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UNEB divulga para comunidade LGBTi+ pesquisa promovida por coletivo

A UNEB, por meio da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas (PROAF), convida toda a comunidade LGBTi+ para participar de pesquisa sobre o impacto da pandemia em suas vidas.

A iniciativa é promovida pelo coletivo #VoteLGBT em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Serão coletados dados das pessoas LGBTi+(lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, “queer”, intersexuais, assexuais e outros grupos) para compreender como o Covid-19 tem afetado as vidas dessa população.

Acesse pesquisa

Informações: votelgbt@gmail.com.

Imagens: Divulgação

UNEB divulga nota de repúdio à agressão contra a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

NOTA DE REPÚDIO 

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) vem a público repudiar veementemente a agressão perpetrada contra gestores e docentes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ontem (6), em operação da Polícia Federal que os conduziu, de forma coercitiva, para depoimento.

A UNEB também expressa grave preocupação em relação a ações policiais e judiciais como essa, que vêm se repetindo ultimamente no país, em especial contra instituições públicas de ensino superior, violando o princípio da autonomia universitária e os direitos individuais resguardados pela Constituição brasileira.

Denúncias de supostos ilícitos e irregularidades devem ser investigadas a fundo, sem privilégios a ninguém, entretanto os órgãos e agentes públicos competentes devem agir sempre no estrito respeito aos ditames constitucionais do estado democrático de direito, evitando-se a condenação prévia e execração pública de investigados e de instituições.

Esta Universidade solidariza-se à indignação e à luta da comunidade acadêmica da UFMG e das demais instituições que sofreram ações similares, reiterando estar vigilante na defesa dos valores da democracia e da autonomia universitária.

Salvador, 7 de dezembro de 2017

José Bites de Carvalho
Reitor da UNEB

 

IV ALFAeEJA: Miguel Arroyo (UFMG) convoca professores para promoção de educação crítica e engajada

Pesquisadores e professores prestigiaram pré-abertura do encontro, que será promovido em Portugal no próximo mês

A pré-abertura do IV Encontro Internacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos (ALFAeEJA) foi iniciada com a convocação de pesquisadores e professores para imersão nos processos de humanização e desumanização dos sujeitos e para promoção de uma educação crítica e engajada.

Miguel Arroyo, professor emérito da UFMG, abriu programação acadêmica

O chamamento foi feito pelo pesquisador Miguel Arroyo, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), durante a conferência “Jovens e adultos na EJA: contexto político atual brasileiro”, na manhã de hoje (23), no Teatro UNEB, no Campus I, em Salvador.

“Diante desse massacre dos seus direitos como trabalhadores, como jovens e adultos das periferias e dos campos, eles precisam, ao menos, ter direito a se conhecer. Os professores que vão trabalhar com eles também precisam ter o direito de saber sobre essa realidade, para ajudá-los a se conhecer”, destacou o pesquisador.

Professor emérito da Faculdade de Educação da UFMG e Doutor Honoris Causa da Universidade Federal Fluminense (UFF), Miguel Arroyo lançou, também durante o evento, o seu novo livro: Passageiros da Noite – do trabalho para a EJA.

A conferência proferida pelo espanhol deu início à programação acadêmica do evento, que segue até amanhã (24), na capital baiana, com mesas-redondas, mostra de arte, exposição fotográfica e lançamento de livros.

A iniciativa consiste em uma pré-abertura para o IV ALFAeEJA, que será promovido, nos dias 6 e 7 de novembro, nas Universidades do Minho (UMinho) e de Coimbra (UC), ambas em Portugal.

Articulação internacional

O IV ALFAeEJA é realizado pela UNEB, por meio do Mestrado Profissional em Educação de Jovens e Adultos (MPEJA), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a UMinho e a UC.

Evento foi aberto com apresentações musicais de jovens de colégio estadual

“Este evento faz parte da luta para ressignificar o nosso trabalho acadêmico, político e científico, em um contexto de resistência. Lutando em prol dos educadores de jovens e adultos e dos sujeitos da EJA, que são protagonistas de suas próprias histórias”, ressaltou Tânia Regina Dantas, coordenadora do MPEJA e do IV ALFAEEJA.

A pesquisadora participou da mesa institucional da pré-abertura, que foi presidida pelo reitor da UNEB, José Bites de Carvalho. “Este é um evento de fundamental importância para constituição de uma rede internacional. Enquanto integrante da rede, a UNEB associa à sua internacionalização a qualificação da pesquisa e pós-graduação”.

A mesa contou também com a participação da vice-reitora da UNEB, Carla Liane, e das representantes Maria Conceição Ferreira, do Departamento de Educação (DEDC) do Campus I (Salvador); Sandra Célia, da Secretaria Especial de Relações Internacional (Serint); Gisele Freitas, do Serviço Social da Indústria (Sesi); e Marlene Souza Silva, do Fórum EJA-BA. O mestrando Robson Dourado representou os discentes do MPEJA.

A manhã do primeiro dia do evento contou ainda com apresentações de coral, quarteto de trompete e orquestra de cordas e madeiras, protagonizadas por estudantes e professores do curso técnico de música do Colégio Estadual Deputado Manoel Novaes.

Confira mais fotos do evento em nosso Flickr.

V Enlaçando: Pesquisadores se unem para fortalecimento das áreas de gênero e sexualidade no país

Grupos e núcleos de pesquisa estiveram representados em fórum promovido pelo seminário. Fotos: Cindi Rios/Ascom

Pesquisadores de grupos e núcleos acadêmicos de diversas instituições de educação superior (IES) brasileiras puderam trocar experiências e discutir estratégias para consolidação de uma rede, visando qualificar a gestão e difusão dos conhecimentos sobre gênero e sexualidade no país.

Suely: “evento significa um ponto de existência e resistência a todos os preconceitos”

A reunião foi viabilizada pelo Fórum de Grupos de Pesquisa, atividade que integrou a programação do V Seminário Enlaçando Sexualidades. O evento foi promovido, entre 6 e 8 de setembro, no Fiesta Convention Center, em Salvador.

De acordo com a coordenadora da iniciativa e do grupo de pesquisa Enlace (UNEB), Suely Messeder, é essencial que pesquisadores, instituições e gestores sejam “enovelados” para materialização de alianças.

“Em tempos mais do que sombrios em que vivemos, pensar o Enlaçando é um flash de alegria. Tentamos positivar os saberes sobre a sexualidade, identificando como podemos fazer isso e quais repertórios podemos utilizar. Este evento significa um ponto de existência e resistência a todos os preconceitos”, destacou a pesquisadora.

Pela primeira vez no seminário, a coordenadora do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (Nigs) da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc), Miriam Grossi, salientou a necessidade de definição coletiva de uma pauta de lutas e reivindicações.

Miriam: “somos mais de 1.5 mil núcleos de pesquisa sobre mulher, gênero, e sexualidades”

“Nós somos hoje no Brasil mais de 1.5 mil núcleos de pesquisa sobre mulher, gênero, feminismo e sexualidades. Esse é um grande crescimento. Somos muitos e é urgente uma articulação política junto às agências de fomento e às políticas de financiamento”, ressaltou Miriam, comemorando a oportunidade de participar da edição que marca uma década da criação do seminário.

Espaço de resistência

Cordenadora do Centro de Estudos em Gênero, Raça/Etnia e Sexualidade (Cegres – Diadorim) da UNEB, Amélia Maraux destacou que o fórum consiste em um espaço de resistência.

“Esta é uma tentativa de nos encontrarmos, sabermos quantos somos e de definir estratégias de articulação em rede para resistir a essa política de desmanche da universidade pública e gratuita”, frisou Amélia.

Amélia: “estratégias de articulação em rede para resistir a essa política de desmanche”

Ainda de acordo com a pesquisadora, o Diadorim foi proponente de dois enlaces temáticos e foi representado por mais de 10 integrantes na programação do evento. “Estamos aqui para também ouvir e aprender, para que possamos fortalecer e ampliar a nossa capacidade de construção de projetos”, afirmou.

A professora Fátima Lima, membro do Núcleo de Estudos em Discursos e Sociedade (Nudes) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ufrj), ressaltou que a iniciativa surgiu para consolidar a produção de conhecimento sobre os temas fora do eixo Sul-Sudeste.

“Essa é uma marca fundamental, decolonial e anticolonial frente a outros trabalhos desenvolvidos por programas de pós-graduação. Acredito que estamos em um momento de redesenhar e fazer valer outras epistemologias. O Enlaçando vem somar a esse conjunto de desejos”, avaliou a professora.

Múltiplos atores

Felipe: “primeiro grande evento cujo o tema foi a sexualidade no Nordeste do Brasil”

Coordenador do Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação (Gira) da Ufba, Felipe Fernandes parabenizou a equipe organizadora do Enlaçando pelo pioneirismo ao criar e manter “o primeiro grande evento cujo o tema foi a sexualidade no campo das Ciências Humanas no Nordeste do Brasil”.

“Aqui não estamos reunindo apenas acadêmicos, mas também professores das redes públicas e representantes dos movimentos sociais. Assim, buscamos ultrapassar os muros da universidade. Temos que conhecer, para transformar essa sociedade em um lugar melhor para todos e todas”, destacou também o professor.

A programação do evento contou com mesas-redondas, minicursos, oficinas, enlaces temáticos, fóruns de grupos de pesquisas (jovem pesquisador, de extensão e da educação básica), lançamento de livros, mostra audiovisual e apresentação cultural.

A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais (PPG-PSI), Paula Gonzaga, acompanhada pela pesquisadora Claudia Andrea Mayorga Borges, ministrou minicurso sobre escuta e acolhimento de mulheres que interromperam a gestação.

Paula: “politização e a formação para uma escuta que não seja degradante e punitiva”

“Propomos a politização e a formação das pessoas para uma escuta qualificada, que não seja degradante e punitiva. Buscamos oferecer uma discussão que não temos em nossas graduações, porque sabemos que a criminalização do aborto faz com que ele aconteça na clandestinidade, então, essas mulheres abortam sozinhas, sem informação e se expõem a mais riscos”, explicou Paula.

A diversidade temática e de representações na programação do evento motivou o interesse do estudante Breno Caldas, do Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades da Ufba.

“Como o seminário é internacional, temos oportunidades de ouvir relatos e outras referências que não imaginamos. Ouvir depoimentos de outras realidades é muito importante para quem deseja pesquisar, porque nos possibilita uma visão mais ampla sobre o que está acontecendo”, avaliou o discente.

O V Enlaçando Sexualidades foi realizado pelo grupo de pesquisa Enlace, em parceria com o Grupo de Atuação em Defesa das Mulheres (GEDEM), o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), o Doutorado Multi-institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento, oferecido pela UNEB e pela Ufba, e o Programa de Pós-Graduação em Crítica Cultural (Pós-Crítica) do Campus II da instituição estadual, em Alagoinhas.

Confira mais fotos do evento em nosso Flickr.

UNEB firma convênio com UFMG para oferta de Doutorado em Educação

A UNEB firmou convênio com a Faculdade de Educação (FAE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) para oferta de Doutorado Interistitucional (Dinter) do Programa de Pós-Graduação em Educação: Conhecimento e Inclusão Social.

A iniciativa ofereceu 15 vagas e tem como público-alvo docentes dos campi da instituição em Guanambi, Caetité e Bom Jesus da Lapa. O programa possui nota sete (máxima) na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para realização do curso, as aulas serão promovidas na UFMG e no Campus XII da UNEB, em Guanambi. Os professores poderão continuar com suas funções e atividades nos departamentos durante a qualificação.

Pela universidade, a coordenadora do curso será a docente Sônia Reis, uma das articuladoras do convênio, e na instituição mineira a ação será coordenada pelas pesquisadoras Carmem Lúcia Eiterer e Ana Maria de Oliveira Galvão.

Para o diretor do Departamento de Educação (DEDC) do Campus da UNEB em GuanambiI, José Alves, o Dinter cria novas condições para a qualificação docente na universidade. “E agora, por meio do Dinter com o melhor Programa de Pós-graduação do país, buscaremos a implantação de um curso de mestrado em nosso campus nos próximos anos”, antecipou.

Para a professora Sônia Reis, a oferta do doutorado representa uma grande conquista para a instituição, para o município e para a região. “Acredito que esta iniciativa possibilitará a ampliação da produção de conhecimento, do diálogo interinstitucional e das melhorias na comunidade regional”.

O Campus XII atualmente conta com 98 professores, sendo que 93% deste possuem a titulação de mestre. A previsão do DEDC é de que até 2020 o corpo docente seja composto por 40% de 40% doutores.

*Com informações do Núcleo de Comunicação do DEDC/Campus XII

 

Escola de Inverno de Química inicia atividades; programação segue até 05/08

Hércules Andrade
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação

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O evento objetiva promover a troca de experiências entre alunos e professores de Química da UNEB, Uesc, Uesb, Ufba e UFMG

O Programa de Pós-Graduação em Química Aplicada (PGQA) do Campus I da UNEB, em Salvador, iniciou, ontem (2), a I Escola de Inverno em Química.

O evento tem como objetivo promover a interação e troca de experiências entre alunos e professores da UNEB, das universidades estaduais de Santa Cruz (Uesc), e do Sudoeste da Bahia (Uesb), e das universidades federais da Bahia (Ufba) e de Minas Gerais (UFMG).

A palestra de abertura foi proferida pelo professor Ângelo de Fátima (UFMG), que abordou o tema 50 anos do Programa de Pós-Graduação em Química da UFMG, o que fazer? Reflexões, ações, inquietações e desafios.

Além de apresentar uma contextualização histórica do programa, o docente dividiu com o público vivências como pesquisador e coordenador do programa.

O professor Aníbal de Freitas, gerente de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG) da UNEB, representou a pró-reitora (PPG) da universidade, Tânia Hetkowski, no evento.

Segundo o gerente, a escola de inverno é uma iniciativa que fortalece e dá visibilidade as ações do PGQA, além de se configurar como uma oportunidade de troca de conhecimento entre acadêmicos de outras instituições.

A solenidade de abertura do evento contou ainda com a participação do coordenador do PGQA, Walter Nei Lopes Santos, a vice-coordenadora do PGQA, Lourdes Cardoso, e o coordenador do curso de Licenciatura em Química, Cesário Francisco das Virgens.

“A I Escola de Inverno em Química é uma parceria entre as coordenações de pós-Graduação de outras universidades, no sentido de proporcionar visitas técnicas e fortalecer as pesquisas”, destacou o professor, Walter Nei Lopes.

O evento segue com programação até o dia 5 de agosto e reserva ainda apresentações de trabalhos desenvolvidos por mestrandos do PGQA e minicursos.

Fotos: Juliana Cardoso/Ascom