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Novo episódio da Balbúrdia destaca a tragédia do povo indígena Yanomami; dá o play e vem ouvir!

O garimpo ilegal em terras yanomamis provocou uma gigantesca crise humanitária, uma tragédia fruto de política de extermínio chancelada pelo governo Bolsonaro. Em janeiro deste ano, o Ministério da Saúde decretou situação de emergência em saúde pública, medida que visa fortalecer o combate à desassistência em saúde dos povos indígenas da região.

Neste episódio do ‘Fala, Balbúrdia!’, vamos destacar a condição dos indígenas no Brasil, com destaque para a tragédia do povo Yanomami, que sofre uma grave crise sanitária e humanitária. Vamos abordar também a política de desmonte de órgãos de fiscalização e controle ambiental e de defesa dos povos indígenas, além da demarcação de terras indígenas e a morte de indigenistas que lutam pela garantia de direitos dos povos originários. Então chega mais que o tema da vez é: “A TRAGÉDIA DO POVO YANOMAMI E A CONDIÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL”.

O megafone da Balbúrdia está com o indigenista, professor da UNEB, doutor em estudos étnicos e africanos, membro do centro de pesquisa Opará e docente do programa de pós-graduação PPGAFIN da universidade, Francisco Alfredo Guimarães.

Vem que está top! 

Nos ouça no Spotify, Deezer, Google Podcast e no canal da TV UNEB, no YouTube.

Conheça a equipe da Balbúrdia: 

Wânia Dias (apresentadora e editora executiva); Danilo Cordeiro (apresentador, produtor, suporte técnico e editor de áudio); Leandro Pessoa (editor de áudio e produtor musical); Danilo Oliveira (produtor); Anderson Freire (projeto gráfico e criador da marca da Balbúrdia); Jean Gomes (editor de vídeo e animador); Cristiane Costa (social media).

UNEB comunica hasteamento de sua bandeira a meio mastro em respeito às 300 mil vidas perdidas pela covid-19 no país

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) comunica que a bandeira da instituição permanecerá hasteada a meio mastro em todos os campi durante três dias, a partir de hoje, 25 de março de 2021, quando o Brasil ultrapassa a terrível e assustadora marca de 300 mil vidas perdidas em decorrência da covid-19.

A medida consiste em um sinal de solidariedade e respeito da Universidade à dor de todos os brasileiros que perderam seus entes queridos, sem poder sequer render-lhes as últimas homenagens no sepultamento.

A UNEB reafirma sua firme posição em defesa da vida, conclama por um plano de vacinação para todos e todas e se associa à luta dos que acreditam que o povo não pode pagar com a própria vida.

Universidade do Estado da Bahia