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EdUNEB participa de Espaço das Editoras Universitárias na Flipelô 2025: dias 06 a 10/08

A Editora da UNEB (EdUNEB) e demais editoras universitárias da Bahia participam da nova edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô 2025), que acontece de hoje (6) a 10 de agosto, no centro histórico de Salvador.

No Espaço das Editoras Universitárias da Flipelô, localizado na histórica sede da primeira faculdade do Brasil, no Terreiro de Jesus, vão acontecer mesas temáticas e sessões de lançamento de livros, com a presença de professores e autores da EdUNEB e das universidades participantes.

No sábado (9), às 18h, a EdUNEB vai lançar dois títulos: “Educação no Sertão Produtivo: diálogos entre didática, currículo, literatura, política e formação docente”, organizado por Eliana Carvalho e Natalícia Barbosa, e “Liberdades, democracia e direitos humanos: história e memória em tempos de incertezas”, organizado por Maria das Graças Leal e Sara Farias.

Também, durante todo o evento, estão em exposição e à venda os títulos mais recentes e relevantes das editoras participantes, abrangendo diversas temáticas de todas as áreas do conhecimento, a exemplo de literatura, linguística, história, sociedade, agroecologia, questões étnico-raciais, cultura, urbanismo e educação.

Além dos títulos, representando a UNEB nas mesas temáticas, na sexta-feira (8), às 15h, o professor Ricardo Freitas, autor do livro “Web Terreiros d’Além-Mar: ciberinformatização e transnacionalização das religiões afro-brasileiras” (EdUNEB, 2014), vai mediar a mesa Dramaturgias contemporâneas. E, às 18h, a professora Eumara Santos, autora da obra “Espaços do eu na obra ‘Infiel’, de Ayaan Hirsi Ali” (EdUNEB, 2017), vai participar da mesa Mundo islâmico e conflito: identidade e migrações.

Ainda no dia 9, as professoras Rosy Lapa e Simone de Paula assumem, nos dois turnos, às 9h e às 14h, respectivamente, oficinas de Contação de histórias. Rosy Lapa lançou recentemente pela EdUNEB o livro didático “Chegou a hora de contar histórias!” (2025), que ensina como a contação de histórias pode ser usada como técnica de ensino e aprendizado.

Programação completa da Flipelô 2025
Catálogo da EdUNEB

Texto: Fabiano Oliveira/EdUNEB, com edição da Ascom. Imagens: divulgação.

EdUNEB participa de espaço coletivo da Abeu na Flipelô; editora lança dois livros no evento: dia 09/08

A Editora da UNEB (EdUNEB) e outras editoras universitárias da Bahia vão participar do espaço coletivo da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (Abeu) na nova edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô 2025), que será realizada entre os próximos dias 6 a 10 de agosto, no centro histórico de Salvador.

No espaço, que será instalado na Faculdade de Medicina (Famed), da Universidade Federal da Bahia (Ufba), no Terreiro de Jesus (Pelourinho), vão acontecer mesas temáticas e sessões de lançamento de livros, com a presença de professores e autores das universidades participantes.

No sábado (9), às 18h, dois títulos da EdUNEB serão lançados: “Educação no Sertão Produtivo: diálogos entre didática, currículo, literatura, política e formação docente”, organizado por Eliana Carvalho e Natalícia Barbosa, e “Liberdades, democracia e direitos humanos: história e memória em tempos de incertezas”, organizado por Maria das Graças Leal e Sara Farias.

Texto: Fabiano Oliveira/EdUNEB, com edição da Ascom. Imagens: divulgação.

Produções literárias da UNEB ganham destaque na 8ª Festa Literária Internacional do Pelourinho

Obras literárias da EdUNEB foram lançadas na 8ª Flipelô, em Salvador

A UNEB foi destaque em um dos espaços disponibilizados ao público na 8ª Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), em Salvador.

O evento, realizado entre os dias 7 e 11 de agosto, reuniu mais de 600 atividades gratuitas, entre mesas, lançamentos de livros, rodas de conversa, bate-papos, oficinas, saraus, programação infantil, shows musicais, ações de acessibilidade e sustentabilidade.

A Editora da UNEB (EdUNEB) representou a Universidade com o lançamento de três importantes obras literárias. A participação da instituição é fruto da união das editoras universitárias com a Associação Brasileira de Editoras Universitárias (Abeu).

“É importante a participação da EdUNEB, na medida em que expomos livros produzidos por professores, pesquisadores, técnicos e discentes da Universidade. Os livros são frutos de pesquisas científicas de qualidade e são apresentados à sociedade por meio desses eventos literários, propiciando a divulgação do que se faz dentro da UNEB. Considero relevante estarmos fazendo essas exposições e vendas das nossas produções a preços módicos, porque nas feiras literárias procuramos facilitar ao máximo o acesso a esse material coproduzido”, destacou a coordenadora da EdUNEB, Elisângela Santana.

Presente no evento, a pró-reitora de Ensino de Graduação (Prograd) da UNEB, Gabriela Pimentel, também ressaltou que “a participação da Universidade traz referência literária para a comunidade externa e ratifica a relevância da instituição, principalmente em eventos literários como a Flipelô”. disse a gestora e uma das organizadoras da obra “40 anos de Ensino na UNEB: Práticas Educativas em Territórios da Bahia”.

Também fazendo parte da publicação que abre reflexão sobre as quatro décadas de atuação da UNEB no ensino superior da Bahia, o professor Elizeu Cruz celebrou a exposição do livro no evento. “É uma alegria o nosso trabalho de organização estar na Flipelô, de um material que destaca os 40 anos da Universidade que tem ocupado diferentes territórios do estado da Bahia, levando ensino superior de qualidade, numa perspectiva inclusiva da diversidade”, comemorou.

A docente Andrea Santos, uma das escritoras do livro “Curricularização da Extensão: diálogos formativos entre a universidade e a comunidade”, também frisou a alegria de ver a obra ser lançada na festa literária. “É um momento de celebração, de um trabalho coletivo, porque esse livro é resultado realmente da expressividade da extensão curricularizada na UNEB. Então, os autores ressaltam suas experiências, vivências e, principalmente, seus percursos metodológicos e teóricos sobre a curricularização da extensão, que vai fomentar muitas outras experiências na universidade”, contou a professora e também atual diretora do Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus III da instituição, em Juazeiro.

Autora da publicação “Memórias de mundos infames: subalternidades e (re)existências negras no Recôncavo Sul da Bahia”, a docente Edinelia Souza salientou o orgulho de participar da Flipelô. “É grande a felicidade de participar dessa feira, evento de grande proporção e representação. Muito significativo que estejamos lançando o nosso livro, expondo o nosso trabalho para um público maior”, disse a escritora do livro, coeditado em parceria com a Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba).

Esta edição da Flipelô homenageou o cantor, poeta e compositor Raul Seixas. De acordo com a organização, nos cinco dias de extensa programação passaram pelo Centro Histórico de Salvador aproximadamente 250 mil pessoas para prestigiar o evento.

Texto e fotos: Danilo Cordeiro/Ascom

Editora da UNEB participará da programação da Flipelô; evento acontece de 7 a 11 de agosto em Salvador

A Editora da UNEB (EdUNEB) e as demais editoras universitárias baianas estarão presentes na 8ª Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), que acontece entre os dias 7 e 11 de agosto, no Centro Histórico, em Salvador.

Durante o evento as editoras estarão reunidas no Espaço Coletivo da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (Abeu), localizada na Faculdade de Medicina (Famed). O Espaço da Abeu irá realizar sessões de lançamentos e mesas temáticas com a participação de professores e autores das diferentes instituições universitárias. 

Os lançamentos de obras da EdUNEB acontecerão de maneira conjunta no dia 8 de agosto, às 18h, com três títulos: 

– “40 anos de Ensino na UNEB: Práticas Educativas em Territórios da Bahia”, obra organizada pela reitora Adriana Marmori, e pelos docentes Gabriela Pimentel (Prograd) e Elizeu Pinheiro; 

– “Curricularização da Extensão: diálogos formativos entre a universidade e a comunidade” – Volume 3 da Série Extensão Universitária e Sociedade, organizado por Andréa Cristiana Santos, Edilane Carvalho Teles e Maiana Rosari Lima Alcântara; 

– “Memórias de mundos infames: subalternidades e (re)existências negras no Recôncavo Sul da Bahia”, de autoria de Edinelia Maria Oliveira Souza em coedição com a Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba).

Já nas mesas temáticas,  a EdUNEB integra a programação com a mediação do docente Marcos Aurélio dos Santos Souza na mesa “Raça, Classe e Gênero”, no dia 9, às 17h. O professor Vércio Gonçalves Conceição mediará a mesa  “Gênero, Transexualidade e Corpo”, no dia 10, às 15h . Já a pesquisadora Rosy Lapa participa da sessão de contação de histórias no dia 11, às 9h.

Esta edição do evento homenageará o cantor, poeta e compositor Raul Seixas. A Flipelô é realizada pela Fundação Casa de Jorge Amado, em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc).

Veja abaixo programação completa da participação da EdUNEB na Flipelô:

 Texto: Leandro Pessoa/Ascom

Professor da UNEB lançará livro hoje (10), às 19h, na Flipelô

O professor da UNEB, Gildeci Leite, estará hoje à noite (10) na Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipêlo), no Centro Histórico de Salvador, para o lançamento do livro “Baianidades Literárias e Culturais”.

A solenidade será realizada às 19h, na Casa das Editoras Baianas, localizada no Largo do Pelourinho. O evento contará com as participações das docentes Jailma Moreira e Vanessa Vaz.

Flipelô dá voz e vez para produções das ruas e do cânone literário

Professor Gildeci Leite mediou bate-papo com a jornalista e escritora Alexandra Lucas Coelho. Fotos: Cindi Rios/Ascom

Crianças e jovens perambulam por todos os cantos, encantados. Adultos os organizam, atentam e conversam, igualmente maravilhados. Trocas são promovidas a todo o momento, o espaço é de liberdade e integração. A homenagem é feita com uma digna celebração.

Nesse cenário, foi dado início ontem (10) à programação pública da primeira edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) e ao tributo para Zélia Gattai, Myriam Fraga e Jorge Amado, que faria 115 anos justamente na data.

“Ele [Jorge Amado] dizia assim: ‘Eu quero que a Fundação [Casa de Jorge Amado] promova a literatura. Quero que sejam feitos encontros, que as pessoas participem e que os estudantes estejam presentes na vida da casa’. E, assim, estamos realizando a Flipelô, segundo as orientações dele”, revelou a diretora da instituição, Angela Fraga.

Até o próximo domingo (13), as ruas e os espaços culturais do Pelourinho estão ocupados por saraus, debates, encontros, oficinas literárias e apresentações artísticas gratuitas. A festa é realizada pela fundação, pelo Governo do Estado da Bahia e pelo Ministério da Cultura.

Um dos motivos de comemoração da gestora, o apoio institucional ofertado pela UNEB à festa foi destacado por Angela: “Essa parceria é muito importante, porque queríamos fazer um evento lúdico e que fosse interessante para um público diverso, porém, é essencial que ele tenha também notoriedade, o que a universidade agrega”.

Deus-dará: clamor, manifesto, ato político

Em espaços onde eram escutadas e ecoavam todas as vozes, uma vinda de além-mar arrancou aplausos da plateia que lotou o Teatro Sesc Senac Pelourinho.

Foi a da escritora e jornalista portuguesa Alexandra Lucas Coelho, que participou de bate-papo motivado pela sua obra “Deus-dará – Sete Dias na Vida de São Sebastião do Rio de Janeiro, ou o Apocalipse segundo Lucas, Judite, Zaca, Tristão, Inês, Gabriel & Noé”. A atividade foi mediada pelo assessor de Projetos Interinstitucionais para a Difusão da Cultura (Apidic) da UNEB, Gildeci Leite.

“Nem sete vidas bastariam para agradecer tudo o que o Brasil me deu e dá, e tudo o que o Brasil dá ao mundo em sua infinita graça. Pisando nessas ladeiras do Pelourinho, nesse momento tremendo, em que tudo parece desmoronar, acima de tudo será hora de dizer o quanto, e mais do que nunca, esse país é soberano”, destacou a escritora.

Além de declarar o seu amor ao país que a acolheu por mais de quatro anos, e registrar o incômodo que tem com a forma com que o seu país lida com o seu passado colonizador, a portuguesa detalhou parte do processo que culminou na publicação da obra.

“O livro foi caminhando em direções que eu não tinha previsto, e coincidiu com a explosão do Brasil nas ruas, em 2013. Ele arrebentou por dentro, e eu fui caminhando a fundo para onde eu achei que deveria caminhar, que é nas raízes daquela história que estava acontecendo, nas raízes do passado colonial”, explicou a autora.

Alexandra fez também do Brasil seu território para olhares de uma viajante preocupada em retratar e compreender o que descrevia longe de percepções reducionistas e estereotipadas. Assim, avalia o professor Gildeci.

“Deus-Dará não é um livro escrito ao Deus dará, o romance contém marcas de pesquisas históricas, que trazem novidades sobre o Brasil, até para um brasileiro oportunizado em experiências de pesquisas acadêmicas”, ressaltou o pesquisador.

Ainda de acordo com Gildeci, participar da Flipelô consiste em uma maneira de ratificar a ideia de que é essencial “reafirmar a importância da literatura e das outras artes que com ela fazem conexão, a exemplo da música e do cinema, para a formação do ser humano”.

Poesia e protesto

Da produção canônica aos gritos das ruas. Todas as manifestações artísticas têm vez na Flipelô. Assim comprovou a mesa A rua é nóiz – Poesia e protesto, que contou com a participação do rapper Emicida, do presidente do Olodum, João Jorge, e foi mediada por Larissa Luz.

“Durante muito tempo, acreditei que os livros não me pertenciam. Que um dos atributos que o poeta precisava ter era estar morto. Gostaria de agradecer por estar aqui. São tão raros esses espaços no Brasil”, destacou Emicida.

O rapper revelou ainda que o livro Capitães de Areia, de Jorge Amado, foi o primeiro que leu e se viu dentro da narrativa. “Foi tipo um soco. Porque eu li aquela parada e levantei a cabeça respirando fundo”, frisou, salientando que foi inspirado pelo baiano para construir o trecho “Atabaques vão soar como tambores de guerra”, da música Triunfo.

Líder de um dos blocos-afro mais representativos do Carnaval da Bahia, João Jorge disse que após extrapolar as primeiras referências literárias europeias, teve discernimento do potencial transformador que a poesia poderia ter em sua vida.

“Percebi que podíamos fazer literatura, fazer revolução. Fazer do Carnaval a veia poética mais profunda do movimento negro brasileiro. Eis que desobedeci minha mãe, meu pai, a igreja, os políticos da Bahia, e, pela literatura e pelo amor à poesia, virei carnavalesco”, contou João.

Experiência de imersão

Um grupo de estudantes da UNEB viajou por mais de 450 km, entre o município de Seabra e Salvador, para prestigiar a primeira festa literária internacional promovida na capital.

“Essa está sendo uma experiência inigualável. Quero aproveitar ao máximo, por isso vamos ficar até o fim. Interesso-me muito pelos temas relacionados às discussões de gênero e étnicas”, ressaltou Carla Cleide Lopes, estudantes do curso de Letras – Língua Portuguesa e Literaturas.

A discente também é bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e garante que será agente multiplicadora dos aprendizados adquiridos durante o evento: “Viemos em busca de bagagem para passar para os nossos alunos”.

Com proposta semelhante, a supervisora do Pibid em Seabra, Júlia Santos de Souza, acompanha o grupo de estudantes e avalia a participação como um momento inesquecível em sua vida.

“Para mim, essa é uma oportunidade ímpar. Estou buscando aprendizagens significativas para que, ao chegar na escola, possa transmitir para os meus colegas. Espero que junto possamos pensar ações em prol do que estamos vivenciando aqui”, salientou Júlia.

Representantes da UNEB ainda participam da programação, que segue até o próximo domingo (13). Estudante do curso de Pedagogia do Campus I, em Salvador, Douglas de Almeida irá participar do projeto A Voz Edita, às 18h do próximo sábado (12), no Café Teatro Zélia Gattai.

“Espero mostrar a minha poesia e a minha trajetória. Mostrar um pouco dos meus poemas antigos e a minha produção atual. A minha trajetória de quase 40 anos de poesia, agora vai a reboque do olhar pedagógico que hoje eu tenho”, afirmou Douglas.

O professor Gildeci Leite ainda vai mediar o Bate-papo Nem te Conto, com Rafael Rodrigues (BA) e Marcelo Moutinho (RJ), no dia 12 de agosto, às 14h, no Teatro Sesc Senac Pelourinho. Confira a programação completa do evento.

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