussões, debates e estudos realizados por meio do Clube de Leitura LGBTI+ Independente da Bahia, uma ação do projeto de extensão.
Segundo Nilton Milanez, também idealizador e coordenador do projeto, “o clube de leitura cumpre o seu objetivo ao deflagrar uma gama variada e imensa da autoria LGBTI+ que foge ao cânone literário baiano e que luta para conquistar seu espaço de visibilidade na literatura da Bahia”.
“Destaco que as obras que debatemos e fizemos circular são de pessoas autoras baianas ou que residem na Bahia, movimentando uma esfera literária LGBTI+. Assim, veio à luz a demonstração de pertencimentos literários sobre o modo de vida LGBTI+ e sua participação social na literatura”, conta o docente.
A UNEB, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), vai realizar o lançamento da Coletânea PPAlfa Freire e a abertura da Formação de Alfabetizadores Populares no próximo dia 30 de julho, em Salvador.
A coletânea reúne seis livros para estudantes jovens, adultos e idosos populares, especialmente trabalhadores, em processo de alfabetização. As obras abordam temas que articulam áreas do conhecimento com a pedagogia dialógica do educador Paulo Freire, a qual valoriza a construção de sentidos e da consciência crítica no percurso de aprendizagem da leitura e da escrita.
Coletânea reúne seis livros para alfabetização popular.
A programação do evento, que será sediado em hotel da capital, tem início a partir das 8h, com a participação de gestores da universidade e convidados na mesa de abertura, seguida do lançamento da coletânea e de rodas formativas, que se estenderão por dois dias (30 e 31).
A Coletânea PPAlfa Freire e Formação de Alfabetizadores Populares são iniciativas relacionadas ao Edital UNEB 051/2025, que selecionou projetos e bolsistas para atuarem em turmas de alfabetização de estudantes jovens, adultos e idosos populares, em diversos municípios e comunidades do estado.
Vinculado à Proex, o PPAlfa Freire – Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos na Multicampia da UNEB objetiva alfabetizar, na perspectiva de letramento, pessoas jovens e adultas nos territórios de identidade da Bahia onde a universidade está inserida.
Para isso, o programa realiza processos formativos de professores das redes municipais e estadual de educação, além da comunidade acadêmica da UNEB, para atuarem na alfabetização de jovens e adultos.
Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Imagem e foto: divulgação.
Evento marcou o lançamento, em formato e-book, da coletânea
Bahia, 2 de Julho: uma guerra pela Independência do Brasil. Esse é o título da coletânea que narra a história do movimento social e militar e da participação decisiva do povo baiano na resistência contra as forças portuguesas no país. O livro foi lançado na última quarta-feira (26), no Teatro UNEB, no Campus I da universidade, em Salvador.
O projeto é resultado de uma parceria entre a Editora da UNEB (Eduneb) e a produtora cultural Mwana Produções, com o apoio da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) e do Governo do Estado, por meio do programa Fazcultura.
A reitora da UNEB, Adriana Marmori, ressaltou que a coletânea possibilita revisitar e recontar a história da Bahia e do Brasil.
Adriana destacou compromisso de difundir a obra
“Essa obra se destaca pelos diversos desafios de todos os conflitos que ocorreram no período do Brasil Colônia. Estou convencida de que a identidade de um povo, a resistência, a memória, as construções coletivas todas estão neste livro. É o momento de reconstrução do país, de uma nova realidade, de trazermos outras imagens, cenas e histórias reais, vividas por aqueles e aquelas, negros, indígenas que lutaram bravamente pela independência do nosso povo”, enfatizou a reitora.
Ainda em seu discurso, a gestora máxima da UNEB destacou a relevância de distribuir os exemplares da obra nas escolas. “É um compromisso, como política pública, difundir esse trabalho em todas as escolas da Bahia e fazer com que o Brasil o reconheça nos seus livros didáticos. Nós, como universidade pública, vamos, sim, fazer todo o esforço para que isso se realize”, afirmou.
Dayse: oportunidade de revisitar fatos
Segundo a vice-reitora da instituição, Dayse Lago, a coletânea é uma oportunidade de revisitar fatos da história da Independência do Brasil na Bahia com uma perspectiva crítica e atualizada. “Essa obra mostra a beleza e a riqueza da nossa história ao possibilitar uma análise aprofundada de uma data tão importante para nós baianos, desvendando fatos desconhecidos e registros equivocados do nosso passado, contado sob o ponto de vista de quem está no poder”, declarou.
Sandra: obra de valor simbólico
Para a diretora da Eduneb, Sandra Soares, a publicação é uma contribuição da UNEB, que celebra seus 40 anos e, com os parceiros e apoiadores do projeto, “revela a verdadeira história da Independência do Brasil evidenciando o papel da Bahia e dos baianos na resistência contra os portugueses, através de textos fundamentados em evidências históricas. É uma obra de valor simbólico e de uma beleza que precisa ser divulgada por todo o nosso país”, argumentou.
Resgate da história
O evento de lançamento contou com a presença de representantes da comunidade acadêmica, da literatura, da história, da sociedade civil, dos movimentos sociais e de autoridades como o secretário de Cultura (Secult), Bruno Monteiro, o coordenador-executivo de programas e projetos estratégicos da educação da SEC, José Bites de Carvalho, o diretor-presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, a deputada federal, Alice Portugal, e o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Davidson Magalhães.
Bruno: história precisa ser recuperada e transmitida
“Esta obra é mais do que um livro, é um testemunho histórico e relevante, pois a história da Independência do Brasil foi imposta e narrada sob a ótica de uma visão colonizadora. A Bahia teve um papel central na Independência do Brasil há 200 anos. A história precisa ser recuperada e transmitida principalmente nas salas de aula, nas escolas, nas universidades e em todo o sistema educacional”, salientou o secretário da Secult.
O gestor de Cultura do estado ainda destacou que a luta originada do povo “de gente simples, de negros e negras, mulheres, de indígenas, de quilombolas, dos escravizados, dos caboclos legitima as nossas lutas diárias por inclusão, por direitos e por democracia”, afirmou.
Bites: obra importante para a democracia
O coordenador-executivo de programas e projetos estratégicos da educação da SEC, José Bites de Carvalho, lembrou que a coletânea chega no momento de reposicionamento do Brasil, enquanto estado democrático de direito. “Não podemos perder de vista de que desde à Constituição de 1988, os últimos anos foram os períodos mais perigosos dos quase 35 anos de Constituição brasileira. Precisamos produzir materiais como esse e defender a nossa democracia“, asseverou.
Diretor-presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, destacou a presença feminina no desenvolvimento do projeto. “É muito gratificante ver que temos a presença marcante de mulheres dando sua contribuição para o desenvolvimento desse projeto, que valoriza a nossa história e as lutas que marcaram o nosso povo baiano e brasileiro. Assim, podemos reconhecer as mulheres nas batalhas pelo 2 de julho e homenagear Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa, figuras fundamentais para a Independência do Brasil na Bahia”, comentou.
A deputada federal, Alice Portugal, considerou que a obra “é o único documento que atualiza e mantém viva a história da luta do povo da Bahia pela Independência do Brasil nos seus 200 anos de história. E do orgulho de dizer que a UNEB quem produziu o primeiro livro sobre o 2 de julho”, frisou.
Estrutura da obra
Lançamento reuniu colaboradores do livro
Durante o lançamento, a diretora da Eduneb, Sandra Soares, mediou a mesa com os colaboradores da publicação, entre eles: a organizadora, Maria das Graças Leal, o curador artístico, Marielson Carvalho, a historiadora, Lina Brandão de Aras, e o pesquisador artístico, Daniel Soto.
Na oportunidade, Maria das Graças Leal, umas das organizadoras, apresentou a estrutura da obra. “A coletânea é composta por cinco partes, distribuídas por 14 textos historiográficos, escritas literárias e conografia, trazendo os contextos de transformações político-institucionais, econômicas, culturais, sociais e simbólicas, valorizando o importante marco fundador da história baiana e nacional“, detalhou.
Evento contou com presença de historiadores
A coletânea reúne textos de pesquisadores da Bahia, de outros estados do país e do Canadá, a partir de estudos historiográficos sobre a luta da Independência do Brasil na Bahia, que teve seu desfecho no dia 2 de julho de 1823.
Os textos abordam aspectos da história social, cultural, econômica, política e religiosa da época; tratam de temas como a escravização e questões de gênero, além de figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa, e representações de festividades comemorativas do acontecimento histórico.
A publicação conta com ilustrações de artistas de diversos estilos e técnicas, pinturas, grafismos, fotografias, cordel, poema e crônica, evidenciando a diversidade estética da cultura baiana e nacional. O curador artístico, Marielson Carvalho, contou como foi desenvolvido os elementos artísticos da obra.
“Tentei fazer uma comunhão entre arte e memória e arte e história. O maior desafio foi a partir dos textos dos autores, ter que fazer a tradução para os artistas desenvolver as ilustrações dos artigos. E a seleção desses profissionais teve um direcionamento de trazer artistas de diferentes gerações, experiências, identidades de gênero e sexualidade, raça e etnia”, descreveu o curador.
Coral Universitário da UNEB abriu a cerimônia
O projeto da obra prevê a impressão de mil unidades do livro, inicialmente, a serem distribuídas gratuitamente em bibliotecas comunitárias e escolares, universidades, para parceiros, patrocinadores e equipe envolvida na criação da obra.
Um dos exemplares da coletânea foi entregue ao presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, pelas mãos da primeira-dama da Bahia, Tatiana Velloso.
– Acesse aqui o e-book da coletânea “Bahia, 2 de Julho: uma guerra pela Independência do Brasil”
Confira galeria de fotos do lançamento da coletânea
Organizada pelas docentes Maria das Graças Leal, Virgínia Barreto e Avanete Sousa, a obra é composta por 14 textos inéditos de pesquisadores da Bahia, de outros estados do país e do Canadá, a partir de estudos historiográficos sobre a luta da Independência do Brasil na Bahia, que teve seu desfecho no dia 2 de julho de 1823.
Os textos abordam aspectos da história social, cultural, econômica, política e religiosa da época; tratam de temas como a escravização e questões de gênero, além de figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa, e representações de festividades comemorativas do acontecimento histórico.
“No mês e ano em que comemoramos o Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, essa edição é uma contribuição da Editora da UNEB para a ressignificação e disseminação da real história dessa luta, evidenciando nela o papel decisivo do povo baiano. Uma obra que impressiona pelo seu conteúdo e pela sua beleza estética. Concebida para tocar o coração dos brasileiros”, destaca Sandra Soares, diretora da Eduneb.
Segundo Maria das Graças Leal, a coletânea é “um espaço de reflexão historiográfica sobre a Independência na Bahia. Distribuída em cinco partes, compostas por textos de historiadores e historiadoras, a obra discute os contextos de transformações político-institucionais, econômicas, culturais, sociais e simbólicas, valorizando o importante marco fundador da história baiana e nacional. Também valoriza, por meio de obras literárias e imagéticas, a riqueza artística de autoras e autores baianos que produziram representações em torno da temática da Independência”.
A edição tem curadoria artística de Marielson Carvalho e conta com ilustrações de artistas de diversos estilos e técnicas, pinturas, grafismos, fotografias, cordel, poema e crônica, evidenciando a diversidade estética da cultura baiana e nacional.
A publicação é uma parceria da Editora da UNEB (Eduneb) com a produtora cultural Mwana Produções, contando com patrocínio da Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) e do Governo do Estado, por meio do programa Fazcultura.
O projeto da obra, aprovado no Fazcultura, prevê a impressão de mil unidades do livro, inicialmente, a serem distribuídas gratuitamente em bibliotecas comunitárias e escolares, universidades, para parceiros, patrocinadores e equipe envolvida na criação da obra.
Texto: Mwana Produções, com edição da Ascom. Imagens: Divulgação.
A publicação tem o propósito de colocar em evidência a participação fundamental da Bahia e dos baianos no processo de independência do Brasil do jugo da Coroa Portuguesa.
Participam autores e pesquisadores, que possuem no mínimo o título de mestrado, vinculados à UNEB ou a outras instituições, com resultados de pesquisas originais e inéditas sobre a Independência na Bahia, relacionados a alguns dos aspectos: história social; cultural; econômica; política; religiões; escravidão; gênero; representações relativas a festividades comemorativas da independência e a figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa.
A publicação tem o propósito de colocar em evidência a participação fundamental da Bahia e dos baianos no processo de independência do Brasil do jugo da Coroa Portuguesa.
Participam autores e pesquisadores, que possuem no mínimo o título de mestrado, vinculados à UNEB ou a outras instituições, com resultados de pesquisas originais e inéditas sobre a Independência na Bahia, relacionados a alguns dos aspectos: história social; cultural; econômica; política; religiões; escravidão; gênero; representações relativas a festividades comemorativas da independência e a figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa.
A publicação tem o propósito de colocar em evidência a participação fundamental da Bahia e dos baianos no processo de independência do Brasil do jugo da Coroa Portuguesa.
Participam autores e pesquisadores, que possuem no mínimo o título de mestrado, vinculados à UNEB ou a outras instituições, com resultados de pesquisas originais e inéditas sobre a Independência na Bahia, relacionados a alguns dos aspectos: história social; cultural; econômica; política; religiões; escravidão; gênero; representações relativas a festividades comemorativas da independência e a figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa.
A Editora da universidade (Eduneb) está com inscrições abertas, até o dia 16 de janeiro, para submissão de artigos para compor a coletânea comemorativa do Bicentenário da Independência na Bahia.
A publicação tem o propósito de colocar em evidência a participação fundamental da Bahia e dos baianos no processo de independência do Brasil do jugo da Coroa Portuguesa.
Podem participar autores e pesquisadores, que possuam no mínimo o título de mestrado, vinculados à UNEB ou a outras instituições, com resultados de pesquisas originais e inéditas sobre a Independência na Bahia, relacionados a alguns dos aspectos: história social; cultural; econômica; política; religiões; escravidão; gênero; representações relativas a festividades comemorativas da independência e a figuras como Maria Quitéria, Joana Angélica e Maria Felipa.
Os interessados deverão enviar os artigos, exclusivamente, para o e-mail coletaneabicentenario@uneb.br, informando no campo assunto “CHAMADA PÚBLICA PARA COLETÂNEA COMEMORATIVA DO BICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA NA BAHIA”, junto com a documentação solicitada no edital.
O processo seletivo consiste na avaliação dos textos em conformidade com os requisitos e condições para submissão descritos no edital, mais avaliação de pareceristas adhoc, na forma do duplo-cego, na qual não é possível identificar autoria dos proponentes dos textos. O resultado dos textos selecionados será divulgado no dia 7 de março.
A iniciativa é em comemoração aos 13 anos do projeto de extensão em texto literário, coordenado pela professora. O tema da coletânea destaca: “Amor, fé, amizade, esperança, alegria… temáticas que reflitam luz em nossas vidas!!”.
Podem participar estudantes que fizeram ação sobre texto literário, a comunidade acadêmica da UNEB, e também a comunidade externa da instituição.
Na primeira etapa, os interessados devem enviar até três poemas ou cordéis autorais para o e-mail amngomes@uneb.br, até o dia 2 de fevereiro.
As inscrições podem ser solicitadas enquanto houver vaga disponível das 70 oportunidades abertas para os interessados.
A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd) da UNEB divulga chamada pública para inscrições de submissão de artigos da “Coletânea Série Práxis e Docência Universitária – volume 9”.
A seleção é destinada aos professores da educação superior. Os artigos devem se configurar como analíticos e fundamentados de práticas pedagógicas e inovadoras, que tenham relação entre teoria e a prática.
Os interessados em submeter trabalhos (ver regras) devem enviá-los entre os dias 1º de agosto e 12 de setembro, através do e-mail seriepraxis@uneb.br.
Além da Prograd, a iniciativa é realizada em parceria com a Editora da universidade (EdUNEB) e com o grupo de estudo e pesquisa Docência Universitária e Formação do Professor (Dufop), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da instituição.