O evento visa ampliar discussões sobre as Brinquedotecas, promover inovação nos processos formativos no Ensino Superior, formar professores e profissionais, reconhecer a importância da cultura do brincar, da infância e da ludicidade, fortalecer seu uso em ensino, pesquisa e extensão, integrar docentes e discentes envolvidos com a reflexão sobre a complexidade do lúdico, e consolidar-se como um espaço de debates acadêmicos das universidades.
Esta edição terá como tema “Cultura do brincar: o encantamento da infância para a vida toda”. Os(as) interessados(as) em submeter trabalhos devem enviá-los, até o dia 30 de outubro, através do Sistema Gerenciador de Eventos (SGE) da Universidade. Já o público ouvinte devem realizar inscrição também no SGE, até o dia 6 de novembro.
A programação reserva atividades brincantes, oficinas de contação de histórias, bonecos de tapinhas, música, brincadeiras indígenas e quilombolas, e brincadeiras circences para crianças de todas as idades, além do compartilhamento das experiências de ser/fazer das Brinquedotecas.
“Centros de formação e assessoria pedagógica em universidades públicas baianas: que lugar ocupam?”. Esse é o tema do I Colóquio Estadual sobre Pedagogia Universitária (Cepu), que será realizado de 28 a 30 de novembro, na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
O evento tem a finalidade de constituir um espaço de compartilhamento, debate e aprofundamento acerca das experiências sobre as políticas de formação pedagógica do docente universitário e as assessorias pedagógicas das universidades.
Os interessados em submeter trabalhos (ver regras) devem enviá-los para o e-mail coloquiopedagogiauniversitaria@gmail.com, até o dia 15 de outubro. Os artigos devem ter os seguintes eixos temáticos: Formação de Docentes Universitários; Práticas Pedagógicas Inovadoras na Sala de Aula da Universidade; Assessorias Pedagógicas na Universidade; e Avaliação da Prática Docente na Universidade.
A inscrição para ouvinte deverá ser solicitada no site do evento. A taxa varia entre R$ 30 e R$ 80, de acordo com o perfil do público (estudante de graduação, estudante de pós-graduação, professores da educação básica, professores universitários e outros profissionais). Os participantes receberão certificado.
A programação do colóquio reúne roda de conversa, mesa e roda dialógica, apresentação de trabalhos e lançamento de livros.
Participarão do evento como palestrantes a vice-reitora da UNEB e coordenadora-geral do Centro de Assessoria e Pesquisa em Inovação Pedagógica (Ceapip) da universidade, Dayse Lago; e os docentes Francisco Loiola (Universite de Montréal); Selma Garrido (USP); Iron Alves (Uefs); Ana Verena Madeira (Ufba); Maria de Cássia Gonçalves (Uesb); Sandra Regina Soares (UNEB); Maria Isabel Ameida (USP); Reginaldo Pereira (Uesb); e Cristina D’Ávila (Ufba).
O Cepu é organizado em parceria com as Universidades Estaduais da Bahia (UEBAs): UNEB, Uefs e Uesb, além da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
As universidades Públicas do Estado da Bahia, representado nesta nota pelos seus reitores e reitoras vem a público manifestar seu apoio à Universidade Estadual de Feira de Santana, vítima de pessoas e grupos que se identificam com ideias contrárias ao estado democrático de direito e que têm agido de forma agressiva na tentativa de atacar a liberdade de expressão que historicamente emana do ambiente autônomo e crítico da universidade. Várias tentativas de intimidação foram relatadas pela reitoria da UEFS e no último dia 17, dois homens adentraram a secretaria do Gabinete da Reitoria constrangendo servidores com gravação de imagem em celular, sob o pretexto de questionar a exibição de uma faixa de autoria da Associação dos Docentes da Uefs, essas pessoas agem de forma intimidatória, autoritária e agressiva.
Nos solidarizamos com o reitor Evandro do Nascimento que tem demonstrado atitude coerente e firme diante da situação. Reafirmamos a defesa do estado democrático de direito reconhecendo que estamos diante de algo mais sério do que uma singela implicância com uma faixa. É preciso denunciar que estamos diante de um caso que nos serve de alerta para a existência em nossa sociedade de grupos que atuam politicamente com ódio aos que pensam diferente, se tornaram sectários quanto a suas ideias, a ponto de não admitir manifestações de opinião que os desagrade. Isso não é condizente com o Estado Democrático de Direito. Quando violam o espaço da universidade, instituição consagrada na Constituição Federal como campo do livre pensar e da livre manifestação, e tentam calar a grafia de uma faixa, isso é um sinal evidente do perigo que representam para a universidade e para a democracia. Se tiverem o poder, lutarão pela negação da ciência, calarão debates importantes na sociedade e nas salas de aula, demonizarão os que defendem outras ideias e intimidarão qualquer forma de liberdade de pensamento, tentarão subjugar o Poder Judiciário e confrontarão sua independência, e se apropriarão do aparato de segurança pública para impor pela coerção suas ideias na vida cotidiana da sociedade. Terão, enfim, rasgado a nossa Constituição Federal. E como não se disse nada quando se rasgou uma faixa, já não poderemos dizer mais nada. É a porta da barbárie se abrindo para ceifar a ínfima parcela de sociedade civilizada e de democracia que ainda resta no nosso país.
As Reitorias das Universidades Públicas da Bahia repudiam as atitudes perpetradas por essas pessoas e grupos, e conclama a comunidade universitária a se mobilizar e seguir firme no propósito de defender os valores humanistas e civilizatórios, sem os quais não há como construir uma nação democrática, plural e livre. Toda nossa solidariedade à comunidade da UEFS.
Nesta quinta-feira (11), as Universidades Estaduais da Bahia (UEBAs), através do Fórum de Reitores das Universidades Estaduais Baianas, publicaram um vídeo com a leitura da Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito. O documento é uma forma de reforçar a defesa da democracia e das instituições brasileiras, além de ser um manifesto de oposição aos ataques contra o processo eleitoral atual do Brasil, bem como a eficácia das urnas eletrônicas.
O vídeo conta com a participação da reitora e dos reitores das quatro Instituições que representam as UEBAs: a professora Adriana Marmori Lima, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb); o professor Luiz Otávio de Magalhães, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb); o professor Alessandro Fernandes de Santana, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc); e o professor Evandro do Nascimento Silva, da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).
Assista à leitura abaixo:
Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!
Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos cursos jurídicos no país, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.
Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.
Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para o país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.
A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.
Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.
Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.
Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.
Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.
Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.
Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.
Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos às brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.
No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.
Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona:
A iniciativa possui natureza política e acadêmica e conta com o objetivo de ampliar o espaço de discussão e reflexão sobre as brinquedotecas universitárias. A edição surge a partir, também, da necessidade de consolidação da Rede de Brinquedotecas da UNEB, instituída a partir da Resolução Nº 1.486/2021.
Com o tema “Pensar e Fazer a Brinquedoteca Universitária: um olhar sobre a Regulamentação e Implementação da Rede de Brinquedotecas da UNEB”, os eventos reservam em programação conjunta e por mediação tecnológica: conferências, palestras, apresentações, relatos de experiências, assembleias para eleição de gestão da rede.
A pró-reitora de Ensino de Graduação (Prograd) da UNEB, professora Gabriela Rêgo Pimentel, vai representar as Prograds das Universidades Estaduais da Bahia (UEBAs) na audiência pública realizada pelo Conselho Estadual de Educação (CEE-BA) sobre o sobre o Documento Curricular Referencial da Bahia (DCRB) do Ensino Médio.
As professoras Núbia Regina Moreira e Maria Cristina Dantas Pina, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), também participam da atividade, que contará com transmissão ao vivo na próxima quarta-feira (16), às 14h30, no canal do CEE-BA, no YouTube.
Esse será o terceiro encontro a promover o debate sobre o DCRB-EM, para a implementação da Base Nacional Comum Curricular em todo o Estado da Bahia. O documento está disponível no site do Conselho Estadual de Educação.
As contribuições para a pauta podem ser enviadas até o dia 20 de março de 2022, para o e-mail sugestoes.bnccmedio@enova.educacao.ba.gov.br, ou pelo chat do Youtube, no decorrer das audiências. As sugestões serão analisadas pela Comissão e podem alicerçar a construção do parecer e da resolução normativa.
Os reitores das Universidades Estaduais da Bahia – Uefs, Uesb, Uneb e Uesc – expressam seu pesar pelo falecimento do Prof. Dr. Adeum Hilário Sauer, ocorrido na noite de ontem, 18 de setembro.
Nascido no Rio Grande do Sul mas radicado na Bahia há cerca de quatro décadas, com formação em Filosofia e em Direito, Adeum Sauer foi pesquisador vinculado à Ceplac/Ilhéus (Comissão Executiva do Plano Lavoura Cacaueira) e à extinta Fespi (Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna). Após a criação da Universidade Estadual de Santa Cruz, foi seu primeiro Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação e desenvolveu pesquisas em nível de pós-graduação na área de Sociologia e Política, na Alemanha, durante a década de 1990.
Como gestor educacional, Adeum Sauer foi Secretário Municipal de Educação de Itabuna, Presidente Nacional da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), Secretário de Educação do Estado da Bahia (2007-2009) e membro do Conselho Nacional de Educação.
Adeum Sauer foi professor e gestor em um contexto histórico marcado pela afirmação da educação como direito social e dever do Estado, tal como estabelecido na Constituição Federal de 1988, e atuou em diferentes ambientes – acadêmicos, políticos e institucionais; nacionais, estaduais e nacionais – sempre orientado pelo compromisso de transformar em realidade a prioridade da educação estabelecida em nossa legislação.
Diante desta perda, o Fórum dos Reitores das Universidades Estaduais da Bahia expressa seus lamentos, se solidariza com seus familiares e amigos e rende homenagens a Adeum Hilário Sauer por sua trajetória de pesquisador, professor e gestor educacional da Bahia.
Ilhéus, 19 de setembro de 2021
Alessandro Fernandes de Santana Presidente do Fórum dos Reitores Reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz – Uesc
Evandro do Nascimento Silva Reitor da Universidade Estadual de Feira de Santana – Uefs
José Bites de Carvalho Reitor da Universidade do Estado da Bahia – Uneb
Luiz Otávio de Magalhães Reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Uesb
O reitor da UNEB, professor José Bites de Carvalho, pró-reitores, assessores e coordenadores de projetos especiais da universidade, participaram de reunião com a Secretaria da Educação do Estado (SEC), nesta sexta-feira (5).
O encontrou virtual, que também contou com a presença de representantes da UEFS, UESC e UESB, visou promover um diálogo e alinhar as contribuições das Universidades Estaduais Baianas (UEBAS) sobre o ensino remoto na rede estadual de ensino, que começa no dia 15 de março, a partir das experiências de formação de professores e de desenvolvimento de projetos de ensino de graduação e pós-graduação, extensão universitária e pesquisa.
A reunião foi conduzida pelo secretário estadual da Educação, Jerônimo Rodrigues, que ressaltou a importância das universidades para a Educação Básica.
“Estamos precisando muito das universidades. Queremos fazer uma reunião com as pró-reitorias, em um momento em que a gente possa dialogar, também, com os Núcleos Territoriais, para poder aproximarmos cada vez mais essas nossas agendas. Queremos, inclusive, criar um grupo de trabalho, de acompanhamento permanente, para uma agenda com a parceria das universidades nos Territórios de Identidade”.
O reitor da UNEB, José Bites de Carvalho falou sobre a participação da universidade neste processo de início do ano letivo.
“Estou aqui com todas as nossas pró-reitorias acadêmicas, com as equipes dos projetos que se articulam com a Educação Básica, como o Programa Universidade Para Todos (UPT) e com a chefia do Gabinete, para que tenhamos resultados bem satisfatórios nesta parceria com a SEC. Estamos à disposição, vamos trabalhar juntos para que esta conjunção viabilize um ano remoto com qualidade”.
Plano de ensino e atividades complementares
A superintendente de Políticas para a Educação Básica, Manuelita Brito, fez a apresentação dos planos de ensino e atividades complementares, bem como dos programas da SEC e dos recursos e materiais de apoio para os estudantes, disponíveis no Portal da Educação, a exemplo de Roteiros de Estudos, Pílulas da Aprendizagem e Cadernos de Apoio à Aprendizagem.
Durante a sua explanação, ela detalhou as diretrizes gerais relacionadas à matrícula, continuum curricular, retorno em etapas e Comitê Gestor de Escola (que acompanhará o cumprimento dos protocolos).
Da UNEB, participaram ainda a chefe de gabinete, Hilda Ferreira, as pró-reitoras de Extensão (Proex), Adriana Marmori, de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação (PPG), Márcea Sales, de Ações Afirmativas (Proaf), Amélia Maraux, além da coordenadora geral do Programa Universidade para Todos (UPT/UNEB), Simone Wanderley, da professora Raquel Aparecida, que representou a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd), da assessora especial da Reitoria, Dayse Lago, e da presidente da coordenação geral de estágio, Célia Silva.
O encontro contou também com o subsecretário da Educação, Danilo Souza; o reitor e a vice-reitora da UEFS, Evandro Nascimento e Amali Mussi; a gerente acadêmica da UESB, Flávia Caires, representando o reitor Luís Otávio de Magalhães; o coordenador executivo de Programas e Projetos Estratégicos da SEC, Marcius Gomes; o superintendente da Educação Profissional e Tecnológica, Ezequiel Westphal, o superintendente de Planejamento Operacional da Rede Escolar, Manoel Calazans; o coordenador de Articulação de Projetos para a Educação, Helder Amorim; o coordenador de Políticas para a Juventude da SEC, Jocivaldo dos Anjo; a diretora-geral do Instituto Anísio Teixeira, Cybele Amado de Oliveira; e a diretora de Politicas da Educação Superior da SEC, Ivanilda Amado.
A Região Nordeste do Brasil possui uma média de 1,41 médico por mil habitantes. Na Bahia, as assimetrias são relevantes, já que 59% dos profissionais da medicina estão na capital, e 80% da nossa população se encontra em cidades do interior.
Esse cenário, potencializado pelo estado de calamidade pública imposto pela pandemia da Covid-19, orientou as gestões das Universidades Estaduais a instituir o Programa Interinstitucional de Revalidação de Diplomas de Graduação em Medicina Expedidos por Instituições Estrangeiras de Ensino Superior (Programa UEBAs Revalidação).
O encaminhamento foi oficializado com a publicação da Resolução Conjunta 01/2020, assinada pela UNEB, pela UEFS, pela UESC e pela UESB, na edição de hoje (30) do Diário Oficial do Estado da Bahia (DOE-BA).
“As universidades estaduais mostram, mais uma vez, um protagonismo neste cenário de pandemia. Com a autonomia e competência de cada uma, elas se unem para realizar as revalidações dos diplomas médicos estrangeiros, o que só ressalta o compromisso com o social destas instituições”, destacou o secretário estadual da Educação (SEC-BA), Jerônimo Rodrigues.
O secretário registrou ainda que a autorização para novos profissionais da saúde deve reforçar as equipes na Bahia, o que é “importante para as ações do Governo do Estado no combate e prevenção ao novo Coronavírus”.
O ingresso da UNEB nesta iniciativa foi deliberado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) e, também, pelo Conselho Universitário (Consu), instância máxima deliberativa da instituição.
“Entendo que esta é uma ação importante para as áreas de saúde, para toda a população baiana e para o reforço da autonomia das quatro universidades estaduais. Sobretudo, considerando o quadro que temos e a relação de médicos por habitantes em nosso estado. É mais uma contribuição institucional importante neste período difícil”, ressaltou o reitor da UNEB, José Bites.
As quatro universidades trabalham, agora, para a publicação do edital que irá regulamentar o funcionamento da ação, que deve ser realizada com brevidade, também no DOE-BA.
A Região Nordeste do Brasil possui uma média de 1,41 médico por mil habitantes. Na Bahia, as assimetrias são relevantes, já que 59% dos profissionais da medicina estão na capital, e 80% da nossa população se encontra em cidades do interior.
Esse cenário, potencializado pelo estado de calamidade pública imposto pela pandemia da Covid-19, orientou as gestões das Universidades Estaduais a instituir o Programa Interinstitucional de Revalidação de Diplomas de Graduação em Medicina Expedidos por Instituições Estrangeiras de Ensino Superior (Programa UEBAs Revalidação).
O encaminhamento foi oficializado com a publicação da Resolução Conjunta 01/2020, assinada pela UNEB, pela UEFS, pela UESC e pela UESB, na edição de hoje (30) do Diário Oficial do Estado da Bahia (DOE-BA).
“As universidades estaduais mostram, mais uma vez, um protagonismo neste cenário de pandemia. Com a autonomia e competência de cada uma, elas se unem para realizar as revalidações dos diplomas médicos estrangeiros, o que só ressalta o compromisso com o social destas instituições”, destacou o secretário estadual da Educação (SEC-BA), Jerônimo Rodrigues.
O secretário registrou ainda que a autorização para novos profissionais da saúde deve reforçar as equipes na Bahia, o que é “importante para as ações do Governo do Estado no combate e prevenção ao novo Coronavírus”.
O ingresso da UNEB nesta iniciativa foi deliberado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) e, também, pelo Conselho Universitário (Consu), instância máxima deliberativa da instituição.
“Entendo que esta é uma ação importante para as áreas de saúde, para toda a população baiana e para o reforço da autonomia das quatro universidades estaduais. Sobretudo, considerando o quadro que temos e a relação de médicos por habitantes em nosso estado. É mais uma contribuição institucional importante neste período difícil”, ressaltou o reitor da UNEB, José Bites.
As quatro universidades trabalham, agora, para a publicação do edital que irá regulamentar o funcionamento da ação, que deve ser realizada com brevidade, também no DOE-BA.