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II Círculo de Formação Regional fortalece ações do Programa Bahia Alfabetizada Criança

Nessa etapa, 53 formadores regionais participaram da programação, que aprofundou estudos sobre alfaletramento

Nos dias 24 e 25 de setembro, o Hotel Concept, em Salvador, sediou o II Círculo de Formação Regional do Programa Bahia Alfabetizada Criança. O encontro reuniu 53 formadores regionais com o objetivo de aprofundar os estudos sobre alfaletramento, a partir do trabalho com gêneros textuais e da reflexão sobre práticas pedagógicas que favoreçam a apropriação do sistema de escrita pelas crianças.

Iêda Silva e Elivânia Reis integram coordenação do programa

Segundo Iêda Silva, coordenadora institucional do programa na UNEB, “nesse segundo círculo, os formadores regionais debateram e elaboraram proposições para o planejamento da alfabetização com foco no letramento, processo que denominamos alfaletrar. A proposta é organizar todo o trabalho pedagógico a partir da perspectiva da apropriação do sistema de escrita pelas crianças”.

A metodologia da formação incentivou a articulação de concepções, estratégias e materiais pedagógicos, considerando a diversidade cultural e étnico-racial da Bahia.

Para Elivânia Reis, coordenadora pedagógica do programa na UNEB, o momento reafirma o papel das universidades estaduais: “Estamos trabalhando, nesse círculo, os percursos formativos dos formadores regionais, promovendo a discussão sobre o processo de alfaletramento com os formadores municipais. A proposta foi estabelecer conexões com o que foi desenvolvido no primeiro Círculo, valorizando a realidade dos municípios e suas especificidades, especialmente no que se refere aos índices de alfabetização”.

Para Maria Amorim, propósito é atuar de forma qualificada

O professor formador da Secretaria estadual da Educação (SEC) Ivan Espinheira destacou a importância do processo: “É fundamental que os nossos formadores regionais possam rediscutir, repensar e problematizar situações já vividas com os professores. Não precisamos trazer apenas o novo: ele precisa ser ressignificado e compreendido dentro dos contextos próprios de cada território”.

Também participaram da atividade formadores estaduais da UNEB e das universidades estaduais de Feira de Santana (Uefs) e do Sudoeste da Bahia (Uesb), além de coordenadores territoriais e assistentes pedagógicos. O objetivo foi fortalecer o planejamento do II Círculo de Formação Municipal, previsto para novembro próximo.

Para a formadora estadual Maria Amorim, o encontro foi decisivo: “Nesse segundo Círculo, avançamos no aprofundamento de questões e práticas que os regionais compartilham com os formadores municipais e que, por sua vez, chegam até os professores alfabetizadores em sala de aula. Nosso propósito é atuar de forma qualificada e alinhada às realidades locais, garantindo que o processo de alfabetização seja, de fato, efetivo”.

Cosme Batista ressaltou dimensão coletiva: “Orgulho de fazer parte”

Já o formador regional Cosme Batista, de Juazeiro, ressaltou a dimensão coletiva da iniciativa: “Essa formação mobiliza toda a rede de apoio à educação básica e à alfabetização. São professores, coordenadores, gestores e universidades atuando juntos em uma integração jamais vista na Bahia. Tenho muito orgulho em fazer parte desse movimento histórico”.

O Programa Bahia Alfabetizada Criança integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e, na Bahia, é executado pela SEC em colaboração com os 27 territórios de identidade do estado, por meio dos núcleos territoriais de educação (NTEs), da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e das universidades estaduais (UNEB, Uefs e Uesb), em regime de cooperação com os 417 municípios.

Texto: Wânia Dias/comunicação do programa, com edição da Ascom. Imagens: divulgação.

Bahia Alfabetizada Criança: II Círculo de Formação Regional acontece nos dias 24 e 25/09, em Salvador

A UNEB vai realizar, nos dias 24 e 25 de setembro, o II Círculo de Formação Regional do Programa Bahia Alfabetizada Criança. O evento acontecerá no Hotel Concept, localizado no bairro do Costa Azul, em Salvador.

A atividade, que abordará o tema “Alfaletrando com os gêneros textuais: o trabalho de organização pedagógica na apropriação do sistema de escrita“, reunirá dezenas de formadores regionais, representando os 27 territórios de identidade da Bahia e abrangendo os 417 municípios do estado.

Também participarão do encontro a equipe gestora do programa, assistentes de apoio pedagógico e articuladores territoriais.

A programação inclui momentos de acolhimento, atividades de formação teórico-prática e apresentação cultural.

Formação continuada

O eixo de Formação Continuada do Programa Bahia Alfabetizada Criança é desenvolvido pela UNEB em parceria com as demais universidades estaduais da Bahia (Ueba), a Secretaria estadual da Educação (SEC) e a União dos Dirigentes Municipais de Educação no estado (Undime-BA), em articulação com os municípios baianos.

A iniciativa integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), coordenado pelo Ministério da Educação (MEC) com a finalidade de garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o segundo ano do ensino fundamental e a recuperação das aprendizagens das crianças dos anos seguintes da mesma etapa de ensino afetadas pela pandemia.

Texto: Wânia Dias/comunicação do programa, com edição da Ascom. Imagens: divulgação.

UNEB e SEC finalizam primeiro círculo formativo das equipes municipais do Programa Bahia Alfabetizada; mais de 1,2 mil formadores participaram

Circulo formativo alcançou 18 municípios de diversos territórios de identidade do estado.

A Secretaria estadual da Educação (SEC), por meio da UNEB, concluiu mais uma importante etapa do Programa Bahia Alfabetizada – Criança, o I Círculo Formativo de Formadores Municipais, que aconteceu entre os dias 18 e 22 de agosto.

Nessa fase, a iniciativa formou 1.214 formadores municipais em 18 municípios baianos, nos diversos territórios de identidade do estado.

O programa é uma importante ação vinculada ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e executada na Bahia pela SEC, por meio dos 27 territórios de identidade e os respectivos Núcleos Territoriais de Educação (NTEs), pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e pela UNEB e demais universidades estaduais em regime de colaboração com os 417 municípios do estado.

Mesa do círculo formativo foi realizada no Teatro UNEB, em Salvador.

A coordenadora institucional do eixo formação do programa na UNEB, Iêda Silva, destacou que “a universidade tem um papel fundamental e estratégico no programa por conta de sua capilaridade geográfica”.

“Nossa imensa extensão territorial nos possibilitou assumir a execução em 18 dos 27 territórios de identidade da Bahia. Somos cinco formadores e formadoras estaduais e 81 formadores e formadoras regionais, dos quais 54 são da UNEB, e 1.214 formadores e formadoras municipais, que vão fazer o espelhamento e a multiplicação das aprendizagens, dos conhecimentos adquiridos nas formações, trabalhando com professores, coordenadores pedagógicos, gestores e técnicos das secretarias municipais. É uma rede volumosa e grandiosa. E a UNEB tem orgulho de fazer parte desse movimento histórico“, frisou a coordenadora.

Alcance estadual

O I Círculo Formativo de Formadores Municipais aconteceu em duas etapas. A primeira fase, entre os dias 18 e 19 de agosto, atendeu a nove territórios: Teixeira de Freitas, Caetité, Macaúbas, Bom Jesus da Lapa, Santa Maria da Vitória, Barreiras, Irecê, Jacobina e Serrinha.

Já a segunda etapa, finalizada nesta sexta-feira (22), envolveu formadores de outros nove NTEs: Salvador, Amargosa, Seabra, Itaberaba, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Paulo Afonso, Ribeira do Pombal e Alagoinhas.

Com carga horária de 25 horas, a formação combina estudos teóricos, práticas pedagógicas e elaboração de relatórios, oferecendo suporte técnico, materiais didáticos e acompanhamento às redes municipais.

54 formadores do programa são de vários campi da universidade.

Segundo a superintendente de Políticas para a Educação Básica da SEC, Helaine Souza, “a formação das equipes municipais já vem sendo pensada há muito tempo, tanto pela Secretaria da Educação, quanto pelas universidades estaduais baianas”.

“A UNEB inicia esse movimento conosco e é muito estratégico ter as universidades estaduais com a gente, pautando essas formações, construindo-as conosco. Outros estados escolheram outros caminhos, contratando instituições. Mas na Bahia nós reafirmamos o compromisso com a universidade pública, na vanguarda e liderando esse processo formativo. A gente espera alcançar os 417 municípios e transformar o cenário da educação no estado”, ressaltou a superintendente

Política pública

Instituído pela Lei nº 25.668/2025, o Programa Bahia Alfabetizada consolida um pacto de cooperação entre o governo estadual e os municípios. A ação se organiza em dois eixos: Eixo Criança, que foca na alfabetização de estudantes até o segundo ano do ensino fundamental, alinhado ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada; e Eixo Paulo Freire, que promove a alfabetização de jovens, adultos e idosos, ampliando o acesso ao direito à educação em todo o estado.

“Com a UNEB na linha de frente das ações formativas, o programa reafirma o papel estratégico das universidades estaduais na construção de políticas públicas educacionais que impactam diretamente a vida de milhares de baianos”, acrescentou coordenadora Iêda Silva.

Texto: Wânia Dias/comunicação do programa, com edição da Ascom.
Fotos: Leandro Pessoa/Ascom e Anderson Freire/Ascom.

Bahia Alfabetizada Criança: I Círculo Formativo para Formadores Municipais acontece em 18 territórios: dias 18 a 22/08

Entre os dias 18 e 22 de agosto, a Secretaria estadual da Educação (SEC) realiza, por intermédio da UNEB, o I Círculo Formativo de Formadores Municipais, do Programa Bahia Alfabetizada Criança.

O programa é uma importante ação vinculada ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e executada na Bahia pela SEC, por meio dos 27 territórios de  identidade e os respectivos Núcleos Territoriais de Educação (NTEs), pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e pelas universidades estaduais em regime de colaboração com os 417 municípios do estado.

A formação acontecerá nos NTEs e será voltada aos formadores municipais das redes públicas de ensino. A UNEB é uma das universidades estaduais executoras nesse período, atuando em 18 territórios de identidade do estado.

Em nove territórios, a formação ocorrerá nos dias 18 e 19, nas sedes dos NTEs em Teixeira de Feitas, Caetité, Macaúbas, Bom Jesus da Lapa, Santa Maria da Vitória, Barreiras, Irecê, Jacobina, Serrinha.

Já nos dias 21 e 22, a formação vai se realizar nos NTEs de outros nove municípios: Amargosa, Seabra, Itaberaba, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Paulo Afonso, Ribeira do Pombal, Alagoinhas e Salvador.

Veja nos links abaixo a distribuição da formação por data e por NTE:

Formação – dias 18 e 19/08

Formação – dias 21 e 22/08

UNEB: papel estratégico

O ciclo formativo tem como principal objetivo preparar profissionais que irão atuar diretamente na formação de professores alfabetizadores, coordenadores pedagógicos e gestores escolares, respeitando os contextos locais e utilizando o material didático-pedagógico vinculado ao programa.

“A UNEB tem um papel estratégico nessa ação, reafirmando o nosso compromisso com a formação de qualidade e com o direito à alfabetização para todas as crianças baianas”, afirma professora Iêda Silva, coordenadora institucional do eixo formação do Programa Bahia Alfabetizada Criança na universidade.

Segundo a coordenadora institucional, “a alfabetização é a base de toda a trajetória escolar. Formar quem forma é um passo decisivo para garantir avanços reais na aprendizagem”.

Durante a formação, serão discutidas temáticas fundamentais como concepção de alfabetização e letramento, alfabetização contextualizada e reflexiva, diálogos sobre experiências educacionais identitárias no contexto da alfabetização e letramento e diálogos sobre a organização do trabalho pedagógico na escola, a partir da articulação das dimensões dos segmentos (professor, coordenador e gestor).

Na avaliação da professora Elivânia Andrade, coordenadora pedagógica do eixo formação do Programa Bahia Alfabetizada Criança na UNEB, o planejamento pedagógico é um instrumento fundamental para promover aprendizagens significativas.

“A ação didática é uma atividade intelectual. Exige estudo, escuta e sensibilidade para planejar intervenções que realmente façam sentido para as crianças. Por isso, na formação, vamos trabalhar não só os conteúdos, mas também os sentidos e as intencionalidades por trás de cada escolha pedagógica”, destaca a coordenadora pedagógica.

Serão abordadas também questões relacionadas à organização da rotina, à gestão da sala de aula e às práticas sociais de leitura e escrita, estruturadas em atividades habituais, sequências didáticas e projetos.

O foco é possibilitar aos profissionais estratégias de formação continuada contextualizadas, colaborativas e comprometidas com a equidade, a inclusão e a garantia do direito à alfabetização e aos letramentos nos anos iniciais do ensino fundamental, para garantir que as crianças avancem na compreensão do sistema de escrita alfabética e se desenvolvam como leitoras e escritoras plenas.

Dessa forma, a aprendizagem acontecerá de forma construtiva, garantindo avanços qualitativos e quantitativos no processo de alfabetização.

Texto: Wânia Dias/comunicação do programa, com edição da Ascom. Imagens: divulgação.

Alfabetização e letramento são tema de ciclo realizado pela UNEB do programa Bahia Alfabetizada Criança

Evento reuniu gestores e coordenadores das universidades estaduais, da SEC e da Undime.

Alfabetização e letramento: compromisso com a formação e aprendizagem das crianças baianas” foi o tema do I Ciclo de Formação Continuada do Eixo 2 do Programa Bahia Alfabetizada Criança, realizado pela UNEB nos últimos dias 16 e 17, em hotel de Salvador.

Reitora Adriana Marmori: “Precisamos dar as mãos”.

O eixo 2 do programa, referente à formação continuada, é desenvolvido em parceria com as universidades estaduais da Bahia (Ueba), a Secretaria estadual da Educação (SEC) e a União dos Dirigentes Municipais de Educação no estado (Undime-BA), em articulação com os 417 municípios baianos.

A iniciativa integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), coordenado pelo Ministério da Educação (MEC) com a finalidade de garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o segundo ano do ensino fundamental e a recuperação das aprendizagens das crianças dos anos seguintes da mesma etapa de ensino afetadas pela pandemia.

Vice-reitora Dayse Lago: cultura digital forte.

O ciclo de formação reuniu gestores da UNEB, coordenadores do programa das quatro universidades estaduais e da Undime-BA, representante da SEC e dezenas de formadores estaduais e regionais representando os 27 territórios de identidade do estado.

“Apesar de vinculado ao governo federal, o programa foi todo construído aqui a partir das experiências e pesquisas dos docentes das quatro universidades estaduais. A Bahia avançou muito nos últimos anos na escolarização, um compromisso do nosso governador, Jerônimo Rodrigues, mas ainda temos um elevado índice de analfabetismo em nossa população mais vulnerável. E, se não dermos as mãos, todos nós, docentes e pesquisadores das universidades, os estudantes, as prefeituras, a SEC e as comunidades de base e grupos sociais organizados para mudar essa realidade, não obteremos êxito nesse grande desafio da alfabetização e letramento“, destacou a reitorada UNEB, Adriana Marmori, que presidiu a abertura do ciclo.

Helaine Souza (SEC): rede potente de alfabetização.

A vice-reitora da UNEB, Dayse Lago, salientou que “pesquisas apontam que nossas crianças estão atualmente com dificuldade de concentração, por conta dessa cultura digital muito forte“. “E até nas universidades, os estudantes não têm muita paciência para ler livros e textos longos. Esse é nosso desafio, que começa nas crianças, mas perpassa todos os níveis de ensino”, disse.

Segundo a superintendente de Políticas para a Educação Básica da SEC, Helaine Souza, “o governo está construindo uma rede potente de  alfabetização no estado, mas vamos precisar fazer mais: precisamos dialogar com prefeitos e secretários municipais de Educação, porque é necessário muita vontade politica para mudar esse jogo”. “E vocês chegam para reforçar essa rede”, pontuou.

Iêda Silva, coordenadora do programa na UNEB: dia histórico.

“Hoje é um dia histórico para todos nós, parceiros do programa, e para a própria política de alfabetização nos territórios, englobando os 417 municípios da Bahia. As universidades em essência são formadoras de professores. E vamos fazer valer essa nossa larga experiência para a formação dos docentes nesse grande programa”, enfatizou Iêda Silva, coordenadora institucional do programa na UNEB.

Serão mobilizados no programa Bahia Alfabetizada Criança cinco formadores estaduais, 81 formadores regionais e 1.829 formadores municipais, que atuarão na formação de cerca de 17,3 mil professores municipais, beneficiando 311 mil estudantes do primeiro e segundo anos do ensino fundamental em todo o estado.

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira/Ascom.

Colóquio em Jacobina destaca práticas de leitura e escrita na contemporaneidade

A UNEB, por meio do Grupo de Pesquisa Desleituras em Série, realizará o II Colóquio Desleituras em Série: da leitura/escritura como mediação, refração, diáspora, entre os dias 17 e 19 de maio, no Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus IV da UNEB, em Jacobina.

O evento, que traz como tema Desescritas e Desleituras Contemporâneas , tem como objetivo compreender de que maneira a textualidade contemporânea tem posto em xeque a função do autor, do leitor e o conceito de obra, além de trazer a cena outros atores como o tradutor e o editor.

programação reserva uma conferência de abertura sobre o tema Lendo, revendo, vendendo Ulysses, que será proferida pelo professor Caetano Waldrigues Galindo, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A atividade será realizada no dia 17 de maio, às 19h30, no campus. A iniciativa reserva ainda minicursos, oficinas, simpósios e atividades culturais.

O evento é destinado a docentes e discentes de graduação e pós-graduação da área de Letras e licenciaturas em geral, além de professores e estudantes do ensino médio.

O II Colóquio Desleituras tem o apoio das pró-reitorias de Extensão (Proex), e de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação (PPG), e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).

Informações: www.desleituras.uneb.br.

Simpósio em Alagoinhas aborda letramento e formação de educadores

A UNEB, por meio do Programa de Pós-graduação em Crítica Cultural (Pós-Crítica), promove entre os dias 29 e 30 de setembro, o I Simpósio de Letramento de Identidade e Formação de Educadores (Slife), no Departamento de Educação (DEDC) do Campus II, em Alagoinhas.

A atividade, realizada em parceria com o Grupo de Estudos em Resiliência (Gerel), tem o objetivo de promover debates e intercâmbio de pesquisas sobre letramento entre estudantes, professores e pesquisadores.

Os interessados em submeter trabalhos (ver regras) devem enviá-los para o e-mail simpletramento@gmail.com até dia 9 de setembro. Para o público ouvinte, a inscrição pode ser realizada até o dia 28 de setembro. A taxa varia entre R$ 10 e R$ 50. O comprovante de pagamento deve ser encaminhado para o e-mail simpletramentofinanceiro@gmail.com.

O simpósio reserva em sua programação conferências, mesas temáticas, sessões de comunicações, oficinas e minicursos e atividade cultural. Destaque para conferência de abertura Perspectivas metodológicas dos estudos do letramento, que será ministra pela professora Ângela Kleiman, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Os participantes receberão certificado com carga horária de 30 horas.

Informações: DEDC/ Campus II – tel. (75) 3422-1139.