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UNEB vai implementar identificação funcional para assegurar maior segurança em todos os campi; prazo para envio de foto: 24/7 a 31/8

Servidores docentes e técnicos, comissionados e estagiários devem enviar foto 3×4 pelo formulário online.

A gestão da UNEB está empenhada em assegurar maior segurança à comunidade acadêmica em todos os campi e espaços em que atua a universidade.

Relevante ação nesse sentido é a implementação da identificação funcional, na forma de crachás físicos, que está sendo lançada agora.

O crachá vai ser de uso obrigatório em todos os espaços internos de relacionamento da universidade e em representações externas da comunidade acadêmica.

A primeira fase da implementação contemplará todos os servidores (técnicos administrativos e docentes) do quadro efetivo da instituição, cargos comissionados e estagiários com cadastro no sistema RH Bahia.

O documento vai preservar os dados pessoais do portador, expondo apenas seu nome, cadastro e uma foto de identificação.

Para obter o seu crachá físico, o servidor, comissionado ou estagiário – que tenha cadastro/matrícula – deve acessar o formulário online próprio, aceitar o termo de consentimento e enviar sua foto 3×4, no prazo de 24 de julho e 31 de agosto.

Acesse aqui o formulário online

Proteção e visibilidade

O projeto de identificação funcional da UNEB é uma iniciativa da Reitoria e está sendo coordenado pela Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), com o apoio da Unidade de Desenvolvimento Organizacional (UDO).

Na avaliação da reitora Adriana Marmori, “essa é mais uma iniciativa responsável da gestão universitária, que atende os requisitos da Lei Geral de Proteção de Dados, para assegurar maior proteção e cuidado à nossa comunidade acadêmica”.

“A identificação funcional configura-se, também, em um reconhecimento dos nossos servidores e servidoras, que dispõem da nossa integral confiança e desempenham as suas funções com compromisso e zelo, dentro e fora da universidade”, enfatiza a reitora.

Segundo o pró-reitor Elias Dourado (PGDP), em uma comunidade de servidores com mais de quatro mil pessoas, entre docentes e técnicos, efetivos ou contratados temporariamente, “a identificação funcional de todas e todos significa melhorar a nossa segurança e contribuir para uma maior visibilidade institucional da UNEB e dos seus servidores e servidoras”.

“Somos uma instituição aberta e permeável à participação de todos os grupos sociais. Por isso, a identificação funcional é também uma medida de ampliação da transparência e mobilidade da nossa comunidade”, avalia Elias Dourado, desejando que todos passem a portar o crachá funcional, “valorizando nossa autoestima da unebianos e unebianas”. 

O chefe da UDO, Benjamin Ramos, informa que o documento de identificação será único e padronizado para todas as unidades acadêmicas e administrativas da universidade.

“O documento terá uma importância relevante na identificação, segurança e acesso do servidor às instalações dos campi e em representações externas”, diz o gestor.

No crachá também constará, de acordo com o chefe da UDO, um “QR code” que, ao ser acessado, remeterá a uma pagina segura com chave autenticadora para aferição da veracidade do vínculo do servidor com a universidade.

“Nesta primeira etapa, serão gerados apenas os crachás físicos. Entretanto o projeto prevê, em breve, disponibilizar também a identidade funcional digital”, acrescenta Benjamin Ramos.

Informações: identidadefuncional@uneb.br.

Texto: Toni Vasconcelos/Ascom. Imagem: Adriano Reis/Ascom.  

Episódio do ‘Fala, Balbúrdia’ traz debate sobre projeto de lei das fake news; vem ouvir!

Em tramitação na Câmara dos Deputados, desde 2020, o projeto de lei das Fake News voltou a ganhar fôlego depois dos recentes ataques violentos em escolas e dos atos antidemocráticos do 8 de janeiro, nas sedes dos três poderes, em Brasília.

Popularmente conhecida como PL das Fake News ou PL 2630, a proposta cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, propondo a regulação das plataformas digitais e dos serviços de mensagens instantâneas.

Neste episódio, vamos abordar os principais aspectos do PL das Fake News, como a proposta poderá ser efetiva no combate à desinformação e ao ódio na internet, os pontos de fragilidades e os potenciais democráticos do projeto, os impactos que a nova lei causaria sobre as futuras eleições e na propaganda eleitoral na internet e os desafios da implementação e fiscalização da lei. Então chega mais que o tema da vez é: “PL das Fake News: censura ou proteção?”.

O megafone da Balbúrdia está com o professor da UNEB, Sérgio São Bernardo, doutor em Difusão do Conhecimento, mestre em Direito Público e Bacharel em Direito. O docente é o atual assessor-chefe da Reitoria da Universidade.

Conheça a equipe que fez este episódio da Balbúrdia:

Wânia Dias (editora executiva); Icaro Rebouças (apresentador); Danilo Cordeiro (editor, produtor e apresentador); Leandro Pessoa (editor de áudio, produtor musical e suporte técnico); Anderson Freire (projeto gráfico e criador da marca da Balbúrdia); Kamilly Benice (projeto gráfico); Jean Gomes (editor de vídeo e animador); Graziele Mercês (social media).