Siepex Jr. contará com mostra científica de projetos das escolas de Juazeiro
O Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus III da UNEB, em Juazeiro, realiza no próximo dia 17 de novembro a 3ªSemana de Integração, Ensino, Pesquisa e Extensão Júnior – Mostra de Experiências Inovadoras da Educação Básica.
Essa edição terá como tema “Educação, criatividade e inovação: caminhos para a transformação social” e irá premiar práticas criativas e projetos de ciência inspiradores das escolas da região. Confira aprogramação das mostras que acontecem no DCH, das 13h às 18h.
Neste terceiro ano, a Siepex Jr selecionou cerca de 50 trabalhos resultantes de experiências pedagógicas inovadoras desenvolvidas por discentes e docentes da Educação Básica, abrangendo os segmentos de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio da rede pública em instituições sediadas em Juazeiro.
Durante a mostra, serão premiados estudantes e professores da educação básica, com bolsas de pesquisa concedidas pelo CNPq, a fim de promover os processos de aprendizagem e o desenvolvimento da ciência.
As escolas terão a oportunidade de apresentar experiências inovadoras nas seguintes categorias: mostra artístico-cultural; mostra visual (desenhos); mostra fotográfica e produções multimídia, além dos projetos de ensino nas áreas de Ciências Exatas; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
Também serão realizadas atividades na modalidade Palco Aberto, reunindo atividades das escolas que não submeteram os seus projetos para avaliação e premiação, bem como oficina de fotografia promovida pelo projeto Agência MultiCiência. Também integra a programação as atividades do Clube de Astronomia, com a exposição “Astronomia Amadora e o cometa de Halley – 40 anos de História”, coordenada pelo professor Ricardo Amorim (UNEB), além de e ações de comunicação da Agência Junior ComuniQ Jr.
A mostra é apoiada financeiramente pela Chamada Pública de nº 37/2024, dentro da categoria “Feira de Ciências e Mostras Científicas”, com recursos oriundos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (FNDCT), do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), como parte do Programa Pop Ciência, do Ministério da Educação (MEC) como parte do Programa Escola em Tempo Integral, e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
“A mostra é uma ação estratégica do departamento, que há 40 anos contribui com a formação de educadores na região e coordena ações de fomento à implantação de Clubes de Ciências em escolas do estado e do município. A realização dessa mostra demonstra o compromisso da instituição com o desenvolvimento científico, popularização da ciência, difusão de conhecimento e com o estímulo a uma educação que prioriza o fazer científico dos estudantes”, afirma a professora Andrea Cristiana, que foi responsável por submeter a proposta da Chamada Pública 37/2024.
Para a coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupe) e da Siepex Jr., Maisa Lins, “ao longo desses três anos a Siepex Jr. tem se constituído em um espaço de troca de saberes entre a Educação Básica e o Ensino Superior, oportunidade em que crianças, adolescentes, jovens e educadores de espaços educativos escolar e não escolar apresentam seus trabalhos pedagógicos. Convidamos todos e todas a fazerem parte dessa experiência única de aprendizagens diversas”, afirmou.
A UNEB vai participar de evento intitulado “Fica Espanhol na Bahia“, que será realizado na próxima quarta-feira (12), das 9h às 12h, no auditório da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), em Salvador.
O objetivo da iniciativa é defender e fortalecer a presença da língua espanhola na educação básica do estado e na formação cultural dos estudantes baianos.
O evento vai reunir docentes, pesquisadores, estudantes, parlamentares, gestores públicos, representantes de instituições de ensino e do corpo consular na Bahia.
Organizado em parceria por universidades, movimentos educacionais e entidades da sociedade civil, o encontro terá programação diversificada, com atividades culturais, intervenções artísticas e momentos de diálogo.
A UNEB participará do evento por meio dos cursos de Letras/Língua Espanhola e de setores acadêmicos voltados à internacionalização e ao ensino de línguas da instituição.
Investimentos somam R$ 67,3 milhões para fortalecimento da educação científica nas escolas da Bahia.
Em cerimônia histórica, realizada nesta segunda-feira (19), no Teatro UNEB, localizado no Campus I da instituição, em Salvador, o governador do estado, Jerônimo Rodrigues, e a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, lançaram um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento e à popularização da educação científica nas escolas da Bahia, que somam R$ 67,3 milhões em investimentos.
Jerônimo: “A ciência é o conhecimento, a tecnologia, é transformar o conhecimento numa arte”.
O evento contou com a participação de estudantes da educação básica, professores, pesquisadores, gestores escolares e universitários, além de autoridades políticas.
“Tudo que a gente usa, pega ou vê tem ciência, tem um conhecimento acumulado. Ciência é isso, é um conhecimento acumulado, que é transferido. A ciência é o conhecimento, a tecnologia, é transformar o conhecimento numa arte, em uns óculos para melhorar nossa visão, em um prato de alimento na mesa, no combate à fome”, disse o governador Jerônimo Rodrigues.
O evento marcou a abertura da Caravana da Ciência, iniciativa em comemoração aos 40 anos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e que vai percorrer todos as unidades da federação, levando informações, pesquisas e oficinas abertas à população.
Luciana: “A popularização da ciência estimula a juventude por meio de clubes, feiras e olimpíadas de forma lúdica e criativa”.
“A popularização da ciência, para a gente estimular Clubes de Ciências, estimular feiras, Olimpíadas, que são maneiras lúdicas, criativas; fazer com que a juventude se interesse pelo conhecimento. Esse é um compromisso do presidente Lula com o Brasil e com o povo da Bahia. Eu fico feliz de poder estar aqui garantindo que essas políticas possam impulsionar o nosso desenvolvimento e a verdadeira emancipação do nosso povo, que passa pelo seu conhecimento”, afirmou a ministra do MCTI, Luciana Santos.
A reitora da UNEB, Adriana Marmori, destacou a relevância das ações para o fortalecimento da educação científica. “Ver jovens da educação básica produzindo ciência mostra que estamos formando uma nova geração comprometida com o social, que é possível produzir ciência do sertão às aldeias, nos quilombos e nas zonas rurais. A UNEB representa uma educação territorializada, que chega às casas dos filhos e filhas da Bahia. Precisamos construir uma ciência que valorize a ancestralidade e responda aos desafios do nosso tempo”, destacou a reitora.
Adriana: “Jovens da educação básica produzindo ciência revelam uma nova geração comprometida com o social”.
Um dos anúncios mais aguardados foi a sanção da Lei Pop Ciência Bahia, o Programa de Promoção, Popularização e Difusão da Ciência, Tecnologia e Inovação, que cria uma política permanente de fomento à ciência e à inovação com foco nas juventudes. A lei, que será coordenada pela Secretaria estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), estabelece princípios e diretrizes para ações estruturadas, como letramento científico, interiorização do conhecimento e estímulo à participação de comunidades tradicionais, mulheres e pessoas com deficiência em atividades de pesquisa.
PopCiência Jovem
Também foi assinado o decreto que regulamenta o Projeto de Educação Científica e Promoção das Ciências para a Juventude, o PopCiência Jovem, que reunirá, de forma articulada entre as Secretarias da Educação (SEC) e da Secti, iniciativas transdisciplinares voltadas à formação científica das juventudes baianas.
Como parte do decreto PopCiência Jovem, estão previstas atividades como a realização de eventos científicos em escolas e territórios de identidade, a criação da Rede Bahia Faz Ciência e a formação de um coletivo de Jovens Embaixadores Territoriais da Ciência. O projeto também prevê o Selo Bahia Faz Ciência, que reconhecerá escolas que promovam, na teoria e na prática, a valorização da ciência, o enfrentamento das desigualdades e a formação científica de base. Além disso, haverá apoio à formação de professores e estímulo à criação de editais e parcerias institucionais voltadas à popularização da ciência.
Clubes de Ciências
Na ocasião foi autorizado ainda o lançamento do edital para seleção de 400 professores para coordenar clubes de ciências em escolas da rede pública estadual. A ação, que será executada pela Secti, SEC e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), integra a Agenda Bahia Faz Ciência na Escola e destinará R$ 8 milhões para concessão de bolsas e fomento à pesquisa escolar, nos 27 territórios de identidade, estimulando o protagonismo estudantil e a difusão da cultura científica.
Também foi assinado um protocolo de intenções com os Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) e Organizações do Sistema S para o desenvolvimento e execução conjunta de programas e projetos para a promoção da educação científica, tecnológica e empreendedora.
A Trilha de Inovação adaptará para as escolas uma metodologia já aplicada no Parque Tecnológico da Bahia, para levar os estudantes por diferentes etapas do processo de inovação: da introdução à ciência no currículo à incubação de ideias, passando por noções de propriedade intelectual, formação empreendedora e, por fim, a aceleração dos projetos com potencial e sua valorização de patente e criação de startups. A ação será coordenada pela Secti, em parceria com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e outras instituições.
André: “A educação científica é para todos. A nossa agenda da Trilha de Inovação é uma revolução na educação”.
“A educação científica é para todos. Você vai montar o Clube de Ciências e vamos trabalhar a nossa agenda da Trilha de Inovação. É uma revolução na educação, porque você sai de uma forma tradicional que é de levar conteúdo para os estudantes. Ninguém recebe livro, ninguém recebe apostila, recebe desafio, recebe problema para resolver. Então, vai ter que criar o próprio conhecimento, criar uma possibilidade de solução para os problemas”, explicou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, André Joazeiro.
A SEC foi autorizada a publicar edital unificado das quatro universidades estaduais referente a oferta de 225 vagas para programas de mestrado profissional, destinadas, exclusivamente, aos coordenadores pedagógicos da rede estadual de ensino.
Durante a cerimônia também ficou definido que a Bahia será beneficiada pela chamada pública Programa Mais Ciência na Escola, executada pelo CNPq/MCTI/FNDCT, tendo a maior rede contemplada no Nordeste. Serão implementados 180 laboratórios maker em 180 escolas e mais de 1.800 vagas para estudantes bolsistas em atividades de iniciação científica. Além da estruturação dos laboratórios, estão previstas formações para professores, feiras e olimpíadas científicas, e o incentivo à participação de cientistas em sala de aula.
Dentre as ICTs que participaram do edital, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) foram contempladas e coordenarão as ações para instalar os laboratórios nas unidades.
A programação do evento incluiu ainda uma série de atos conjuntos entre os governos estadual e federal. Foram assinados também termos com universidades públicas baianas no âmbito da chamada pública Identidade Brasil, da FINEP/MCTI/FNDCT, voltada à recuperação e preservação de acervos científicos e culturais. A Bahia foi destaque nacional ao emplacar sete projetos, abrangendo instituições como UEFS, UFBA, UFSB, IFBA e UESC.
Um dos projetos beneficiados pelo edital é o “Rede Interdisciplinar, Ciências, Tecnologias, Inovação nos Territórios Escolares”, vinculado ao Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus III da UNEB, em Juazeiro.
“A participação da UNEB nessa rede fortalece o trabalho e as ações de ensino, pesquisa e extensão que os departamentos desenvolvem nos territórios. Particularmente, o DCH III trabalha com as comunidades locais, e essa iniciativa representa o fortalecimento dessas ações, especialmente nas escolas, de forma contínua. Por meio dos cursos de Pedagogia e Jornalismo em Multimeios, fortalecemos a iniciação científica júnior, promovemos a cultura científica e estimulamos o pensamento crítico e a capacidade inventiva dos estudantes”, destacou a articuladora do projeto e diretora do DCH-III, Andréa Cristiana Santos.
Além disso, foi oficializado um Acordo de Cooperação Técnica entre o MCTI e o Governo do Estado para execução conjunta de políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação. A parceria permite a integração entre o PopCiência, o programa federal Mais Ciência na Escola e o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, fortalecendo a base científica da educação pública.
Com esse conjunto de ações integradas, a Bahia consolida uma agenda estratégica voltada à popularização da ciência, ao fortalecimento da educação científica e ao estímulo à inovação em todo o estado.
*Informações da Secti e GOVBA, com edição da Ascom Fotos: Danilo Oliveira/Ascom
O evento tem o objetivo oferecer subsídios teórico-metodológicos para a formação inicial e continuada dos professores da Educação Básica, construídos por intermédio das perspectivas interdisciplinares e colaborativas entre docentes, licenciados, pesquisadores, pós-graduandos e profissionais da Educação Básica.
Esta edição do evento tem como tema “Educação Inclusiva e Intersecionaludade na Educação Básica”. Os(as) interessados(as) em participar como ouvinte devem realizar inscrição no Sistema Gerenciador de Eventos (SGE) da Universidade, até o dia 16 de maio.
A programação contempla mesa de abertura, conferências, mesas, simpósios temáticos, oficinas, cine debate, palestras e atividade cultural.
Informações: e-mail – siepe@uneb.br ou instagram – @siepe.uneb
Evento teve objetivo entender como a saúde e a equidade racial estão conectadas
A UNEB e o Colégio Estadual Thales de Azevedo (CETA) realizaram, durante todo o dia desta quinta-feira (14), a Feira Axé Saúde. O evento foi realizado na unidade escolar, localizada no bairro do Costa Azul, em Salvador.
A iniciativa, destinada para estudantes, professores e gestores do colégio, teve como objetivo promover abordagem teórica e prática sobre racismo e antirracismo, ajudando professores e estudantes a entenderem como a saúde e a equidade racial estão conectadas.
A mesa de abertura contou com a presença da pró-reitora da Extensão (Proex) da UNEB, Rosane Vieira, das representantes das Secretarias estadual da Educação (SEC), Ana Cristina Santos, e da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Aline Teles, além da diretora do CETA, Elisângela Marques, e da membro do Conselho Estadual da Saúde, Maria Eugênia.
Rosane: “Pensar a saúde atravessada pelas questões étnico-raciais é fundamental”
“Precisamos aprender e entender que qualquer fenômeno social, qualquer debate, inclusive no campo das exatas, como a matemática, precisa ser racializado e generificado. Necessitamos entender quem produz esse conhecimento e que ele sempre é difundido de um lugar específico, de um lugar de fala. Pensar a saúde atravessada pelas questões étnico-raciais é fundamental para sairmos desse lugar e compreendermos as questões da saúde pública não apenas por uma perspectiva prática ou técnica”, destacou a pró-reitora da Proex, Rosane Vieira, que representou a reitora da UNEB, Adriana Marmori, atualmente em missão internacional.
Ana: “buscar entender nossa história e nossa ampla ancestralidade é de fundamental importância”
A representante da Secretaria Estadual de Educação (SEC), Ana Cristina Santos, destacou a importância da feira de saúde. “Ficamos contentes que o Colégio Thales de Azevedo tenha a preocupação com o debate sobre a saúde da população negra. Nós temos realizado trabalhos e palestras sobre essa temática, e estar aqui hoje é de grande importância, porque sabemos que o racismo faz mal à saúde, e é preciso combatê-lo. Não é o fato de ser negro que vai causar a doença, mas o preconceito que nos afeta. Falar sobre esse tema com vocês, que são tão jovens, e buscar entender nossa história e nossa ampla ancestralidade é de fundamental importância”, afirmou a gestora.
Liliam: “Feira serve de referência para outras experiências na abordagem da saúde da população negra”
A coordenadora da feira, Liliam Aquino, ressaltou que a realização da feira é fruto da consolidação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que norteia sobre o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas. “Penso que esse projeto da feira tem importância, levando em consideração as alterações que tivemos na LDB há alguns anos, como a questão da religiosidade afro-brasileira e da saúde da população negra. Para entender a saúde como uma questão também condicionada por aspectos sociais e raciais. Acredito que esse projeto pode ser uma referência para outras histórias e experiências, na abordagem da questão da saúde da população negra com um tema também ligado à religiosidade e às nossas ancestralidades”, declarou a professora.
A programaçãoda feira reuniu assistência à saúde com aferição de pressão arterial, avaliação nutricional, manutenção de óculos, vacinação (tétano, gripe, hepatite B), exame de bioimpedância, triagem auditiva, atendimento médico e laboratorial.
Beatriz: “Importante a escola poder nos proporcionar essas ações de aprendizado”
A atividade ainda reservou apresentação musical, rodas de conversa, oficinas InovaThales, apresentação teatral e de dança.
A jovem e estudante do CETA, Beatriz Doria, prestigiou a programação. “É muito importante iniciativas como essa para promover conhecimento e aprendizado aos alunos em diversas áreas. É gratificante fazer parte de uma escola que pode nos proporcionar essas ações como o Colégio Thales de Azevedo”, disse a discente.
O evento tem apoio das Secretarias estadual da Educação (SEC), de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), e de Trabalho, Emprego e Renda (Setre), além do Conselho Estadual da Saúde e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).
A UNEB, em parceria com o Colégio Estadual Thales de Azevedo, vai promover a Feira Axé Saúde, nesta quinta-feira (14), na unidade escolar, localizada no bairro do Costa Azul, em Salvador.
A iniciativa, que tem como tema “Saúde e Antirracismo na Educação Básica”, visa a abordagem teórica e prática sobre racismo e antirracismo, ajudando professores e estudantes a entenderem como a saúde e a equidade racial estão conectadas.
A ação, destinada para estudantes, professores e gestores do colégio, tem a ideia de ir além da visão tradicional de saúde como apenas ausência de doença e mostrar que a saúde é um direito humano que precisa ser garantido com igualdade para todos.
A programação da feira terá assistência à saúde com aferição de pressão arterial, avaliação nutricional, manutenção de óculos, vacinação (tétano, gripe, hepatite B), exame de bioimpedância, triagem auditiva, atendimento médico e laboratorial.
A atividade ainda reserva apresentação musical, rodas de conversa, oficinas InovaThales, apresentação teatral e de dança.
O evento tem apoio das Secretarias estadual da Educação (SEC), de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), e de Trabalho, Emprego e Renda (Setre), além do Conselho Estadual da Saúde e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).
A UNEB, por meio do Grupo de Pesquisa Forma(em)Ação GEFEP/CNPq, vinculado ao Mestrado Profissional em Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação (Gestec), sediou na última terça-feira (29), no Campus I da instituição, em Salvador, um encontro com professores que coordenam projetos de Educação Científica na Educação Básica.
O evento também contou com a presença de representantes da Rede Pop Piauí, que fazem parte da Rede Nacional de Pesquisa (RNP) do Governo Federal, para discutir a Educação Científica em Escolas Públicas Estaduais e Municipais.
A sessão teve a participação de Márcea Andrade Sales, coordenadora da mostra e docente da UNEB; de Risalva Cardoso e Subênia Medeiros, da Rede Nacional de Pesquisa; de Marília Fontes, coordenadora do projeto Educação Científica em Foco; de Fernanda Brito, do Clube de Ciência Orbitz do Colégio Central da Bahia, além de representantes da Educação Científica que participaram na modalidade online.
“A educação científica tem como objetivo incentivar o engajamento, a participação e a postura crítica dos estudantes através de uma perspectiva do ensino pela pesquisa, a partir da problematização, perguntas, investigação. Rompe assim com o ensino meramente descritivo”, afirmou Márcea Sales, docente do Departamento de Educação (DEDC) do Campus I da UNEB.
A coordenadora do projeto Educação Científica em Foco, Marília Fontes, destacou a importância da criação de espaços para a educação científica nas escolas da educação básica. “A proposta é criar ainda mais espaços de Educação Científica nas escolas da Educação Básica, da Educação Profissional e na Educação de Jovens e Adultos. Na nova grade curricular do Novo Ensino Médio, a Educação Científica ganha ainda mais força, abordando questões sócio-científicas que discutem a ciência e a tecnologia sob a perspectiva da sociedade”, declarou.
No evento, ainda foi realizada a mostra Educação Científica em Espaços Educativos (EduCCE) com a apresentação de projetos dos Clubes de Ciências dos estudantes do Colégio Estadual Roberto Santos, Colégio Estadual da Bahia Central, Colégio Estadual Pinto de Aguiar e Colégio Estadual Raul Sá, localizados em Salvador, com cerca de 30 projetos. Simultaneamente a mostra foi realizada também em Juazeiro com estudantes de Campo Formoso que apresentaram cerca de 45 projetos.
As inscrições são gratuitas e devem ser efetuadas por formulário online. Estão sendo abertas 20 vagas.
O curso terá de duração de 25 de setembro a 27 de novembro, com aulas presenciais sempre às quartas-feiras, das 18h30 às 20h30, no prédio do Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus I da UNEB, bairro do Cabula, em Salvador. A carga horária total será de 30 horas-aula.
O Conversation Sessions é um curso que visa aprimorar as habilidades de comunicação em inglês, focando na prática oral e na compreensão auditiva, com o suporte de sólida base teórica.
Segundo a coordenação do CiUNEB, o interessado deve ter nível de inglês intermediário, sendo capaz de compreender as questões principais, quando usada uma linguagem clara e estandardizada e os assuntos sejam familiares.
Temas de atualidades, atividades cotidianas, direitos humanos, sustentabilidade e mudanças climáticas, entre outros, serão abordados nas aulas.
Organizado pelo grupo de pesquisa Educação, Literatura e Outras Artes (Edularts), o evento tem como objetivo democratizar o acesso ao livro, fomentar a leitura, bem como estreitar as relações entre a universidade e estudantes do ensino básico.
O seminário vai homenagear o professor e escritor baiano Aleilton Fonseca, membro da Academia de Letras da Bahia (ALB) e autor de obras como “Nhô Guimarães” e “O canto de alvorada”.
A ampla programação do evento contemplará performances artísticas, apresentações literomusicais, conferências, rodas de conversa, lançamentos de livro, recitais, oficinas e minicursos.
De acordo com o diretor do departamento e coordenador do Edularts, Adriano Eysen, além da comunidade acadêmica e de professores e estudantes da educação básica, o seminário contará com a participação de escritores, pesquisadores, intelectuais e outros convidados, que compartilharão seus saberes e experiências durante os dois dias de imersão no universo da literatura e da educação.
A Reitoria da UNEB, através das Pró-Reitorias de Ensino de Graduação (Prograd), de Pesquisa e de Ensino de Pós-Graduação (PPG) e de Extensão (Proex), realizará nos próximos dias 26 e 27 de setembro, via Microsoft Teams, o encontro “Enlaces entre a Educação Básica e as dimensões acadêmicas desenvolvidas pela UNEB”.
O evento é destinado aos representantes de projetos e programas de ensino, pesquisa e extensão para mostras dos resultados alcançados junto à Educação Básica no estado. Acontecerão três rodas propositivas, cada uma delas com foco destinado ao ensino, pesquisa e extensão.
Serão discutidas a formação inicial de professoras(es), pesquisa, pós-graduação, extensão e currículo, com o objetivo de sistematizar, articular e formar redes entre os diferentes projetos e programas que têm a educação básica pública como área de atuação.
“Esse momento é importante para sistematizar o trabalho desenvolvido e divulgar de forma articulada à sociedade baiana o quanto contribuímos para a Educação Básica. A articulação e a formação de redes entre os projetos e programas de ensino, pesquisa e/ou extensão também estarão em pauta. O que pretendemos é, cada vez mais, reiterar o papel da UNEB no desenvolvimento regional e no estado pela a Ciência produzida e transformação de vidas”, destacou a reitora Adriana Marmori.
Nas rodas propositivas, os participantes terão a oportunidade de apresentar ações dos programas e projetos. O encontro não será transmitido ao público, no entanto, os documentos produzidos a partir das rodas, bem como imagens e gravações serão publicizadas posteriormente.