O colegiado do curso de Fisioterapia, do Campus I da UNEB, em Salvador, vai promover uma roda de conversa sobre o tema “Mulheres em situação de violência“, no dia 4 de dezembro, das 13h30 às 17h, no auditório do curso, localizado no Departamento de Ciências da Vida (DCV), no campus.
Foram convidados para participar da atividade a coordenadora executiva de Prevenção e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, da Secretaria estadual de Políticas para as Mulheres (SPM), Ana Clara Auto; o perito judicial do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), Tadeu Ferreet; a coordenadora da Patrulha Guardiã Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal de Salvador, Géssica Reis; e a ouvidora da Mulher do Conselho Regional de Fisioterapia (Crefito), Isabela Conde.
A ação, vinculada ao Projeto Extensionista Interdisciplinar (PEI) do quinto semestre do curso, está sendo organizada pela docente Giovana Figueirôa, do colegiado. O encontro é aberto à comunidade acadêmica da universidade.
Texto: organização do evento, com edição da Ascom. Imagem: divulgação.
Projeto da UNEB foi selecionado para compartilhar experiências em saúde da população negra
O projeto Coletivo Afrocentrar Saúde, vinculado ao Departamento de Ciências da Vida (DCV), do Campus I da UNEB, em Salvador, participou do I Encontro Nacional de Educação em Saúde da População Negra, que ocorreu entre os dias 11 a 13 passados, em Brasília (DF).
Coordenadora do Afrocentrar Saúde, Suiane Costa
Organizado pelo Ministério da Saúde e a Fiocruz, o evento teve como objetivo reunir docentes e profissionais da área da saúde e integrantes de movimentos sociais que atuam na implementação de estratégias antirracistas e no fortalecimento e promoção da equidade étnico-racial a partir da educação e formação em saúde.
Com base em um mapeamento nacional realizado pelos organizadores em todo o país, foram reunidas 536 experiências sobre educação ou formação em saúde, em perspectiva antirracista e acerca de temas relacionados à saúde da população negra, de todas as regiões do país. Desse total, 79 foram selecionadas para participar do encontro, sendo 14 experiências do Nordeste, incluindo o Coletivo Afrocentrar Saúde.
A coordenadora do Afrocentrar Saúde, Suiane Costa, professora do curso de Enfermagem, do DCV, participou da mesa-redonda “A formação sobre saúde da população negra como estratégia antirracista“, compartilhando a experiência na formação em saúde da população negra que vem sendo desenvolvida pelo coletivo do projeto.
Na avaliação de Suiane Costa, “o evento foi uma oportunidade para avançarmos na implementação de estratégias de enfrentamento ao racismo, especialmente, na formação de trabalhadores e trabalhadoras da saúde“.
Texto: Coletivo Afrocentrar, com edição da Ascom. Fotos: divulgação.
Os seis anos de atividades do projeto Extensão em Pé de Risco e Amputação de Membro Inferior (Eprami), da UNEB, vão ser comemorados neste sábado (8), das 8h30 às 12h30, no auditório do segundo prédio do Departamento de Ciências da Vida (DCV), no Campus I, em Salvador.
O evento – que também homenageia o Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro) e integra as ações do Novembro Azul Diabetes – vai reunir a comunidade acadêmica do departamento, profissionais da área da saúde e pacientes da Eprami.
Na programação, estão previstas palestras de três fisioterapeutas egressos da UNEB e ex-monitores do projeto: Rebecca Cavalcanti, que trará relato de experiência como profissional; Daniel Lima, que vai falar sobre instrumentos validados para avaliação funcional de pessoas com amputação; e Ângela Borges, que abordará o impacto da Eprami na sua prática profissional.
Os ex-monitores vão compartilhar suas experiências, trajetórias e os impactos da extensão universitária em sua formação e no cuidado com os pacientes.
Vinculado ao curso de Fisioterapia, do DCV, o projeto Eprami, coordenado pela professora do curso Giovana Figueirôa, se dedica à educação em saúde e à assistência a pessoas com diabetes.
O Dia Mundial do Diabetes foi criado para conscientizar sobre a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado do diabetes, além de promover o debate acerca de políticas públicas e educação em saúde.
A solenidade de abertura, no dia 29, no Teatro UNEB, foi presidida pela reitora Adriana Marmori, que destacou a importância da pesquisa voltada para o bem-estar social. Em sua fala, a reitora enfatizou a missão da universidade em desenvolver uma ciência comprometida com as pessoas e com o futuro.
Reitora Adriana Marmori: ciência pautada na escuta sensível
“Ciência se faz a partir de três verbos: olhar, pensar e elaborar. Olhar com a lente da inovação tecnológica, pautando o presente e mirando o futuro; pensar uma ciência pautada naescuta sensível, ouvindo os pacientes, pois eles têm muito a nos ensinar; e elaborar uma ciência com monitoramento e análise diferenciada, voltada à população, em especial às comunidades mais vulneráveis”, afirmou Adriana Marmori.
A mesa de abertura contou também com a participação, pela UNEB, do coordenador-geral dos eventos Aníbal de Freitas, da diretora do Departamento de Ciências da Vida (DCV) do campus, Alina Lins, da coordenadora da Agência UNEB de Inovação (AUI), Suely Messeder, do coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGFarma), André Teles, entre outros. Compuseram a mesa ainda a diretora de inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesb), Maria de Miranda, e o secretário-geral do Conselho Regional de Farmácia da Bahia (CRF), Francisco Pacheco.
Cooperação internacional
O Simbifar 2025 reforçou a relevância da cooperação internacional em rede de pesquisadores. O professor Rob Van Wijk, da Universidade de Leiden, na Holanda, proferiu a primeira palestra da programação, sobre ciência translacional, com foco no tratamento farmacológico da tuberculose e outras doenças infecciosas.
Pesquisador Rob Van Wijk: relevância da colaboração internacional
Segundo o pesquisador holandês, o desenvolvimento de fármacos é um processo complexo, demanda tempo e necessita de financiamento vultoso. “Gostaria de salientar a importância das colaborações internacionais em pesquisas científicas. Estou muito animado pelas colaborações com a América Latina, em particular com Brasil. E ansioso para ver mais colaborações que podemos fazer a partir desses simpósios”, ressaltou.
No dia seguinte (30), a pesquisadora Tamara Maciel, da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), também reforçou as estratégias para superar esses desafios de longo tempo e financiamento no processo de desenvolvimento de novos fármacos. “Unindo a nanotecnologia com ferramentas de farmacocinética aplicada, aceleramos o processo e desenvolvemos novos produtos para doenças como a malária, por exemplo”, explicou.
Biodiversidade e empreendedorismo
A extensa programação do Simbifar 2025, durante três dias, também contou com outras palestras, mesas-redondas, minicursos, apresentação de trabalhos e outras atividades.
Coodenador-geral Aníbal de Freitas: eventos fortalecem pesquisa
Entre os participantes, a professora Maritza Cardozo, da Universidade Nacional de Colômbia, ressaltou a riqueza da biodiversidade colombiana e brasileira e a importância das plantas para o fortalecimento da cadeia de valor, incluindo o uso de espécies conhecidas por povos indígenas para melhoramento cognitivo e tratamento de diferentes enfermidades.
Outro ponto foi o debate sobre o empreendedorismo no Brasil. A professora Juliana Cardoso, da Universidade Tiradentes (Unit), considerou que essa discussão é crucial no ambiente acadêmico, pois estimula uma mentalidade inovadora nos estudantes, essencial para o mercado de trabalho.
Para o coordenador-geral do Simbifar, Aníbal de Freitas, os eventos “fortalecem e consolidam a pós-graduação e a pesquisa nessas áreas em nossa universidade”. O coordenador do PPGFarma, André Teles, avaliou que os simpósios proporcionaram “um espaço de integração, na área da inovação (bio)farmacêutica, promovendo o debate e a disseminação do conhecimento científico”.
Texto: Marcus Gomes/Ascom, com edição de Toni Vasconcelos/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira/Ascom e Marcus Gomes.
Atividade destacou temas sobre propriedade intelectual, inovação e empreendedorismo social.
A equipe da Agência UNEB de Inovação participou da Semana de Acolhimento do Departamento de Ciências da Vida (DCV), no Campus I da Universidade, em Salvador.
A ação, realizada no dia 26 de março, promoveu momento de aproximação entre a agência e a comunidade acadêmica, envolvendo professores, técnicos, estudantes veteranos e calouros, com trocas de conhecimento sobre temáticas ligadas à propriedade intelectual, inovação e empreendedorismo social.
Na ocasião, o pesquisador da AUI, Fernando Carvalho, conduziu palestra sobre ciência, tecnologia e inovação, e apresentou os projetos estruturantes da Agência, bem como iniciativas em andamento e resultados com potencial de geração de ativos de propriedade intelectual.
O encontro contou com uma oficina criativa, organizada de forma coletiva pela equipe da Agência UNEB de Inovação, em consonância com o compromisso com a construção colaborativa. A atividade estimulou os discentes a desenvolverem soluções para demandas da Universidade e do setor da saúde, promovendo a integração entre cursos e evidenciando o potencial criativo e inovador dos estudantes.
Foram ainda apresentados jogos, protótipos de aplicativos e invenções com grande potencial, reforçando o papel da AUI como catalisadora da inovação dentro da UNEB. A experiência abriu caminhos para futuras ações semelhantes em outros departamentos da Universidade.
*Informações da equipe da AUI, com edição da Ascom Fotos: equipe AUI
Atividade foi organizada pelo projeto de extensão da UNEB “Coletivo Afrocentrar Saúde”.
Com o objetivo de promover cuidado e valorizar a saúde da população quilombola da comunidade de Ilha de Maré, em Salvador, foi realizada, no último sábado (22), a Feira de Saúde Mãe Bina.
A iniciativa, organizada pelo projeto de extensão da UNEB “Coletivo Afrocentrar Saúde”, reuniu moradores da ilha, integrantes da comunidade acadêmica da universidade e profissionais de saúde. O evento ofereceu um espaço de troca de saberes, promoção da saúde, cultura e fortalecimento de laços afetivos com a comunidade da Ilha de Maré.
“A proposta da feira é dar destaque a saúde da população negra, um tema de extrema relevância para a nossa universidade. Uma universidade popular e inclusiva deve contemplar em seus currículos os cursos de saúde e promover o debate sobre a saúde da população negra. Por isso, estamos investindo na extensão de projetos que integram saberes tradicionais e ancestrais, historicamente construídos pelas comunidades tradicionais, em diálogo com o conhecimento acadêmico”, destacou a pró-reitora de Extensão (Proex) da UNEB, Rosane Vieira, que esteve presente na atividade.
Para Carolina Pedroza, uma das coordenadoras do projeto, a feira é um espaço de cuidado para as populações negras e quilombolas. “Este é um ambiente de cuidado, estudo e produção de conhecimento, mas, acima de tudo, de muito afeto. Esse é o propósito da nossa iniciativa. Por estarmos ligados à universidade, também desenvolvemos atividades de pesquisa e extensão. Então, a Feira de Saúde Mãe Bina é um resultado dos projetos que desenvolvemos, pois entendemos que a saúde da população negra precisa ser pensada para além dos muros da universidade”, afirmou a professora, que coordena o projeto junto com a docente da Universidade, Suiane Costa.
A atividade foi construída em parceria com as pessoas da comunidade local, em especial o Instituto de Pesca Artesanal, em conjunto com estudantes e docentes da universidade.
Representante do Instituto Pesca Artesanal, Alessandra Silva, destacou a relevância do evento. “É muito importante realizar um evento como esse aqui. Ele aproxima o olhar da universidade da comunidade e leva também o olhar da comunidade para a universidade, valorizando saberes essenciais. Ao cuidar da nossa saúde, temos muito a ganhar. Aqui estão povos tradicionais quilombolas e, em sua maioria, pessoas negras, cuja saúde frequentemente é marginalizada. Promover a saúde aqui na Ilha de Maré é um avanço significativo”, disse Alessandra, egressa da UNEB e moradora da comunidade de Ilha de Maré.
Evento teve intensa participação da comunidade
A feira atraiu grande público, que teve a oportunidade de contar com avaliação nutricional, mensuração de pressão arterial e glicemia, ventosaterapia, auriculoterapia, jogos e saúde, orientações de saúde bucal e testagem rápida para IST’s. A iniciativa reservou ainda atividades formativas como oficinas de cuidados com a pele sob o sol, oficina de educação ambiental, oficina de ervaria e stand com atividades para as crianças.
Morador da Ilha de Maré, Dionísio Freitas, esteve presente na feira para aproveitar os serviços oferecidos. “Ter uma feira como essa, que oferece serviços de cuidado e atenção à saúde, é extremamente importante. É algo muito positivo para nossa comunidade, que enfrenta uma carência de atendimento nessa área”, contou.
Também moradora da comunidade, Luciene Ferreira, esteve no evento e ficou atentar as orientações de como cuidar da pele. “É muito importante saber como usar o protetor solar corretamente. Gostei bastante da iniciativa da feira em oferecer esses serviços, além de disponibilizar a aferição de pressão arterial e glicemia, e orientações de saúde bucal”, relatou.
O projeto de extensão “Coletivo Afrocentrar Saúde” é vinculado ao Departamento de Ciências da Vida (DCV) da UNEB, contemplado pelo edital do Programa de Apoio a Projetos de Extensão (Proapex) da instituição universitária.
A iniciativa constitui também a Rede de Saúde da População Negra que vem sendo organizada pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e pelo Programa de Qualidade de Vida e Promoção da Saúde (Proquali) da Universidade.
Mãe Bina – O nome da feira homenageia Mãe Bina, a primeira parteira e mãe de santo da Ilha de Maré, reconhecida por promover a saúde da comunidade com seus conhecimentos ancestrais fazendo uso de ervas medicinais e de outros insumos da natureza.
Cobertura realizada por Graziele Mercês/Ascom, sob supervisão de Danilo Cordeiro/Ascom Fotos: Graziele Mercês/Ascom
A UNEB, por meio do Departamento de Ciências da Vida (DCV) do Campus I, em Salvador, está com inscrições abertas até esta quarta-feira (15), para o processo seletivo de aluno regular do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGFARMA).
Com ingresso no semestre letivo 2025.1, o programa oferece 20 vagas na área de concentração das Ciências Farmacêuticas, em duas linhas de pesquisa: I – Prospecção de Fármacos e Recursos Naturais; e II – Avaliação de Fármacos, Biomarcadores, Produtos Naturais e Sintéticos.
A seleção prevê reserva de 40% das vagas para negros, e reserva de sobrevagas para candidatos(as) indígenas (5%), quilombolas (5%), ciganos (5%), transexuais, travestis ou transgêneros (5%), pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista ou altas habilidades (5%).
O programa também reserva 20% das vagas aos servidores docentes, técnicos universitários e analistas universitários do quadro efetivo da Universidade e 10% das vagas para candidatos(as) estrangeiros(as).
O processo seletivo consistirá em três etapas: homologação da inscrição, prova escrita e entrevista individual com análise do projeto e avaliação do currículo. A previsão é que o resultado seja divulgado no dia 17 de fevereiro.
Discentes e docentes do curso realizaram atividades extensionistas, atendendo população local.
O projeto PIASC IV, do curso de Fisioterapia, ofertado no Departamento de Ciências da Vida (DCV) do Campus I, em Salvador, levou discentes e docentes do curso ao munício de Canudos, nos últimos dias 11 a 15 de novembro.
Nesse período, 20 estudantes do curso, acompanhados por três professores, visitaram e realizaram atividades extensionistas e imersivas nas instalações do Parque Estadual de Canudos e do Memorial Antonio Conselheiro – unidades vinculadas ao Campus Avançados de Canudos da universidade –, assim como na feira municipal e em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município.
Segundo o docente do curso Roberto Maciel, proponente do projeto, as ações em Canudos também contaram “com o apoio e articulação do campus avançado da universidade, em especial do professor Luiz Paulo Neiva, então diretor da campus, e com a parceria das secretarias de Saúde e de Educação do município”.
Visitantes conheceram o Parque Estadual de Canudos, vinculado à UNEB.
Os estudantes e docentes realizaram atividades de autocuidado, dando ênfase à utilização de praticas integrativas e complementares em saúde (PICS), educação em saúde e avaliações funcionais.
O público-alvo foram trabalhadores da rede municipal de saúde e de educação, estudantes do ensino fundamental e idosos de comunidade local que são usuários de uma UBS em Canudos.
O diretor Luiz Paulo Neiva coordenou uma visita guiada dos estudantes ao Parque Estadual de Canudos, onde conheceram os sítios histórico-arqueológicos demarcados, que ajudam a entender parte expressiva da Guerra de Canudos (1896–1897). Também visitaram a Casa dos Saberes Conselheiristas Evandro Teixeira, nas imediações, com rico acervo iconográfico.
De acordo com o estudante do curso Edu Ramos, “essa experiência reforçou a importância do PIASC IV na formação de futuros fisioterapeutas, não somente pelo desenvolvimento de competências pessoais e técnicas, mas também pela oportunidade de contribuir para a vida de uma população mais carente, disseminando educação e saúde para uma melhora na qualidade de vida”.
“Nesse sentido, considero de fundamental importância a continuidade do projeto não apenas para a formação dos discentes, mas também para fortalecer o compromisso da universidade pública com a promoção da saúde e da educação, de modo a melhorar as condições da atenção primária e formar profissionais capacitados”, disse o discente.
Texto: Roberto Maciel/PIASC IV/Fisioterapia, com edição da Ascom. Fotos: Divulgação.
Mais dois cursos da UNEB conquistaram novo reconhecimento do Conselho Estadual de Educação (CEE-BA): os bacharelados em Enfermagem (Campus XII – Guanambi) e em Nutrição (Campus I – Salvador).
A renovação do reconhecimento e aprovação pelo órgão competente asseguram a regularidade da oferta e funcionamento dos cursos, e a universidade fica autorizada a emitir os diplomas de conclusão, entre outros documentos.
A gestão da UNEB tem se dedicado, decididamente, a garantir a célere tramitação interna de todos os projetos de redimensionamento e atualização curricular dos cursos de graduação e pós-graduação visando a renovação de reconhecimento, acompanhando atentamente as etapas dos processos no CEE-BA.
“Desde o início da nossa gestão, estabelecemos como uma das prioridades da área acadêmica a atualização e reconhecimento dos cursos, para que nossos formandos e formandas obtenham seus merecidos diplomas de conclusão com celeridade. Fico muito satisfeita por essa conquista dos cursos de Enfermagem, em Guanambi, e de Nutrição, em Salvador. Parabéns a todas e todos os estudantes, às professoras e professores dos dois cursos, como também às gestoras e gestores dos dois departamentos e colegiados”, comemorou a reitora Adriana Marmori.
Implantado em 2006, o bacharelado em Enfermagem, ofertado pelo Departamento de Educação (DEDC) do Campus XII, em Guanambi, obteve o primeiro reconhecimento do CEE-BA em 2013. O curso tem duração média de nove semestres e forma profissionais que atendem a demanda da saúde pública, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS).
Já o bacharelado em Nutrição, ofertado pelo Departamento de Ciências da Vida (DCV) do Campus I, em Salvador, é um dos mais antigos da UNEB, obtendo autorização de funcionamento em 1986. E, durante todos esses anos de atividades, sua oferta nunca foi suspensa. Com duração média de 10 semestres, o curso possibilita abordagens interdisciplinares e a integração ativa do estudante com usuários e profissionais de saúde desde o início da formação acadêmica.
Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Imagem: Anderson Freire/Ascom.
A UNEB vai sediar o Encontro Metropolitano pelo Direito Humano à Nutrição e Alimentação Adequadas (EMDHANA), que ocorrerá na próxima quinta-feira (11), das 8h às 18h, no teatro da universidade, no Campus I, Salvador.
As inscrições estão abertas e devem ser efetuadas via formulário online. A participação no evento dá direito a certificado (8 horas).
Destinado a gestores e trabalhadores das políticas de alimentação e nutrição, pesquisadores universitários, entidades sociais, estudantes e demais interessados de áreas que mantêm relação com a agenda da Segurança Alimentar e Nutrição (SAN), o “encontro é de extrema relevância para a comunidade, pois visando promover o diálogo e fortalecer as ações relacionadas à SAN em Salvador e região metropolitana”, como afirma o professor Fábio Rodrigo, do curso de Nutrição (UNEB), que participa da organização da iniciativa.
“Nossa intenção é reunir diversos atores sociais, profissionais da área, acadêmicos, gestores públicos e a comunidade em geral, para discutir soluções inovadoras e sustentáveis para os desafios relacionados as políticas públicas da SAN na região, contribuindo para a garantia do direito humano à alimentação adequada”, explica Fábio Rodrigo.
Segundo o docente, ao final do encontro “será construída uma carta a ser entregue aos prefeitos e vereadores em exercício de mandato e também aos candidatos postulantes a esses cargos nas eleições municipais de 2024 nas 13 cidades que compõem a RMS (região metropolitana da Salvador), podendo ser estendida aos demais municípios do estado”.