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UNEB lança coletânea sobre as quatro décadas de atuação da instituição na Educação Superior pública da Bahia

Evento foi realizado durante Encontro de Coordenadoras(es) e Secretárias(os) dos Cursos de Graduação

No Dia do Escritor, celebrado em 25 de julho, a Editora da UNEB (EdUNEB) e a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd) da Universidade lançaram o livro “40 anos de ensino na UNEB – Práticas educativas em territórios da Bahia“.

Adriana: “Essa obra literária celebra os 40 anos de atuação da UNEB na educação da Bahia e do Brasil”

O evento, realizado na tarde de ontem (25), em Salvador, foi realizado durante a programação do Encontro de Coordenadoras(es) e Secretárias(os) dos Cursos de Graduação da UNEB.

A cerimônia de lançamento reuniu escritores e organizadores da publicação composta pela reitora Adriana Marmori, pró-reitora da Prograd, Gabriela Pimentel, e pelo docente da Universidade, Elizeu Cruz.

“Essa obra literária celebra os 40 anos de atuação da UNEB na educação da Bahia e do Brasil. Ao falar dessa universidade, estamos nos referindo a um espaço de produção de conhecimento, intrinsecamente ligado às questões sociais que abraçamos desde sua fundação. A UNEB é conhecida por sua abrangência territorial, seu compromisso com a formação de pessoas e sua interiorização. Cada texto neste livro reflete a perspectiva de quem vivenciou o ensino de graduação ao longo de suas quatro décadas de existência. Tenho certeza de que, à medida que avançamos, a nossa instituição se tornará uma universidade centenária com uma rica história para contar, destacando nossas trajetórias profissionais e pessoais”, ressaltou a reitora.

Gabriela: “O livro traz uma mostra daquilo que a UNEB tem como o seu traço, que é discutir as práticas educativas nos territórios da Bahia”

De acordo com a pró-reitora da Prograd, Gabriela Pimentel, a publicação representa a materialização do ensino da UNEB em toda a sua história. “O livro traz uma mostra daquilo que a universidade tem como o seu traço, que é discutir as práticas educativas nos territórios da Bahia. Nós estamos aqui fazendo o lançamento dessa coletânea voltada para o ensino de graduação da Universidade, considerando toda sua trajetória. Então, isso é muito bom para todos nós, além de ser um veículo de publicação dos nossos trabalhos, mas também das nossas práticas”, considerou.

Elizeu: “Foi um trabalho muito exigente e, ao mesmo tempo, um trabalho formativo, porque todos aprendemos”

Para o professor Elizeu Cruz, a coletânea descreve questões importantes do cotidiano de diferentes áreas do conhecimento nos departamentos que constituem a instituição. “Foi um trabalho muito exigente e, ao mesmo tempo, um trabalho formativo, porque todos nós aprendemos, sobretudo no processo de produção de um material acadêmico na forma de livro, especialmente tentando reunir perspectivas diferentes, modos de analisar os contextos dos diferentes departamentos da universidade”, disse.

Composto por 343 páginas e escrito por 17 autores, todos docentes da Universidade, o livro “40 anos de ensino na UNEB – Práticas educativas em territórios da Bahia“ traz resultados de estudos e pesquisas relacionados às experiências no âmbito dos cursos de graduação da instituição, além de reflexões sobre práticas pedagógicas atentas ao caráter plural que define a história da UNEB.

Texto: Danilo Cordeiro/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira/Ascom

HISTÓRICO: Com a presença do governador do estado, UNEB empossa diretoras e diretores de departamento para mandato 2024-2026

Cerimônia empossou diretoras e diretores de departamento que foram eleitos e reeleitos em dezembro de 2023

Em dia histórico para a democracia da UNEB, a reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consu) empossou diretoras e diretores de departamento eleitos e reeleitos para o biênio 2024-2026, na noite da última quinta-feira (22), no Teatro da instituição, no Campus I, em Salvador.

Governador Jerônimo parabenizou os gestores departamentais empossados

A solenidade contou com a presença do governador do estado Jerônimo Rodrigues que, ao lado da presidente da mesa e reitora da universidade, Adriana Marmori, concedeu a certificação de posse aos novos gestores de departamento.

“Parabenizo os diretores empossados e quero destacar que cada um de vocês fazem chegar em cada canto que a UNEB tem um campus, o ensino, a pesquisa e a extensão. E minha presença aqui reafirma o compromisso com o financiamento do ensino de qualidade”, afirmou o chefe do executivo estadual.

Reitora Adriana ressaltou o papel social que os diretores de departamento exercem

Reitora Adriana Marmori destacou o compromisso e responsabilidade social que os diretores de departamento têm como umas das representações da universidade. “O diretor de departamento é a liderança local, que assume o compromisso com a comunidade acadêmica e com a cidade de fazer valer o que é a universidade pública tem. É a pessoa que lidera, coordena e organiza a comunidade local para fazer ensino, pesquisa e extensão. A multicampia permite essa capilaridade, promovendo a interiorização do ensino superior”, ressaltou.

Adélia destacou a importâcia da UNEB para o fortalecimento da educação no estado

A mesa solene da cerimônia também teve a presença da secretária estadual da Educação (SEC), Adélia Pinheiro, vice-reitora, Dayse Lago, o representante do Conselho Estadual da Educação (CEE-BA), Luiz Paulo Neiva, e representantes dos segmentos da comunidade acadêmica.

“Nos seus 40 anos, a UNEB se faz forte, presente, em todo o interior do estado da Bahia e também na capital, fortalecendo as políticas de educação, o acesso ao ensino superior e a produção do conhecimento, reunindo, portanto, a condição e a força de quem contribui para o desenvolvimento da Bahia”, salientou Adélia Pinheiro.

Dayse celebrou a posse dos novos diretores de departamento eleitos e reeleitos

Dayse Lago celebrou com entusiamo a posse dos novos diretores de departamento. “Um momento de celebração e felicidade para nossa instituição. Depois de intensos dias de planejamentos e discussões sobre a universidade com os novos gestores departamentais. A expectativa é que continuemos nos reunindo e pensando na universidade e que este conselho universitário possa ter grandes decisões ao longo de 2024 para a instituição”, frisou.

29 diretoras e diretores de departamento foram empossados

Com braço direito estendido, 29 diretoras e diretores de departamento da UNEB – de um total de 31 – fizeram parte do juramento de posse no cargo, lido pela também empossada Maria de Fátima Bastos, eleita diretora do departamento do Campus XXIII (Seabra).

Em discurso, Vinicius defendeu uma UNEB que garanta ampliação de futuros para baianos

Devido a diferenças nas datas de encerramento, dois gestores não tomaram posse por conta do seus mandatos ainda encontrar-se vigentes.

Com mandato de dois anos, os gestores foram eleitos ou reeleitos pelo voto da comunidade acadêmica dos respectivos departamentos, em eleição direta realizada em dezembro do ano passado.

Representando os colegas empossados, Vinicius Santos, diretor do Departamento de Educação (DEDC) do Campus VIII, em Paulo Afonso, celebrou o processo democrático de posse dos novos diretores de departamento.

Érica desejou sucesso e serenidade aos novos gestores departamentais empossados

“É um momento de festa, mas também de celebração da democracia da universidade. Precisamos apontar o futuro para a UNEB, que esteja calçado no pensar ao próximo, na formação dos baianos e pensar nessa política já madura e instalada na nossa instituição que pode ampliar e prototipar sonhos, futuros, desejos e consolidar aquilo esperamos de um estado que garanta a educação de qualidade”, disse o gestor.

Em nome dos diretores que estavam finalizando o mandato, Érica Macedo, que comandou o departamento do Campus II (Alagoinhas), agradeceu os seus colegas e desejou sucesso aos novos gestores empossados. “Desejo aos colegas que encerram comigo a gestão departamental sucesso em seus novas caminhadas. Aos novos gestores, almejo votos de serenidade, equilíbrio, bom senso nas tomadas de decisões e que possamos sempre defender a educação pública, gratuita e inclusiva para a nossa nação”, afirmou.

Veja a lista de diretoras e diretores eleitos(as) e reeleitos(as) para o biênio 2024-2026

Texto: Danilo Cordeiro/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira/Ascom

Vitória: UNEB vai empossar aprovados no concurso público docente 034/2022  

UNEB vai dar posse, em caráter imediato, a 125 aprovados no concurso docente referente ao edital 034/2022. 

A decisão a favor da universidade, foi anunciada na audiência realizada na manhã da última quarta-feira (31), no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador.

O acordo judicial assinado pela UNEB e MP, com mediação presidida pelo Juiz Dr. Marcelo Brandão da 5ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, invalidou a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público estadual (MP-BA), que pedia a anulação de todo o processo seletivo.

Para a reitora da UNEB, professora Adriana Marmori, o acordo reforça que a justiça baiana, pela brilhante mediação do juiz Marcelo Brandão, compreendeu que o caminho da solução estava em um acordo que permitisse sanar os pontos questionados pelo processo judicial, sem, no entanto, anular o concurso e as bancas que não apresentaram nenhuma incongruência ou acusação de ilicitude.

“A UNEB está em festa. O sentimento é de alegria. Em defesa da educação superior pública da Bahia realizada pela UNEB, conseguimos garantir a posse das pessoas aprovadas, conforme descrição no acordo. A compreensão e espírito conciliador da promotora Dra Rita Tourinho do MP reforça o entendimento da importância do concurso para a educação baiana ao tempo em que reconhece e valoriza o esforço da reitoria e dos candidatos e candidatas que confiaram no processo seletivo instituído pela universidade e se dedicaram para conquistar a aprovação”, comemorou a reitora, ressaltando a importância da sua equipe e da procuradoria jurídica da UNEB.

De acordo com o documento, 125 dos 134 aprovados serão empossados imediatamente, garantindo a urgente ampliação do quadro docente de modo a atender às ofertas de componentes curriculares em sua totalidade aos estudantes matriculados. 

“Iniciaremos os procedimentos de posse com a devida celeridade para que os professores aprovados possam assumir suas funções o mais rápido possível”, completou a reitora. 

Para o Procurador-chefe da UNEB, Dr. Décio Oliveira, o acordo é fruto de um trabalho do corpo jurídico da PROJUR e da Reitora desenvolvido, ao longo de um ano, junto ao Ministério Público, que resultou na melhor solução em benefício dos candidatos, prejudicados pelo impasse até então existente.

O estudante Wagner Cardozo, do curso Veterinária, do Campus IX da UNEB, em Barreiras, comemorou a vitória e destacou a participação dos estudantes e professores nessa luta.  “A comunidade estudantil se sente aliviada, visto que, com a posse dos 125 professores, garantimos o percurso formativo completo de diversos estudantes que estavam aflitos sem saber se haveriam docentes nos semestres futuros”, frisou.

Agradecemos os esforços da reitoria e dos professores que estavam à frente da luta com o ministério público, desejamos que este seja o primeiro concurso de muitos que ainda estão por vir.

Deliberações 

Apenas sete vagas das 134 ofertadas pelo certame foram anuladas, a saber: 002, 009, 016, 036, 051, 056, 102. Para estes componentes curriculares será publicado novo edital dentro do prazo máximo de 90 dias.

Em quatro outros componentes (037, 041, 077 e 106) haverá eliminação apenas daqueles candidatos que tenham assinado ou rubricado o caderno de provas. E em mais duas vagas (104 e 116) a UNEB já instaurou processo administrativo para apurar a denúncia apresentada pelo MP e adotar as medidas cabíveis.

Além da presença do juiz Marcelo Brandão, da reitora Adriana Marmori, e do procurador-chefe da UNEB, Décio Oliveira, participaram da audiência: pelo MP, Rita Coutinho, promotora de Justiça, e Isabela Dias, assessora Técnico-Jurídica. Pela UNEB, Aline Batista Moscovits e Liane Manolescu, advogadas, além de Marcelo Pinto, assessor do Gabinete da Reitoria.

Educação superior, democracia e inclusão é tema da Aula Inaugural do semestre letivo 2023.1 da UNEB

Evento recepcionou novos e veteranos estudantes da UNEB

Em clima de boas-vindas e acolhimento aos novos e veteranos estudantes, a UNEB realizou ontem (13) a Aula Inaugural do semestre 2023.1.

Além de recepcionar os discentes, o evento também teve como objetivo debater acessibilidade e inclusão de forma propositiva e interseccionalizando os planejamentos de gestão de todas as instâncias da universidade. A mesa de abertura institucional contou com a participação da reitora da UNEB, Adriana Marmori, e da vice-reitora, Dayse Lago.

Adriana Marmori: “Mudança para inclusão na nossa universidade precisa ser atitudinal”

“A mudança para inclusão na nossa universidade precisa ser atitudinal. Para ser inclusiva, em sua plenitude, precisa assegurar internamente que as pessoas que ingressaram possam concluir os seus cursos da forma mais empática e com mais garantia de direitos possível. Essa é a dinâmica que nós precisamos assumir, enquanto gestão universitária e enquanto comunidade acadêmica”, destacou a professora Adriana Marmori.

Ainda em sua fala, a reitora ressaltou a importância da implementação da Política de Acessibilidade da UNEB. “A nossa Política de Acessibilidade foi construída a várias mãos, com pesquisadores de todos os campi. Essa implementação é ponto de honra para cada um e cada uma de nós, que compõe essa universidade, diversa, plural, multicampi, que deve ter na sua linha e nos seus princípios o respeito aos seres humanos”.

Para a vice-reitora da universidade, Dayse Lago, a instituição precisa investir numa cultura democrática, inclusiva e de respeito aos Direitos Humanos.

Dayse Lago: “Precisamos investir numa cultura acadêmica democrática, solidária e acessível”

“Não basta ter apenas os marcos legais que possibilitem as pessoas com deficiência (PCDs) no ingresso à universidade, mas que a acessibilidade seja garantida diariamente. Precisamos investir numa cultura acadêmica democrática, solidária e de respeito aos Direitos Humanos em todos os espaços, inclusive no espaço da sala de aula e das relações que ali se estabelecem”, salientou a professora Dayse Lago.

Na oportunidade, as gestoras parabenizaram os novos estudantes por terem sido aprovados no vestibular e ingressado na universidade, e ainda felicitaram os discentes veteranos que estão reiniciando mais um semestre na instituição.

A Aula Inaugural está na programação da Semana de Integração 2023.1 , que segue com atividades até esta quinta-feira (16), no Teatro UNEB, no Campus I da instituição, em Salvador. Com o tema “Inclusão na Universidade: nada sobre nós sem nós”, a iniciativa marca o início das atividades acadêmicas neste semestre letivo. As atividades contam com transmissão ao vivo no canal da TV UNEB, no YouTube.

Educação superior com democracia e participação

Evento teve palestra do docente Décio Guimarães, mediada pela pró-reitora da Prograd, Gabriela Pimentel

Mediada pela pró-reitora de Ensino de Graduação (Prograd) da instituição, Gabriela Pimentel, a Aula Inaugural reservou a palestra “Educação Superior com Democracia e Participação: acessibilidade para além das barreiras”, ministrada pelo professor e pessoa com deficiência visual Décio Guimarães, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF).

“Quando falamos de uma educação superior com democracia e com participação, estamos querendo provocar mais rupturas, mais transgressões. Estamos a defender uma educação horizontal, uma educação que está aqui no contexto da universidade, mas se articula com todo o processo de escolarização. A porta de entrada na universidade não é o Sisu, não é o vestibular, é a educação infantil, é a educação de jovens e adultos, é toda a educação básica“, defendeu o palestrante.

O docente Décio Guimarães ainda salientou que as pessoas com deficiência (PCDs) historicamente sofrem segregação e sempre foram colocadas na categoria de ensino da educação especial.

Décio Guimarães: “A porta de entrada na universidade é a educação básica”

As pessoas com deficiência não são público da educação especial, mas, sim, público da educação. Falar das pessoas com deficiência na educação, estamos falando de um público que historicamente esteve às margens e segregado. Quando pensamos nas pessoas com deficiência, estamos a falar de nós mesmos. Somos diferentes. Nossas vidas provocam transgressões e rupturas. Nossos corpos e vidas representam uma luta contra hegemônica, uma luta por ser mais”, analisou o pesquisador.

Aprendizado no dia primeiro dia de aula

Estreante como estudante do curso de Licenciatura em Filosofia da universidade. A discente Milena do Espírito Santo, 18, em seu primeiro dia de aula participou do evento. Ela considerou que a aula inaugural é motivo de aprendizado e conhecimento sobre as pessoas com deficiência (PCDs).

Milena: “Aprendizado e conhecimento de como tratar as PCDs sem preconceitos”

“É uma aula que trouxe aprendizado e conhecimento sobre as pessoas com deficiência. O palestrante Décio Guimarães me fez ter uma visão mais ampla sobre as pessoas com deficiência, de como tratá-los sem preconceitos e incentivar a sua participação efetiva na sociedade”, destacou a discente.

A organização da Semana de Integração UNEB é coordenada por um colegiado composto pelo Gabinete da Reitoria, pelas Pró-Reitorias de Ensino de Graduação (Prograd), de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação (PPG), de Extensão (Proex), de Assistência Estudantil (Praes), de Ações Afirmativas (Proaf), e de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), pela Secretaria de Acessibilidade e Inclusão (Sain) e pelos Centros de estudos e pesquisas da instituição.

Aula inaugural do PPGEduC contou com palestra do docente Jorge Ramos do Ó

No mesmo dia (13), no Teatro da UNEB, no Campus I, ocorreu a aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da instituição. A iniciativa reservou a conferência “Reforma da universidade e inovação pedagógica na ressaca de maio de 68: efeitos pedagógicos em Foucault, Deleuze, Barthes, Derrida e Certeau”, que foi ministrada pelo docente Jorge Ramos do Ó, da Unversidade de Lisboa (ULisboa).

A organização da Semana de Integração UNEB é coordenada por um colegiado composto pelo Gabinete da Reitoria, pelas Pró-Reitorias de Ensino de Graduação (Prograd), de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação (PPG), de Extensão (Proex), de Assistência Estudantil (Praes), de Ações Afirmativas (Proaf), e de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), pela Secretaria de Acessibilidade e Inclusão (Sain) e pelos Centros de estudos e pesquisas da instituição.

Texto: Danilo Cordeiro/Ascom

Fotos: Danilo Oliveira/Ascom

Encontro reúne coordenadores de colegiados para debater educação superior na contemporaneidade

Evento reuniu gestores dos cursos de graduação de todos os campi da UNEB. Fotos: Cindi Rios/Prograd

Com o objetivo de fomentar análises, discussões e a difusão de saberes e práticas relativos à docência universitária na Bahia, a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd) da UNEB, realizou ontem (9) e hoje (10), o Encontro de Coordenadoras (es) dos Cursos de Graduação da universidade.

O evento contou com a participação da reitora da instituição, Adriana Marmori, da vice-reitora, Dayse Lago, do superintendente de Programas e Projetos Estratégicos da Educação na Secretaria estadual da Educação (SEC), Marcius Gomes, e do presidente do Conselho Estadual de Educação (CEE), Pedro Gabriel Nacif.

Adriana Marmori destacou responsabilidade e importância dos coordenadores de colegiados

“Os coordenadores de colegiados são a porta de entrada na nossa universidade. O vínculo que vocês estabelecem construído com cada um, de confiança com a comunidade acadêmica, ressalta a responsabilidade que vocês têm no que é traçado institucionalmente de manter essa universidade com as matizes que ela se constitui ao longo da sua trajetória, de ser uma instituição inclusiva e dialógica”, destacou professora Adriana.

Com o tema “Educação Superior na Contemporaneidade: entre tradição e inovação”, o evento seguiu com extensa programação para os coordenadores de colegiado de todos os campi da universidade.

De acordo com a vice-reitora, Dayse Lago, o encontro fortalece o diálogo entre as gestões dos diferentes cursos e consolida-se enquanto iniciativa de formação: “Compreendo que o coordenador de colegiado possui muitos desafios pedagógicos, administrativos e políticos. Este é um momento também formativo, em que encontramos pessoas que têm experiência de coordenação e que podem dialogar em prol do debate sobre a tradição e a inovação no processo de formação dos discentes”.

Também docente da UNEB, o superintendente de Programas e Projetos Estratégicos da SEC, Marcius Gomes, ressaltou que a tradição e a inovação caminham juntas desde a institucionalização da universidade, que possibilitou a composição de uma grande rede estadual, ofertando oportunidades educacionais em diferentes territórios da Bahia.

Tradição e inovação

Professores e gestores prestigiaram as atividades da abertura do encontro, em Salvador

Presidente do CEE-BA, o professor Paulo Gabriel Nacif lembrou a época de gestor da Universidade Federal da Bahia (UFRB) o desejo que a instituição tivesse o significado territorial, acadêmico e social que a UNEB tem para a Bahia.

“Quero expressar meu respeito a essa universidade que traduz o espírito baiano de luta e construção da interiorização da educação pública superior no estado. A UNEB prova que é possível filosofar no interior da Bahia. Temos o desafio de levar o ensino superior para as regiões mais afastadas do nosso estado”, enfatizou o gestor.

O evento contou também com a presença das coordenadoras do Fórum dos Coordenadores de Colegiados dos Cursos de Graduação na UNEB (ForCol), Marluce Alves, e do Fórum de Diretores de Departamento da universidade, Érica Macedo, além das equipes da Prograd, lideradas pela pró-reitora Gabriela Pimentel.

Gabriela Pimentel: “A UNEB tem promovido importantes mudanças nas rotinas acadêmicas”

“A UNEB tem promovido importantes mudanças em suas rotinas acadêmicas, por meio das produções científicas e do diálogo entre a comunidade interna e externa. É um movimento que favorece processos pedagógicos e administrativos, dinâmicos e sensíveis, que lhes são apresentadas pelo ensino, pesquisa e extensão. Essa dinâmica, marcada pelo diálogo permanente entre as tradições disciplinares e as inovações contemporâneas, que dinamizam a produção do conhecimento”, avaliou professora Gabriela.

Coordenadora do ForCol, Marluce Alves destacou que o fórum tem uma composição política e inclusiva, na mesma “perspectiva desse encontro, entre a tradição e a inovação, afinal representar de forma colegiada um coletivo pensante e crítico de coordenadores, é pensar na UNEB e pensar na educação superior na contemporaneidade”.

Educação na contemporaneidade

Ilka Serra ministrou a conferência “Educação Superior na Contemporaneidade”

Ainda no primeiro dia de programação, os coordenadores de colegiados acompanharam a conferência “Educação Superior na Contemporaneidade: entre tradição e inovação”, ministrada pela professora da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Ilka Márcia Serra.

Para a conferencista, a comunidade universitária vive um período de alterações em suas relações com o mundo: “Estamos em um momento de mudança no modo de viver, elaborar o pensamento, de se comunicar entre as gerações humanas e de compreender e viver a fé e a ciência. Estamos tentando compreender essa nova forma de fazer ciência. É preciso entender que essa contemporaneidade que nós vivenciamos precisa ser compreendida para poder ser transformada”.

Evento segue até esta quarta (10) e reserva reuniões entre gestores, mesas e apresentações

A pesquisadora destacou também que os profissionais da educação já eram desafiados diariamente antes da pandemia e, hoje, frente aos novos dilemas apresentados pelo período remoto, devem seguir instigados e em busca da formação continuada. “A grande questão é que essa mudança não chegou na educação até meados de março de 2020. E ainda não estamos muitos adeptos a entender essa mudança. Vivemos numa sociedade industrial no que diz respeito à educação”, explicou a convidada.

A abertura do evento contou também com a apresentação da dupla musical “Desatinados”, do município de Senhor do Bonfim. O evento ainda reservou reunião com diretores de departamento e a reitora Adriana Marmori, mesas-redondas, apresentação dos programas especiais Parfor, Pibid e PRP e atividades culturais.

Texto: Danilo Cordeiro/Ascom

UNEB promove encontro de coordenadores de colegiados para debater educação superior na contemporaneidade

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd) da UNEB vai realizar, nesta terça (9) e quarta-feira (10), o Encontro de Coorenadoras (es) dos Cursos de Graduação da UNEB, no Catussaba Resort Hotel, no bairro de Itapuã, em Salvador.

A iniciativa vai debater o tema “Educação Superior na Contemporaneidade: entre tradição e inovação”. O evento tem como objetivo fomentar análise, discussão e difusão de saberes e práticas relativos ao ensino de graduação na Bahia, fundadas em tradições e inovações da gestão universitária.

O encontro é destinado aos coordenadores de colegiados dos cursos de graduação de todos os campi da universidade. A programaçao do evento reserva conferências, mesas-redondas, atividades culturais e apresentação dos programas especiais Parfor, Pibid e PRP.

Informações: www.prograd.uneb.br

Educar para resistir: Eunápolis e Aldeia Boca da Mata recebem 2º edição do Diálogos Pedagógicos UPT UNEB

Auê dos Povos Indígenas Pataxó da Aldeia Boca da Mata. Fotos: Cindi Rios/Ascom

A emoção e alegria do AUÊ dos Índios Pataxós da Aldeia Boca da Mata, em Porto Seguro, abriram as atividades do evento Diálogos Pedagógicos UPT UNEB – Orgulho em transformar vidas: construindo uma universidade pintada de povo, que aconteceu nos dias 20 e 21 de novembro, em Eunápolis.

A iniciativa teve como objetivo promover debates e reflexões sobre as ações desenvolvidas pelo projeto Universidade para Todos (UPT) durante o ano vigente.

O evento promoveu debates e reflexões sobre as ações desenvolvidas pelo UPT em 2019

A professora Simone Wanderley, coordenadora geral do UPT UNEB, presidiu a mesa de abertura do evento. A gestora destacou que os bons resultados alcançados se justificam pela dedicação e entusiasmo da equipe, e pela parceria entre as quatro universidades estaduais baianas, executoras do projeto.

“Temos perfis diferentes, estamos em localidades diferentes, mas nossos objetivos são os mesmos. No UPT, somos todos elos de uma mesma corrente. É o trabalho conjunto que constrói as bases e desenvolve as ações desse projeto tão importante para o nosso povo”, frisou a coordenadora.

Para Patrícia Machado, coordenadora geral do UPT, na Secretaria estadual da Educação (SEC), existe a necessidade de trabalharmos no sentido de ampliar o projeto, transformando-o em uma política pública de acesso ao Ensino Superior.

“A jornada e história do UPT é de superação, de vencer desafios. Este é um projeto lindo, que abre caminhos, cria oportunidades, alimenta sonhos e, por isso, transforma a vidas. Esse momento de imersão e vivência nas comunidades nos permite acessar depoimentos sobre trajetórias, expectativas e mudanças impactantes, que nos enchem de alegria e que também nos permite refletir sobre a ampliação de nosso escopo de ação”, disse Patrícia Machado.

Troca e aprendizado mútuo

A roda de conversa contou com a participação de gestores, coordenadores, professores, monitores e alunos UPT UNEB, que relataram suas vivências e experiências com o projeto. A professora Rozineide Carneiro, que coordena o polo do Sistema Prisional de Teixeira de Freitas, emocionou o público com sua história de luta e resistência a favor da educação prisional e ressaltou o papel do UPT nesse contexto.

Cláudia e Raul contaram suas histórias com alegria e entusiasmo.

“Sempre nos perguntam porque damos aula em um presídio. E eu sempre respondo: Estamos lá porque tem gente nesse espaço. São pessoas com os mesmos direitos humanos que todos nós. A prisão é do lado de fora. Dentro de nós somos livres, porque temos a liberdade de pensamento, e isso precisa ser valorizado e estimulado. Acreditar no ser humano é a base, a essência da vida”, pontuou Rozineide.

E quando a troca acontece dentro da mesma família? Quando mãe e filho decidem, juntos, ingressar em uma universidade? Essa é a história de Cláudia e Raul Oliveira, que, hoje, sonham o mesmo sonho, e lutam lado a lado para realizá-lo: “Voltar a estudar, buscando um diploma universitário parecia um sonho distante. Esse era um projeto pessoal que deixei adormecer dentro de mim. Mas, agora, com o apoio do UPT e a ajuda incondicional do meu filho, estou a um passo de alcançar esse meu objetivo de vida”, relatou Cláudia.

Educação Indígena

 

Atualmente, existem em Porto Seguro 18 escolas indígenas, com aproximadamente, 31 mil estudantes. Para Rosimar Paraxó, diretor de Educação Escolar Indígena de Porto Seguro, o UPT representa a chance de dar continuidade ao que desenvolvemos com nossos jovens estudantes. “É a possibilidade de ir além, de sonhar, de transformar. A educação é o caminho para a transformação e os jovens são o nosso futuro”, ressaltou.

Suyhê destacou a necessidade de investir na permanência dos indígenas nas universidades

Suyhê Pataxó, monitora UPT UNEB, na Aldeia Boca da Mata, trouxe para a roda de diálogos uma importante questão: a permanência dos indígenas nas universidades.

“Estamos ganhando espaço nas universidades, mas, para além do acesso, precisamos dar uma atenção especial para a permanência. O UPT está em nossa aldeia desde 2017. De lá para cá, 20 estudantes conseguiram aprovação em vestibulares. Porém, apenas seis estão conseguindo cursar porque as dificuldades de se manter dentro da instituição são muitas, o investimento com moradia, alimentação e despesas pessoais e acadêmicas é alto”, relatou a jovem.

De acordo com Marcius Gomes, superintendente de projetos estratégicos da SEC, o governo do estado já está sensível a esse tema.

“Entendemos a permanência como uma questão prioritária. As quatro estaduais, junto à Secretaria da Educação, já estão estudando medidas e ações para atender essa demanda com celeridade”, afirmou o superintendente.

Vivência na aldeia

Lideranças indígenas, gestores da SEC, coordenadores, colaboradores, professores e estudantes UPT participaram de uma rica roda de diálogos.

A programação do evento contou ainda com um momento de imersão, troca e escuta na Aldeia Boca da Mata, em Porto Seguro. Lideranças indígenas, gestores da SEC, coordenadores, colaboradores, professores e estudantes UPT participaram de uma rica roda de conversa.

Momento de imersão, troca e escuta na Aldeia Boca da Mata

O vice-reitor da UNEB, professor Marcelo Ávila, frisou que “a inserção em comunidades tradicionais está no DNA da UNEB. A nossa presença aqui marca a presença do ensino superior em terras indígenas. Trata-se de um movimento de valorização dos nossos povos originários”, destacou o vice-reitor.

Para Isaac Lou, representante do Fundo de Combate à Pobreza (Funcep), vinculado a Casa Civil do estado, para compreender a diversidade e seus contextos, é necessário sair da zona de conforto e viver realidades outras.

“O UPT atende diversas comunidades tradicionais, como os indígenas e os povos de terreiros, além de LGBTs, pescadores, marisqueiras, e muitas outras representações sociais. Para fazer um bom trabalho é necessário, antes de tudo, acessar essas realidades, vivê-las, entendê-las. A cada ano o UPT UNEB nos surpreende ainda mais, nos mostrando que pode chegar mais longe, aonde poucos chegam”, afirmou Isaac.

O Projeto Universidade para Todos (UPT), criado pelo Governo do Estado da Bahia e coordenado pela Secretaria da Educação (SEC-BA), é executado por meio de uma parceria entre as Universidades Estaduais (UNEB, UEFS, UESB, UESC). Trata-se de uma iniciativa voltada para fortalecer a política de acesso à Educação Superior, direcionada a estudantes concluintes e egressos do ensino médio das redes públicas municipais e estadual.

A UNEB é a maior executora do projeto, sendo responsável por 8.400 vagas, das 11.505 ofertadas pelo projeto, em 2019. Apenas neste ano, inscreveram-se 32.711 estudantes de todo o estado.

Confere mais fotos desse evento no fb @oficialuptuneb.

Seminário internacional destaca inovação em educação superior; inscrições abertas!

Convergências: Ensino, Pesquisa e Extensão para uma Formação Inclusiva. Esse é o tema do 2º Seminário Internacional de Inovação em Educação Superior que será realizado entre os dias 3 e 5 de julho, em Florianópolis.

O evento, realizado pela Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) e pela Universidade do Estado de Santa Catarina ( UDESC), tem como objetivo demonstrar as potencialidades do ensino superior ao inovar e criar experiências educacionais significativas para sociedade, por meio de atividades de ensino, pesquisa e extensão, em torno de suas próprias estratégias curriculares, pedagógicas e didáticas.

Os interessados em submeter trabalhos (ver normas) devem realizar inscrição até 30 de abril, no site do evento. Aqueles que desejam participar como ouvinte o prazo segue até dia 3 de julho, no mesmo endereço eletrônico.

A iniciativa, que conta com o apoio da UNEB, reserva em sua programação palestras, vivências, apresentações de trabalhos e culturais.

Informações: siies2019.udesc.br.

CRES 2018 inicia reafirmando educação superior como bem social, direito humano e dever do estado

No palco, bandeiras de países da América Latina e do Caribe lado a lado. E a diversidade não é por acaso. Elas representam a união das nações em defesa de uma causa única: a Educação Superior como um bem social, um direito humano e um dever do estado – tônica da Conferência Regional de Ensino Superior. Em 2018, a Cres chega a sua terceira edição reunindo 10 mil pessoas, de 40 países, em Córdoba, na Argentina.

Até sexta-feira (15), gestores, pesquisadores, professores e estudantes discutirão sete eixos temáticos que resultarão em estratégias conjuntas que deverão ser adotadas pelos países da região no sentido de garantir o acesso à universidade pelos membros das sociedades latino-americanas e caribenhas. “Primeiro, temos que assumir que somos diversos e também muito assimétricos. Somos muito desiguais. Então, a ideia é ouvir não só as universidades que têm prestígio, mas trazer todas as demais instituições que estão no sistema e que tem problema de qualidade, de reconhecimento, de legitimidade. A Conferência tem que buscar, de alguma maneira, a conversação entre as instituições e os governos para que os desenhos de políticas deem conta dessa situação e para que possamos enfrentá-la – as universidades em conjunto com a sociedade”, defende o diretor do Iesalc (Instituto Internacional para a Educação Superior na América Latina e Caribe), Pedro Henriquez Guajardo.

A Cres é realizada pelo Iesalc, braço latino-americano da Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, como preparação para a Conferência Mundial da Educação que será realizada em 2021, pela Organização das Nações Unidas (ONU), na França. Para a ex-diretora do Iesalc Unesco, professora Ana Lúcia Almeida Gazzola, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), essa edição da Conferência deve ressignificar as ações do dois encontros anteriores – realizados em 1996, em Cuba, e em 2008, na Colômbia -, tendo em vista que as mudanças positivas e negativas ocorridas no período no cenário da Educação Superior.

“Temos como pontos negativos o aumento dos processos de mercantilização da educação superior, de uma privatização desregulada e, também, a circulação de cursos e projetos da educação superior online, que terminam por serem produtos acéticos, que não têm relação com as raízes, pensamentos e expectativas de cada local. Nesse aspecto houve um retrocesso ou um agravamento das condições de 2008. Mas, por outro lado, a integração regional cresceu – tanto através de enlaces, como através das redes de universidades e das associações de universidades, como no Brasil a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) e a Abruem (Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais). Isso cresceu, avançou e eu acho que essa acolhida da convocação para essa Conferência Regional expressa exatamente esse crescimento em articulação e em integração regional”, afirma.

Para o presidente da Abruem e reitor da Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste), Aldo Nelson Bona, o debate proposto pela Cres ocorre num momento de grandes desafios para as universidades da América Latina e do Caribe, e em especial do Brail. “O desafio do financiamento, mas também do ponto de vista do questionamento de sua função, do seu papel social. Então, estar nesse encontro, promovendo um debate sobre os rumos da educação superior no continente, sem dúvida nenhuma, é de fundamental importância e o o grande número de participantes chama a atenção. Por isso, os resultados que sairão daqui serão válidos, sem dúvida nenhuma”.

A Abruem, nessa edição da Cres, tem a participação de representantes de nove instituições de ensino superior afiliadas: Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), UEL (Universidade Estadual de Londrina), Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Uneb (Universidade do Estado da Bahia), Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso), Unespar (Universidade Estadual do Paraná), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste) e Unioeôste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná).

Nessa terça, o presidente da Abruem, reitor Aldo Bona é um dos conferencistas do painel “Políticas Públicas de Educação Superior da América Latina e Caribe”. A Associação tem ainda representes nas mesas “Acesso aberto e democratização do conhecimento”, “Inovação tecnológica e desenvolvimento sócio-produtivo”, “Educação Superior e cooperação multilateral”, “Educação Superior e meios de comunicação” – respectivamente os reitores Marcus Tomasi, da Udesc; Marcelo Knobel, da Unicamp; o vice-reitor da Unespar, Sidney Kempa; e o chefe de gabinete da Unicentro, professor Marcio Fernandes.

No fim do dia, os presidentes da Abruem e da RUP (Rede de Universidades Provinciais da Argentina), Aldo Bona e Hernan Vigier, assinam um convênio de ampla cooperação entre as associações.

Foto (home): Ascom/Abruem