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Grupo de pesquisa da UNEB participa de ação pela erradicação do trabalho infantil; dia 7/12, em Salvador

O grupo de pesquisa Tecnologia, Inovação Pedagógica e Mobilização Social pela Educação (Tipemse), do Campus I da UNEB, em Salvador, está participando da 1ª Corrida pela Erradicação do Trabalho Infantil, que vai acontecer no próximo dia 7 de dezembro (domingo), a partir das 6h30, na orla do bairro de Piatã, na capital.

A iniciativa tem caráter educativo e comunitário e visa a conscientização social sobre a proteção à infância e defesa dos direitos de crianças e adolescentes. Os interessados devem realizar inscrição online e realizar pagamento de taxa de inscrição no valor de R$60.

Segundo a professora da UNEB Valnice Paiva, líder do grupo de pesquisa, “essa ação dialoga diretamente com projetos de pesquisa e extensão da universidade, com participação de nossos estudantes”.

A corrida conta com o apoio do governo estadual, por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb).

De acordo com dados do IBGE de 2024, o Brasil registra 1,65 milhão de crianças e adolescentes com idade de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil, com maior concentração entre jovens de 16 e 17 anos, sobretudo em atividades de comércio, agricultura, serviços e trabalho doméstico.

A legislação brasileira é categórica: o artigo 7º da Constituição Federal proíbe qualquer trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz a partir dos 14 anos, e veda atividades perigosas, insalubres ou noturnas para menores de 18 anos. Já o artigo 227 estabelece que a proteção integral à infância é dever da família, da sociedade e do Estado.

Texto: Marcus Gomes/Ascom, com edição de Toni Vasconcelos/Ascom. Imagens: divulgação.

Grupo de pesquisa da UNEB promoverá encontro sobre os 200 anos de constitucionalismo no Brasil e 35 anos da Constituição do Estado da Bahia

O grupo de pesquisa Constituir: Constituição e Política, vinculado ao curso de Direito do Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus I da UNEB, em Salvador, realizará nesta terça-feira (17), a partir das 13h, o II Encontro do Grupo de Pesquisa Constituir, na sala Herculano Menezes da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

A iniciativa, que tem como tema os “200 anos de constitucionalismo no Brasil e 35 anos da Constituição do Estado da Bahia – O que constituímos? Podemos esperançar?”, será composta de mesas temáticas com convidados externos que irão dialogar a partir de perguntas e provocações sobre o tema.

A abertura contará com exibição de documentário e o encerramento com uma breve apresentação das pesquisas desenvolvidas pelo grupo.

A atividade é aberta ao público e oferece cinco horas de certificação. As inscrições podem ser solicitadas no local ou previamente no Sistema de Gerenciamento de Eventos (SGE) da Universidade.

O grupo de pesquisa Constituir: Constituição e Política  tem como referência o debate acerca do direito constitucional, agregando discentes, egressos e professores, sendo coordenado pela docente Gilsely Barreto.

Texto: Leandro Pessoa/Ascom.

Grupo de pesquisa da UNEB promove 1ª Semana de Internacionalização com pesquisador que estuda inteligência artificial aplicada à saúde

A UNEB, por meio do Grupo de Pesquisa Interprofissional em Epidemiologia e Saúde (GPIES), promoverá, de 26 a 29 de fevereiro, a I Semana de Internacionalização do grupo de pesquisa, no Departamento de Ciências da Vida (DCV), no Campus I, em Salvador.

A programação se inicia no dia 26, às 9h, com o acolhimento do professor italiano Dário Gregori, da Universitá degli Studi di Padova da Itália. O pesquisador participará de atividades ligadas ao GPIES, grupo vinculado ao programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UNEB e de Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da Ufba.

No dia 28, às 18h30, o docente convidado realizará o seminário “The Use of Artificial intelligence and epidemiological research: possibilities and innovations”.

Até o dia 29 de fevereiro estão previstas visitas do pesquisador às dependências do DCV, reunião com mestrandos, doutorandos e pesquisadores, reunião de acolhimento institucional com a Secretaria Especial de Relações Internacionais (Serint) e a Reitoria da UNEB.

Dário Gregori atua no departamento Cardio-Toráxico-Vascular e Saúde Pública na área de bioestatística e epidemiologia e vem se dedicando aos estudos do uso de Inteligência Artificial aplicada à saúde.

Informações: Instagram – @gpies_uneb

Texto: Leandro Pessoa/Ascom

UNEB realiza colóquio internacional sobre Educação e Humanidades; inscrições para submissão de trabalhos até 29/01

O Grupo de Pesquisa Educação e Humanidades (UMANITÀ), vinculado ao Programa de Pós-Graduação Educação e Contemporaneidade (PPGEduC) da UNEB realizará, entre os dias 13 e 15 de março, o I Colóquio Internacional de Educação e Humanidades (CIEH), no Teatro da universidade, no Campus I, em Salvador.

O evento tem como objetivo difundir e expor o saber relacionado com a Educação, as Humanidades tanto no campo da racionalidade tecnocientífica, quanto e principalmente em diferentes patrimônios simbólicos, de saber e produção de sentido.

“O colóquio exporá um inventário de estudos, ações, aprofundamentos realizados no âmbito do Grupo de Pesquisa Educação e Humanidades (UMANITÀ), apresentando como esses campos se diferem da Ciência, embora também possam ser tratados por ela, mas com ênfase em suas singularidades, originalidades, na sua relação fundamental com os significantes da transmissão, do saber e da subjetividade”, explica um dos coordenadores do evento, Arnaud Soares.

As inscrições para submissão de trabalhos (ver regras) seguem até o dia 29 de janeiro. Os artigos devem abordar as áreas temáticas sobre “Educação e Artes”, “Educação e Tecnologia da Informação e Comunicação”, “Epistemologia, Currículo: pesquisas em educação”, e “Processos Tecnológicos, Educação e Humanidades”.

Já as inscrições para ouvinte devem ser solicitadas, até o dia 23 de fevereiro, no site do evento. A taxa varia de acordo com o perfil do público (R$20 para estudante de graduação, R$40 para discente de pós-graduação, e R$50 para professor e pesquisador).

A programação do colóquio reúne conferências, mesas-redondas, comunicações orais, oficinas e minicursos.

UNEB e comunidade do Monte Gordo promovem evento sobre empreendedorismo em Camaçari; inscrições abertas

O grupo de pesquisa Enlace da UNEB realizará, nos dias 23 e 24 de novembro, a terceira edição do evento Ecossistema Vivo, no município de Camaçari.

A iniciativa propõe transmitir os desdobramentos do projeto intitulado “A baianidade e o(a) empreendedor(a) em seu fazer cotidiano: um estudo sobre os(as) microempreendedores e seus estabelecimentos na cidade de Camaçari”, iniciativa integrada ao grupo de pesquisa.

A inscrição para participar do evento deve ser solicitada, até o dia 21 de novembro, no Sistema Gerenciador de Eventos (SGE) da universidade. A atividade é gratuita.

O evento será realizado no Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias (DCHT) do Campus XIX da UNEB, em Camaçari, e no Colégio Estadual Monte Gordo.

A programação da atividade contará com mesas temáticas sobre empreendedorismo, a relação do mundo do trabalho e as mulheres pretas, e dispositivos em difusão do conhecimento aplicados na produção do conhecimento científico.

O evento também reserva oficina sobre justiça restaurativa e marcas coletivas, roda de conversa, encontro com professores do Colégio Estadual Monte Gordo, atividade cultural e musical, visita guiada à exposição Saberes e Fazeres, e lançamentos do Museu Digital Saberes e Fazeres, do Jogo Digital da Cocada Dona Maria e o Jogo Analógico.

Destaque para a conferência “Arte e criatividade na disseminação de conhecimento científico: experiências de Moçambique”, que será ministrada pela professora Sandra Manuel, da Universidade de Eduardo Mondlane, no dia 23 de novembro, às 11h, no Campus XIX da UNEB, em Camaçari.

A iniciativa é realizada em parceria entre a UNEB, Colégio Estadual Monte Gordo, comunidade do distrito de Monte Gordo, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Evento internacional celebra 10 anos do grupo de pesquisa Candaces da UNEB; inscrições de trabalhos até 22/09

O Grupo de Pesquisa e de Estudos Candaces da UNEB, realiza entre os dias 2 e 4 de outubro, o IV do Ciclo Internacional Candaces. O evento contará com atividades no Campus I e no Centro de Estudos dos Povos Afro-Indígenas Americanos (Cepaia) da universidade, em Salvador.

Esta edição do Ciclo Internacional Candaces celebra os 10 anos de existência do grupo de pesquisa e homenageia os 30 anos de realização do I Seminário Nacional de Universitários Negros (Senun).

Para participar da iniciativa, é necessário realizar inscrição gratuita no Sistema Gerenciador de Eventos (SGE) da UNEB. Os interessados em submeter trabalhos (ver regras) devem enviá-los até o dia 22 de setembro.

A programação prevê conferências nacionais e internacionais, mesas, rodas de conversa, debates, atividades culturais, apresentação musical, apresentação de pôsteres, minicursos, oficinas, apresentação de trabalhos científicos, além de exposição fotográfica, feiras, lançamento de livros, exibição de filmes, confraternização, afro-afetividades e aquilombamento.

O Ciclo Internacional Candaces conta com apoio do Departamento de Educação (DEDC) do Campus I, dos Centros de Estudos em Gênero, Raça, Etnia e Sexualidade (Cegres/Diadorim) e de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos (Cepaia) da UNEB, além da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), do Campus dos Malês da Unilab, do Instituto Cultural Steve Biko, da ONG Bahia Street, do Museu Virtual de Contos Africanos (Mucai) e do canal Corpo Político.

História do Candaces e do Senun

O grupo de pesquisa Candaces nasceu no dia 25 de setembro de 2013, no Departamento de Educação (DEDC) do Campus I da UNEB, em Salvador, com a participação de estudantes, técnicos e professoras da instituição.

O grupo tem como objetivo abrigar estudos e pesquisas que focalizam os impactos do racismo e do sexismo nas experiências das populações negras na sociedade brasileira e na Diáspora africana.

Já o Seminário Nacional de Universitários Negros (Senun) foi fruto da organização de vários jovens negros universitários que uniram a luta de resistência do Movimento Negro Brasileiro com a necessidade de pensar a questão étnico-racial no espaço estudantil acadêmico. O movimento, que surgiu no início da década de 1990, tinha como proposta denunciar o eurocentrismo e a sub-representação da população negra no ensino superior.

Texto: Leandro Pessoa/Ascom. Imagem (destaque): Divulgação