O Programa de Treinamento Sobre o Uso de Bicicletas no Estado da Bahia (PROBICI) realizará a partir do dia 31 de março, no Laboratório de Informática do Prédio XIV, do Campus I, em Salvador, uma série de oficinas com o objetivo de estimular e apoiar mulheres no uso da bicicleta como meio de transporte no dia a dia.
Serão cinco oficinas, sendo que cada uma é pré-requisito para a próxima. A programação se estende durante o mês de abril. As inscrições podem ser feitas peloformulário das atividades.
Cada oficina vai apresentar, de forma dinâmica e participativa, conceitos essenciais sobre o uso da bicicleta , com atividades práticas e técnicas de interação. As atividades estão sendo promovidas pelo Instituto Equicidades e contam com o apoio do Curso de Urbanismo da UNEB e da Secretaria de Desenvolvimento do Estado da Bahia.
O evento, que é realizado em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba), tem como tema central a “Desaprendizagem do legado racista em territórios americanos“.
A mesa de abertura aconteceu no Teatro UNEB e reuniu o chefe de gabinete da Reitoria, Pedro Daniel, o diretor da Faculdade de Arquitetura da Ufba, Fábio Velame, e o coordenador-geral da EBPD, João Pena, entre outros gestores da universidade e representações, a exemplo do grupo de pesquisa ¡Dale! – Decolonizar a América Latina e seus Espaços e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Ufba.
Atividades atraíram grande público.
Em seguida foi realizada a conferência “Por quê Fanon? Por quê agora?“, com o professor Deivison Faustino, da Universidade de São Paulo (USP). O conferencista refletiu sobre a relevância do pensamento e ação do intelectual martinicano Franz Fanon (1925 – 1961) – homenageado no evento na passagem dos seus 100 anos de nascimento. Nessa edição, a EPBD homenageia também a pensadora brasileira Lélia Gonzalez (1935 – 1994), pela passagem dos seus 90 anos.
À tarde, a programação contemplou uma sessão pública da Universidade Popular dos Movimentos Sociais, reunindo lideranças, docentes e discentes para uma reflexão a partir dos saberes construídos nas vivências desses coletivos.
Artistas apresentaram performances.
A extensa programação da 1ª EBPD vai até o próximo sábado (30), com atividades inteiramente gratuitas na UNEB, na Ufba e em outros três locais da região metropolitana (veja programação).
A proposta da iniciativa é debater questões como epistemologia decolonial, territorialidades afrodiaspóricas, intelectualidades negras, quilombolas e indígenas, além de especificidades do colonialismo português no Brasil.
Desaprender o racismo
O pensamento decolonial é o campo de pensamento crítico que denuncia a continuidade da influência da colonialidade – sistema de gênese colonial e baseado em racismo, expropriação econômica e imposição de racionalidade eurocêntrica – na produção de conhecimentos, subjetividades e assimetrias de poder na América Latina e no Caribe.
João Pena coordena evento.
Segundo o coordenador-geral da EBPD, João Pena, “o pensamento decolonial, que tem raça como elemento central, nasceu na América Latina, em países andinos, onde a questão indígena é muito forte”.
“Pensamos que, no Brasil, precisamos enegrecer o pensamento decolonial. A proposta da Escola Brasileira de Pensamento Decolonial é, a partir do enegrecimento desse pensamento, entender a nossa própria realidade. Ela parte da nossa experiência, da nossa herança afro-brasileira, trazendo, por exemplo, a contribuição de Lélia Gonzalez, que é um intelectual fundamental para entendermos a nossa própria sociedade”, considerou João Pena.
Na avaliação do coordenador, é fundamental que todos na universidade estudem sobre a história cultural afro-brasileira. “Todos nós, quando nos formamos, temos papéis sociais a cumprir. Então, seja qual for a sua profissão, sua atuação pode impactar positivamente no enfrentamento do racismo. Portanto, a universidade precisa incluir esse debate, de forma ampla, na graduação e na pós-graduação. A EBPD se propõe a provocar essa reflexão. Mas não só a reflexão, pois precisamos de ações concretas que visem construir um outro futuro”, destacou.
João Pena é docente do Programa de Pós-Graduação em Estudos Territoriais (Proet) e do curso de Urbanismo da UNEB. A EBPD é uma iniciativa do grupo de pesquisa ¡Dale! – Decolonizar a América Latina e seus Espaços e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Ufba, e conta com financiamento do CNPq e apoio do Ministério da Igualdade Racial e outros parceiros.
A UNEB, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba), está promovendo a primeira edição da Escola Brasileira de Pensamento Decolonial (EBPD), que vai se realizar entre os próximos dias 25 a 30 de agosto, em Salvador e região metropolitana da capital.
Com o tema central “Desaprendizagem do legado racista em territórios amefricanos“, a edição faz homenagem aos 100 anos do intelectual martinicano Franz Fanon (1925 – 1961) e aos 90 anos da pensadora brasileira Lélia Gonzalez (1935 – 1994).
Com extensa programação e atividades presenciais nos campi da UNEB e Ufba em Salvador, nos dias 25 a 29, e na região metropolitana, no dia 30, inteiramente gratuitas, o evento debaterá questões como epistemologia decolonial, territorialidades afrodiaspóricas, intelectualidades negras, quilombolas e indígenas, além de especificidades do colonialismo português no Brasil.
Está na programação também um pré-evento, a oficina da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS), intitulada “Desaprendizagem das opressões e suas múltiplas faces: universidade, política e movimentos em disputa”, que será sediada no bairro de Itapuã.
Além de docentes e pesquisadores das duas universidades e de instituições da Bahia e do Brasil, professores de cinco países já confirmaram participação no evento: Angola, Cabo Verde, Colômbia e México.
O pensamento decolonial é o campo de pensamento crítico que denuncia a continuidade da influência da colonialidade – sistema de gênese colonial e baseado em racismo, expropriação econômica e imposição de racionalidade eurocêntrica – na produção de conhecimentos, subjetividades e assimetrias de poder na América Latina e no Caribe.
A EBPD tem coordenação geral do professor João Pena, do Programa de Pós-Graduação em Estudos Territoriais (Proet) e do curso de Urbanismo da UNEB. A iniciativa é do grupo de pesquisa ¡Dale! – Decolonizar a América Latina e seus Espaços, coordenado pelo docente Leo Name, do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPG-AU) da Ufba, e conta com financiamento pelo CNPq e apoio do Ministério da Igualdade Racial e outros parceiros.
A UNEB, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba), está promovendo a primeira edição da Escola Brasileira de Pensamento Decolonial (EBPD), que vai se realizar entre os próximos dias 25 a 30 de agosto, em Salvador e região metropolitana da capital.
Com o tema central “Desaprendizagem do legado racista em territórios amefricanos“, a edição faz homenagem aos 100 anos do intelectual martinicano Franz Fanon (1925 – 1961) e aos 90 anos da pensadora brasileira Lélia Gonzalez (1935 – 1994).
As inscrições para monitoria voluntária extensionista estão abertas até o dia 29 de julho – acesse aqui formulário online. Podem se inscrever estudantes de graduação de todo o Brasil.
Com extensa programação e atividades presenciais nos campi da UNEB e Ufba em Salvador, nos dias 25 a 29, e na região metropolitana, no dia 30, inteiramente gratuitas, o evento debaterá questões como epistemologia decolonial, territorialidades afrodiaspóricas, intelectualidades negras, quilombolas e indígenas, além de especificidades do colonialismo português no Brasil.
Está na programação também um pré-evento, a oficina da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS), intitulada “Desaprendizagem das opressões e suas múltiplas faces: universidade, política e movimentos em disputa”, que será sediada no bairro de Itapuã.
Além de docentes e pesquisadores das duas universidades e de instituições da Bahia e do Brasil, professores de cinco países já confirmaram participação no evento: Angola, Cabo Verde, Colômbia e México.
O pensamento decolonial é o campo de pensamento crítico que denuncia a continuidade da influência da colonialidade – sistema de gênese colonial e baseado em racismo, expropriação econômica e imposição de racionalidade eurocêntrica – na produção de conhecimentos, subjetividades e assimetrias de poder na América Latina e no Caribe.
A EBPD tem coordenação geral do professor João Pena, do Programa de Pós-Graduação em Estudos Territoriais (Proet) e do curso de Urbanismo da UNEB. A iniciativa é do grupo de pesquisa ¡Dale! – Decolonizar a América Latina e seus Espaços, coordenado pelo docente Leo Name, do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPG-AU) da Ufba, e conta com financiamento pelo CNPq e apoio do Ministério da Igualdade Racial e outros parceiros.
Nesta edição, o evento destaca o tema “Imagens e práxis urbanas: racismo, desigualdade e ação política”
Tiveram início nesta terça-feira (5) a XVIII Semana de Urbanismo e o Seminário Urbanismo na Bahia (urBA[24]), eventos realizados pelo curso de Bacharelado em Urbanismo e pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Territoriais no Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET), localizado no Campus I da UNEB, em Salvador.
Reitora Adriana Marmori (dir.) e diretor do DCET-I, Djalma Fiuza, (esq.) compuseram a mesa de abertura
Tendo como tema “Imagens e práxis urbanas: racismo, desigualdade e ação política”, a mesa de abertura reuniu a reitora da UNEB, Adriana Marmori, o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Estudos Territoriais (Proet), Antônio Muniz, e do coordenador geral do evento, João Pena.
“Pensar a cidade é pensar os seres da cidade, não só os seres humanos, mas todos os seres vivos. É fundamental que tenhamos um olhar para os espaços urbanos que também se entrecruzam com o campo e outros espaços rurais; pensar sobre as nossas possibilidades de ir e vir nesses espaços. Até que ponto a gente consegue fazer esse trânsito, que é assegurado pela Constituição Brasileira, mas que por vezes se impede de ter esse ir e vir com liberdade”, declarou a reitora Adriana Marmori.
João destacou a importância de ir além da denúncia do racismo nas relações territoriais da cidade
Em seu pronunciamento, o professor João Pena destacou a importância de ir além da denúncia do racismo como elemento presente nas relações de territórios da cidade: “São questões fundamentais, urgentes e incontornáveis, que refletem a cidade que a gente tem, mas que não impedem que a gente pense caminhos para construir uma nova realidade e isso deve acontecer não só a partir de quem está aqui na Universidade, mas também a partir de quem está nos territórios fora dela”, afirmou.
Estiveram também presentes na mesa o diretor do DCET-I, Djalma Fiuza; a coordenadora do Colegiado do Curso de Bacharelado em Urbanismo, Clélia Dantas, o representante da Faculdade de Arquitetura da UFBA, Leo Name, e a coordenadora do grupo de pesquisa Lugar Comum, vinculado à Faculdade de Arquitetura da UFBA, Ana Fernandes.
Cidades e questões étnico-raciais
Em seguida, a primeira Mesa-redonda recebeu, sob o tema “Cidades e Questões Étnico-raciais” a professora Rita Montezuma, pesquisadora das Universidades Federal Fluminense (UFF) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apresentou um histórico do processo de formação das cidades brasileiras, destacando aspectos como a escravização dos negros e a exploração de sua mão-de-obra e a criação de Leis Racistas que retiravam direitos da população. A exposição avançou então para o presente para refletir sobre para quem foram construídas as cidades como as conhecemos.
Rita Montezuma ministrou a mesa-redonda “Cidades e Questões Étnico-raciais”
“É importante discutirmos as cidades contemporâneas como eventos espaciais que são extremamente recentes na história da humanidade, um processo no qual nós ainda estamos inseridos e que pode urgentemente ser revisto. Acredito que a partir de pesquisas que levantem dados concretos sobre as práticas das cidades, que identifiquem suas diferentes práticas diante de marcadores como classe, raça e gênero, dentre outros, possamos oferecer condições para que as comunidades lutem por reparação, para a construção de políticas públicas”, explicou a palestrante.
O evento visa oportunizar o debate crítico, reflexivo e propositivo sobre as mais variadas problemáticas que envolvem o espaço urbano, em especial as que atingem mais fortemente os grupos sócio-raciais vulnerabilizados pelo racismo. Pela primeira vez, o evento converge os dois eventos (semana e seminário) em uma realização simultânea.
“Esse evento simultâneo é fruto de um trabalho coletivo e acredito que daqui sairão novas ideias potentes com novas possibilidades de trabalho conjunto. Que sejamos provocados a desenvolver pesquisas, colaborações e parcerias que contribuam para cidades justas, menos desiguais”, destacou a professora Ana Fernandes, que celebrou a parceria entre a UNEB e a UFBA na realização do evento.
A programação segue até esta sexta-feira (8) com diversas mesas, e debates organizados a partir de quatro eixos temáticos: Cidades e questões étnico-raciais; Desigualdades e diferenciações socioespaciais urbanas; Movimentos sociais, ação política e cidadania; Espaço urbano e a problemática ambiental.
Texto: Leandro Pessoa/Ascom. Fotos: Danilo Oliveira e Leandro Pessoa/Ascom
O evento será sediado no Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET), localizado no Campus I da Universidade, em Salvador.
A inciativa tem como tema “Imagens e práxis urbanas: racismo, desigualdade e ação política”. Pela primeira vez, a atividade converge dois eventos (semana e seminário) em uma realização simultânea.
O evento visa oportunizar o debate crítico, reflexivo e propositivo sobre as mais variadas problemáticas que envolvem o espaço urbano, em especial as que atingem mais fortemente os grupos sócio-raciais vulnerabilizados pelo racismo.
As inscrições são gratuitas e os(as) interessados(as) deverão realizar efetivação através do site oficial do evento.
A programação prevê diversas mesas, com os debates organizados a partir de quatro eixos temáticos: Cidades e questões étnico-raciais; Desigualdades e diferenciações socioespaciais urbanas; Movimentos sociais, ação política e cidadania; Espaço urbano e a problemática ambiental.
Promovida pela C40 Studies – uma rede global de quase 100 prefeitos das principais cidades do mundo, incluindo Salvador –, a iniciativa “Students Reinventing Cities” convida equipes multidisciplinares de estudantes de vários países a propor caminhos para descarbonizar áreas urbanas e melhorar a qualidade de vida das comunidades locais, seguindo o modelo “cidade de 15 minutos“.
Na edição 2024 do concurso, 16 cidades participaram. Para Salvador, foi delimitada como localidade de estudo e proposição uma poligonal na Comunidade do Pilar, situada no bairro do Comércio e que abrange a região conhecida como Taboão, ocupando parte do centro histórico da capital baiana.
“A equipe da UNEB, denominada “Ponta de Lança”, desenvolveu uma proposta de ocupação gradativa daquele território, privilegiando a classe trabalhadora e as questões que têm norteado o grupo de pesquisa, como hortas urbanas, educação patrimonial, população em situação de rua, entre outras”, informou a professora Lysie Reis, do curso de Urbanismo e do Proet, que coordena o GPDAC.
Participaram da equipe os estudantes da graduação Beatriz Boaventura, Caíque Luã, Matheusa Silva e Polyana Ferreira, e o discente da pós-graduação Rodrigo Mato Grosso.
A UNEB, por meio do curso de bacharelado em Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Territoriais (Proet), do Campus I, em Salvador, está organizando mais uma edição da Semana de Urbanismo (Semur) e do Seminário Urbanismo na Bahia (urbBA), que, este ano, serão realizados simultaneamente nos dias 5 a 8 de novembro, no campus da universidade.
A submissão destina-se a trabalhos originais e inéditos, de inscrições individuais ou coletivas, devendo ser efetivada exclusivamente por formulário online próprio. Dúvidas e consultas podem ser enviadas ao e-mail semururbba.submissao@gmail.com.
Trazendo como temática geral “Imagens e práxis urbanas: racismo, desigualdade e ação política“, os eventos, segundo os organizadores, visam “reescrever – a partir de discussões, atravessamentos e compartilhamentos – as estratégias de luta contra o racismo e as desigualdades, legitimando esses espaços de discussão, como espaços de reconciliação e de ação política”.
A programação e convidados serão divulgados brevemente. As inscrições para participar dos eventossão gratuitas e já estão abertas, também por formulário online próprio. Serão emitidos certificado de participação.
De acordo com o coordenador-geral da XVIII Semur & urbBA[24], João Pena, professor do curso de Urbanismo e do Proet (UNEB), “debater o racismo e a desigualdade, assim como pensar a ação política, são exigências fundamentais para as aspirações de uma sociedade mais justa, diversa e menos desigual.
“Esperamos ter a participação de professores e professoras, pesquisadores e pesquisadoras, estudantes, técnicos e técnicas de planejamento urbano e regional, movimentos e coletivos sociais urbanos, ONGs, lideranças comunitárias e agentes do poder público ou privado, entre outros agentes sociopolíticos, para a promoção de um debate crítico e propositivo acerca de temas de enorme interesse social”, destaca o coordenador-geral.
A primeira edição da Semur ocorreu em 2001; a do urbBA em 2011. Os eventos contam com o apoio dos grupos de pesquisa Lugar Comum e ¡DALE! – Decolonizar a América Latina e seus Espaços, ambos da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
O curso de bacharelado em Urbanismo do Campus I da UNEB, em Salvador, e o Centro Acadêmico de Urbanismo (CAURB), irão promover a 15ª Semana de Urbanismo, de 8 a 11 de novembro, com transmissão online, no YouTube.
Este ano, o evento vai debater sobre o tema “Os 20 anos do Estatuto da Cidade: as contradições das cidades nas cidades”.
Os interessados em participar devem realizar inscrição por meio de formulário online. Os participantes inscritos receberão certificado.
O evento reserva em sua programação mesas-redondas sobre Enquadramentos urbanísticos, Mediação de conflitos territoriais, Educação em urbanismo e planejamento para 99%: corpos pretos, femininos e transvyados na reescrita das cidades, e A trajetória das corpas e corpos no dia-a-dia urbano, suas cartografias e fazeres urbanísticos.
A Semana de Urbanismo visa oferecer a estudantes, movimentos sociais, e especialistas do campo do urbanismo e do planejamento urbano-territorial, assim como estudiosos de áreas transversais, um espaço de aprofundamento e sistematização da compreensão do fenômeno urbano.
“Instituições de ensino superior no século XXI e impactos nos territórios”. Esse é o tema da quinta edição do Seminário Urbanismo na Bahia (urbBA), que acontece entre os dias 3 e 6 de novembro, por transmissão virtual.
O evento, que conta com o apoio da UNEB, é realizado pelo Instituto Federal da Bahia (Ifba), em Ilhéus, através do Núcleo de Estudos e Intervenções nas Cidades (NEIC) .
Na programação, estão previstas debates, sessões temáticas e momentos culturais, promovendo trocas de conhecimento e interação em um momento de distanciamento social.
Esta edição do urbBA está sendo realizada em parceria com as universidades federais da Bahia (Ufba) e do Sul da Bahia (UFSB), e também das estaduais de Santa Cruz (UESC) e de Feira de Santana (Uefs).