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I FÓRUM SAIN: “Este é um marco histórico da acessibilidade, inclusão e permanência na UNEB”, diz reitora Adriana Marmori

Realizado pela Secretaria de Acessibilidade e Inclusão (Sain), evento debateu sobre compromissos e ações na área

“Três elementos fundantes que devem estar nas nossas práticas a partir deste fórum, em todas as dimensões acadêmicas e administrativas: a acessibilidade, a inclusão e a permanência.”

A fala da reitora Adriana Marmori, durante a abertura do I Fórum Sain de Acessibilidade e Inclusão da UNEB, realizado ontem (1º), no teatro da universidade, no Campus I, em Salvador, traduziu a centralidade desse tema na atual gestão universitária.

O evento, realizado pela recente Secretaria de Acessibilidade e Inclusão (Sain), debateu sobre os compromissos e ações institucionais da universidade acerca da temática, reunindo gestores, docentes, técnicos, estudantes e egressos, além de representantes de instituições e órgãos públicos que atuam na área dos direitos das pessoas com deficiência (PcDs).

Adriana Marmori (ao microfone): amplo processo formativo para construir e consolidar cultura de respeito e valorização à PcD

“Estamos em uma grande universidade pública e multicampi. Somente com um amplo processo educativo e formativo, envolvendo toda a comunidade acadêmica e comunidade externa é que vamos conseguir construir e consolidar essa cultura de respeito e valorização das pessoas com deficiência, de fato e de direito, da mesma forma que conquistamos com outros marcadores sociais que a UNEB agrega”, ressaltou Adriana Marmori.

Convocando os gestores e comunidade para esse desafio, a reitora ressaltou que “existem coisas que não podem esperar, que precisam ser melhoradas já, a exemplo das pistas táteis e dos profissionais apoiadores para nossos estudantes com deficiência nas salas de aula, em todos os campi”.      

Com relação a preconceitos e intolerância, a reitora expressou seu veemente repúdio às declarações xenofóbicas e racistas proferidas recentemente por um vereador no Rio Grande do Sul contra trabalhadores baianos. “Nossa reverência e respeito ao povo baiano e aos povos indígenas  na Bahia”, enfatizou Adriana Marmori.

Citando o lema internacional da luta das pessoas com deficiência — “Nada sobre nós sem nós“, base orientadora do evento e referência da Política de Acessibilidade e Inclusão da UNEB, implantada recentemente —, a coordenadora da Sain, Jaciete Barbosa, agradeceu a participação dos diretores de departamento, equipe da gestão central e comunidade acadêmica da universidade, dos núcleos de acessibilidade e inclusão (NAIs) da instituição e parceiros externos, a exemplo dos centros de apoio pedagógicos sediados em vários municípios do estado.    

Jaciete Barbosa informou que carta de intenções da UNEB sobre o tema está sendo construída coletivamente com a comunidade

“Esse fórum é uma grande conquista para todas e todos nós. Estamos realizando uma construção coletiva de nossas ações institucionais com o apoio de tantos parceiros. Tenho certeza que esse é o primeiros de muitos fóruns e iniciativas nessa área que realizaremos“, destacou Jaciete Barbosa.

A coordenadora da Sain informou que está sendo construída coletivamente uma carta de intenções da UNEB, na qual constarão os compromissos da universidade para levar à prática efetiva os princípios e diretrizes da Política de Acessibilidade e Inclusão.

Compuseram a mesa de abertura do evento, além da reitora e da titular da Sain, a coordenadora de Educação Especial da Secretaria estadual da Educação (SEC), Marlene Cardoso, a promotora de Justiça Cínthia Guanaes, do Ministério Público do Estado (MP-BA), a coordenadora do Núcleo de Educação Especial (Nede) da universidade, Sandra Farias, e os representantes do Fórum de Diretores e Diretoras de Departamento, Érica Macedo, e da Associação dos Docentes (Aduneb) da UNEB, José Augusto.

O fórum foi transmitido ao vivo pelo canal da TV UNEB no YouTube e contou com o trabalho de guias-intérpretes de Libras e outros profissionais de apoio às pessoas com deficiência. Por motivo de saúde, a vice-reitora Dayse Lago participou remotamente do evento. A iniciativa prestou homenagem especial à técnica administrativa da universidade Ana Batista, pioneira na condução do Nede e nas ações institucionais nessa área. 

“Temos que subverter a ordem excludente”

Para Douglas Christian (à esq.), o problema são os impedimentos sociais colocados para as pessoas com deficiência

Pessoa com deficiência visual por baixa visão, Douglas Christian Melo, doutor em Educação e docente da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), abordou o tema “Acessibilidade e inclusão na universidade: estabelecendo compromissos e ações institucionais”, na conferência de abertura do fórum, que proferiu.   

“Por causa da minha deficiência, me disseram que eu não poderia correr, e eu corri. Me disseram que não poderia andar de bicicleta, e eu andei. Me disseram que eu não chegaria à graduação muito menos a ser professor universitário, mas eu cheguei. Temos que subverter essa ordem social excludente, que destrói nossas aspirações e sonhos“, afirmou o conferencista.

Segundo Douglas Christian, uma pessoa com deficiência tem alguma dificuldade “orgânica” (entre aspas, ele ressalva), mas esse não é o problema: “O problema são os impedimentos sociais que estão colocados para essas pessoas”.

“Já sabemos há muito tempo o que precisa ser feito e implantado, como pistas táteis, rampas, etc. Então, por que não foram feitas ainda? A deficiência não é um muro, o muro é da sociedade, que provoca a exclusão. Portanto, não se trata de uma questão técnica, trata-se de um questão política“, acrescentou o docente.

Para avançar nas conquistas desses direitos, avalia Douglas Christian, é fundamental entender que “o tema da acessibilidade e da deficiência é transversal a todas e todos, desde a educação infantil até a terceira idade, perpassando por todas as minorias sociais, como LGBTQIA+, negros, quilombolas, indígenas, mulheres e outras”.

Abordando a questão da legislação a respeito do tema, a promotora de Justiça Cínthia Guanaes assegurou que o Brasil já possui todo um arcabouço legal sobre inclusão e acessibilidade, a começar pela Constituição Federal.

“Temos uma lei brasileira de inclusão que vem reforçar que a educação constitui direito da pessoa com deficiência. Porém, temos ainda muitas barreiras para romper, muitas dificuldades. Por exemplo, precisamos garantir não apenas o acesso à universidade, mas também a permanência com qualidade do estudante com deficiência do início ao fim de seu curso“, pontou a representante do Ministério Público estadual, ponderando que “infelizmente somos uma sociedade que ainda não acredita que a pessoa com deficiência tem capacidade de ser um profissional, de se formar”.

Reitora cumprimentou advogado Matheus Martins (OAB-BA) pelas relevantes reflexões que apresentou no fórum

Outro convidado para o fórum foi o advogado Matheus Martins, representando a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA), que é ativista pela inclusão no segmento da PcD.

Louvando o MP-BA pela atuação em prol dos direitos humanos, o advogado lembrou que “foi graças à luta dos ativistas aqui e no exterior que o Estatuto da Pessoa com Deficiência do Brasil conseguiu ser mais oportunizador e menos protetivo”.

Não queremos ser privilegiados, não queremos proteção. Queremos igualdade de oportunidade. Não defendemos o direito de ser um profissional no dobro do prazo do curso ou da formação, devido a qualquer dificuldade; queremos ser um profissional com as mesmas oportunidades dos demais”, complementou Matheus Martins.  

   

Texto: Toni Vasconcelos / Ascom. Fotos: Danilo Oliveira / Ascom.

Docentes e estudantes de especialização em Jacobina lançam livro

Professores e discentes do Campus IV da UNEB, em Jacobina, lançaram o livro digital Atividade física para pessoas com deficiência.

A publicação é organizado pelos docentes Osni Oliveira Noberto e Jorge Lopes Cavalcante Neto, e leva o selo editorial Eulim da Mares Editores.

Os capítulos do livro derivam dos trabalhos de conclusão de curso da primeira turma da especialização em Atividade Física para Pessoas com Deficiência, ofertada pelo Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus IV.

Imagem (home): detalhe da capa do livro

Fórum reúne profissionais para abordagem interdisciplinar sobre deficiência múltipla

Primeira surdocega congênita do Brasil a ingressar em uma universidade, Janine Farias participou da programação

“Precisamos inserir as pessoas com deficiência de uma forma geral. Se eu digo que todos tem direito a Educação, todos têm realmente esse direito. E não existe nenhum modelo ou padrão para fazer a inclusão, mas existem técnicas pedagógicas que devem ser aplicadas e garantidas através da legislação”.

Cíntia Guanaes: “técnicas pedagógicas devem ser aplicadas e garantidas através da legislação”

Essas foram algumas das palavras proferidas pela promotora de justiça Cíntia Guanaes, do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), durante mesa da décima edição do Fórum de Educação Inclusiva da UNEB.

A atividade, intitulada A pessoa com deficiência múltipla como um sujeito de direitos, foi promovida na manhã da última segunda-feira (17), no Teatro UNEB, no Campus I da instituição, em Salvador.

A promotora detalhou e esclareceu ainda questões sobre a Constituição Federal, com destaques para os artigos 205 e 208, e sobre as Leis 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), 12.764/2012 (Lei da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista) e 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência).

Primeira surdocega congênita do Brasil a ingressar em uma universidade, Janine Farias também participou da mesa, apresentou experiências sobre a superação diária dos desafios impostos por sua deficiência e deixou mensagem de motivação para os participantes.

“Todas as pessoas estão aqui porque gostam da inclusão, então, falar com eles é muito importante e agradeço pela oportunidade. O que eu peço é que nunca desistam de lutar, lutem sempre. Porque é difícil, mas não impossível. Não importa o sacrifício, se a vitória é honrosa”, disse a estudante, que cursa Pedagogia no Campus IX da UNEB, em Barreiras.

Durante todo o evento, a discente Janine Farias contou com o suporte de guias-intérpretes

Durante todo o evento, a discente contou com o suporte de três guias-intérpretes, que transcreveram os discursos e descreveram as atividades por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) tátil.

Empoderamento familiar

Parceira de lutas de Janine, Sandra Samara Farias, sua mãe, também participou da mesa e discutiu a importância da família no processo de empoderamento da pessoa com deficiência.

“A informação é o primeiro passo que temos que buscar. Sejam informações legais, médicas, de profissionais que trabalham com deficientes. Com elas começamos o processo de empoderamento. Elas devem ser passadas para todos os membros da família”, orientou Sandra, que foi a primeira professora da filha, após negativas de instituições de ensino.

Atualmente docente de Libras no Instituto Federal da Bahia (Ifba), a mãe buscou a formação na área de Pedagogia e se especializou em Educação Inclusiva e em Libras, também aprendendo o sistema de escrita tátil Braille.

Sandra Samara se graduou e especializou para acompanhar a filha nas lutas diárias

“Eu comecei por necessidade de Janine. Hoje eu continuo atuando em prol dela, mas depois eu me especializei e fui além por conta da paixão pela Educação Especial, pela luta e engajamento na Educação e inclusão de pessoas com deficiência”, revelou Sandra.

Também motivada a agir em favor da família, Maria Joana Passos recebeu a notícia de que sua filha mais nova foi gestada com microcefalia pela síndrome congênita do Zika vírus. O diagnóstico fez a jovem ir em busca de informações e fundar a iniciativa Abraço a Microcefalia.

A organização hoje conta com 170 famílias cadastradas e busca acolher e apoiar familiares de crianças com malformação congênita. Os participantes já desenvolveram cartilhas de orientação e estão em processo de produção de um livro sobre a convivência com as diferenças.

De acordo com Maria Joana, a Abraço também promove reuniões quinzenais na sede da instituição, no bairro da Saúde, em Salvador, e oferta atendimentos médicos especializados para as crianças beneficiadas.

Nova licenciatura

Reitor divulgou aprovação da licenciatura em Educação Inclusiva da UNEB pelo Consu

Após participação em compromisso institucional, o reitor da UNEB, professor José Bites de Carvalho, prestigiou a mesa e fez breve pronunciamento após a atividade.

“Entendo que não tenha expressão mais constitucional do que a dita por Janine: ‘sou diferente e ponto’. Acho que isso define toda a questão. E todos os instrumentos legais têm que estar voltados para entender as diferenças e trabalhar neste sentido, para que a diferença seja respeitada em todas as suas dimensões”, destacou o gestor.

Sobre as ações da instituição voltadas à atenção para as pessoas com deficiência, o reitor divulgou a licenciatura em Educação Inclusiva, aprovada na última reunião do Conselho Universitário (Consu), instância máxima deliberativa da universidade.

Intercâmbio de conhecimentos

O Fórum de Educação Inclusiva da UNEB foi iniciado pela mesa Construindo compromissos Institucionais com a criança com deficiência múltipla, também realizada no Teatro UNEB, em Salvador.

Jaciete dos Santos: “A deficiência é uma forma de manifestação da diversidade humana”

“A deficiência é uma das formas de manifestação da diversidade humana, mas ela ainda é uma diferença invisibilidade, negada, então, é importante começarmos a pensar que essa diferença nos constitui e faz parte da natureza humana”, afirmou a docente da UNEB Jaciete dos Santos, idealizadora e coordenadora-geral do fórum.

Durante o convite para participação dos parceiros institucionais, a pesquisadora informou ainda que o evento, desde a sua criação, propõe aos participantes que pensem a deficiência como uma questão de direitos humanos e justiça social.

Representante da Secretaria estadual da Saúde (Sesab), Marcele Carneiro Paim parabenizou o evento pela iniciativa de reunir profissionais de Saúde, Educação e Serviço Social para discutir o papel de todas as áreas na condução e promoção de estímulos para vida da pessoa com deficiência.

A interdisciplinaridade proposta pelo fórum também foi celebrada por Gilmária Cunha, gerente de Currículo da Secretaria Municipal da Educação: “Essa ação vai nos abrir os olhos para pensar em todas as crianças, com ou sem deficiência, nesta mesma perspectivas, de trabalharmos juntos”.

Compromisso institucional

Atualmente, as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) atende 1300 pessoas com deficiências em reabilitação, dentre as quais 150 são bebês com microcefalia associada ao Zika Vírus.

Lucrécia Savernini: comprometimento e participação individual para educação inclusiva

Parceira do evento, a OSID foi representada pela sua gestora de Saúde, Lucrécia Savernini, que apresentou relatos sobre a vida e obra de Irmã Dulce e os equipamentos criados pela beata.

“Viemos compartilhar a experiência acumulada nesta trajetória de amar e servir. Cabe a cada um de nós o comprometimento e a participação para implementação da educação inclusiva, sobretudo, porque não é fácil para uma mãe bater na porta das escolas buscando uma que acolha os seus filhos e ouvir tantos nãos”.

Instrumentos legais e normativos também foram apresentados ao público, a exemplo das Diretrizes para a Educação Inclusiva no Estado da Bahia, que foram divulgadas pela representante da Secretaria estadual da Educação (SEC), Patrícia Braille, que é especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva pela UNEB.

Participaram ainda da mesa a docente da universidade, Cláudia Paranhos, que representou o reitor, José Bites de Carvalho, a representante da Secretaria municipal da Saúde, Sheila Correia de Araújo e a promotora de justiça Cíntia Guanaes, do MP-BA.

O Fórum de Educação Inclusiva da UNEB foi promovido pelo Núcleo de Educação Especial (Nede), órgão suplementar vinculado à Reitoria da instituição, em articulação com Centro de Educação Especial da Bahia (CEEBA/SEC), Gerência de Educação Especial do Estado (SEC); Gerência de Educação Especial do Município (SMED), Obras Sociais Irmã Dulce (OSID/CER IV), a Escola Estadual de Saúde Pública – EESP/SUPERH/SESAB, além dos grupos de pesquisa Inclusão e Sociedade e GA&A.

Toda a programação do evento, que seguiu até ontem (18) e contou com mesas temáticas, palestras, debate e mostra de filmes, foi transmitida ao vivo através do link mms:\\aovivo.uneb.br\aovivo (abrir por meio do navegador Internet Explorer). A gravação dos dois dias do evento está disponível para download, no mesmo endereço, por 20 dias.

Evento foi iniciado por mesa com gestores e construção de compromissos institucionais

Formação continuada

De acordo com a coordenadora do Nede, Sandra Regina Rosa, o fórum fez parte também de uma iniciativa de formação continuada para professores das redes estadual e municipal de Educação.

A UNEB e as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), com colaborações dos parceiros do evento, vão promover um curso prático, no próximo mês de agosto, com enfoque temático no trabalho com crianças com múltiplas deficiências.

A iniciativa será ofertada para uma turma de 40 docentes e vai reservar encontros presenciais e por meio de videoconferência.

Confira mais fotos do evento em nosso Flickr.

UNEB divulga chamada para pessoas com deficiência da comunidade acadêmica

Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação

A UNEB, por meio do Núcleo de Educação Especial (Nede), convida as pessoas (estudantes, técnicos e professores) que se enquadram na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) para que se autodeclarem/ identifiquem.

A iniciativa visa orientar a busca de subsídios para garantir a continuidade, permanência e conclusão das ações nas mais diversas atividades (acadêmicas e/ou profissionais) desenvolvidas pelo público desta convocatória.

Os interessados em responder ao convite institucional devem encaminhar e-mail para o endereço nede@uneb.br com as informações solicitadas pela chamada pública.

De acordo com a Lei nº 13.146, considera-se pessoa com deficiência “aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”.

A ação é fundamentada na concepção dos direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade.

Seleção de estágio

O Núcleo de Educação Especial (Nede) da UNEB está com inscrições abertas, até o dia 22 de agosto, para a seleção de estagiário para o setor. Está sendo disponibilizada uma vaga para estudantes de qualquer curso de graduação da universidade.

É necessário que o discente tenha cursado a disciplina Educação Inclusiva, tenha interesse em pesquisa e extensão na área da Acessibilidade e Inclusão e conhecimentos em informática.

As inscrições devem ser efetivadas, por meio da entrega dos documentos solicitados pela chamada pública presencialmente no setor, no Campus I da instituição, em Salvador, das 9h às 12 e das 14 às 17h. Os interessados passarão por análise de currículo e pré-projeto, além de entrevista no dia 24 de agosto.

Informações: Nede/ Campus I: tel. (71) 3117-5384 ou e-mail nede@uneb.br.